O governo Trump está ajudando a forjar parcerias entre empresas nos Estados Unidos e na África a fim de impulsionar novos projetos de energia e infraestrutura no segundo maior continente do mundo.
O resultado final: geração de empregos tanto nos EUA como na África e expansão das exportações para as duas regiões.

“Este projeto importante não é apenas benéfico para empresas e trabalhadores americanos, sustentando mais de 100 mil empregos nos Estados Unidos, mas também para o povo de Moçambique”, disse Ross naquela ocasião.
O projeto em Moçambique é apenas um exemplo de um novo tipo de parceria que agências do governo americano estão promovendo no âmbito da iniciativa África Próspera. Essa iniciativa envolve Embaixadas dos EUA a fim de estabelecer “Equipes de Negociação” na África. Os Departamentos de Estado e de Comércio dos EUA estão expandindo esse programa com o lançamento, em fevereiro, de uma iniciativa global de Equipes de Negociação*.
A iniciativa Equipes de Negociação reúne os recursos e experiência de uma dezena de agências do governo dos EUA que trabalham juntoas visando estimular oportunidades empresariais dos EUA* em todo o mundo.
Tuíte:
Subsecretário Keith Krach: Excelente reunião hoje para o lançamento da Equipe de Negociações de Washington DC Central a fim de apoiar Equipes de Negociações em Embaixadas e Consulados dos EUA ao redor do mundo. O Depto. de Estado, o Depto. de Comércio e parceiros interagências estão ajudando empresas americanas – de pequeno e grande porte – a ganhar licitações no exterior e fortalecer nossa segurança econômica. #DealTeams @StateDept @CommerceGov #EconomicSecurity @State_E
Eis aqui alguns outros exemplos dessa abordagem que já está funcionando nas Equipes de Negociações das Embaixadas Africanas:
- República Democrática do Congo: Projetos de energia da GE (General Electric Company) na RDC vão ajudar o país a produzir 20% mais* energia.
- Etiópia: A Coca-Cola vai expandir suas operações no país, onde já construiu três usinas e gerou 2.200 empregos.
- Senegal: A Weldy Lamont, na região de Chicago, vai levar eletricidade para 440 mil pessoas que não estão conectadas à rede de energia elétrica de Senegal.
- Ruanda: A Culligan International, de Rosemont, Illinois, vai ajudar a triplicar o fornecimento de água tratada na capital do país, Kigali.
Como outros programas apoiados pelos EUA, esses projetos vão gerar empregos e fazer crescer economias locais.
Um novo acordo entre EUA e Senegal. Fileira de trás, a partir da esquerda: Tulinabo Mushingi, embaixador dos EUA no Senegal; Michael R. Pompeo, secretário de Estado dos EUA; Amadou Hott, ministro da Economia do Senegal; e Mansour Elimane Kane, embaixador do Senegal no EUA, observam enquanto Patrick Hennelly, presidente da empresa Weldy Lamont e, em primeiro plano à esquerda, aperta a mão do Pape Biteye, diretor-geral da Senelec, em 16 de fevereiro (Depto. de Estado/Ron Przysucha)“A missão principal da iniciativa das Equipes de Negociação interagências é aproveitar sistematicamente o amplo conjunto de recursos diplomáticos e de financiamento do governo dos EUA para promover a segurança econômica e a diplomacia comercial”, disse Keith Krach, subsecretário para Crescimento Econômico, Energia e Meio Ambiente do Departamento de Estado dos EUA.
O aumento do investimento dos EUA na África ocorre quando muitos africanos estão se mudando para as cidades, estimulando a demanda por eletricidade e outros serviços. Em 2010, 400 milhões de pessoas viviam em cidades africanas, número projetado para atingir 1,3 bilhão em 2050, segundo o Banco de Exportação e Importação dos Estados Unidos.
“Esperamos estender nossas parcerias econômicas com países comprometidos com a autoconfiança e com a promoção de oportunidades de criação de emprego na África e nos Estados Unidos”, disse o presidente Trump ao anunciar uma nova estratégia para a África em dezembro de 2018.
FONTE : SHARE AMÉRICA
* site em inglês
Vanplega
16 de Março de 2020 at 19:31
Eles ja levaram tudo, querem mais o que?