As duas regiões autónomas assinaram um protocolo que visa reforçar a cooperação institucional entre os governos das regiões autónomas dos Açores e do Príncipe, com enfoque em áreas estratégicas para o desenvolvimento da ilha são-tomense.
“Podemos contribuir em diversas áreas, incluindo agricultura sustentável, autossustentabilidade alimentar, eficiência energética, autossuficiência e formação profissional. Contamos com excelentes escolas técnicas especializadas em carpintaria, eletricidade e uma ampla variedade de cursos”, afirmou Artur Lima, Vice-Presidente da Região Autónoma dos Açores.
Além de bolsas de estudo, o protocolo privilegia ações nas áreas de ciência, inovação e tecnologia, turismo, cultura, desporto e aproveitamento de recursos do mar, bem como apoio à consolidação da autonomia financeira do Príncipe.
“Para também trabalharmos na elaboração e aprovação junto às autoridades nacionais de uma lei das finanças regionais”, disse Filipe Nascimento, Presidente do Governo Regional.
A cooperação entre as duas regiões insulares inclui metas ambiciosas.
“Principalmente, a preparação de projetos que possibilitem a captação de fundos, especialmente europeus, para viabilizar parcerias em iniciativas que beneficiem tanto os Açores quanto o Príncipe.”
Filipe Nascimento acredita que o Príncipe pode também contribuir com o turismo ecológico, a produção de bens transformados e novas oportunidades económicas sustentáveis.
José Bouças
GOLFINHO
2 de Maio de 2025 at 16:45
Quanto a formação profissional, devemos caminhar no sentido de criação de centros de formação a ninel interno, com financiamentos de formações tecnico profifissais a nivel interno, o valor das bolsas a serem atribuidas pelas região dos açores, da para formar a nivel tecno profissional, dois ou mais estudantes jovens aqui no país, sem terem que deslocar a Portugal/Açores para a formação, sendo que o processo de controlo de pagamento/por conta da bolsas de estudo, deverá ficar a cargo das entidades da Região dos Açores.
Ao invés de enviarmos estudantes a Região dos Açores, ficaria mais em conta, fazer deslocar professores/ ou contratar jovens licenciados nacionais com cursos de formação de formadores/CAP, para ministrar aqui nos centros de formação profissional.
Por outro lado a necessidade de fazer enquadrar os cursos profissionais a nossa realidade/necessidade economicas, no caso da Região do Principe, tendo em conta a reserva da biosfera, agricultura, as infraestruturas, agropecuaria, ambiente, economia azul, economia circular, aquacultura, turismo, desporto, electricidade, carpintaria , electronica, enefermagem, acção social, etec…
Hoje ja se transforma as cascas dos bivalves/ostras etc…em cimentos, em bloco para a construção civil, em placas para renovação dos recifes,…
Hoje já de transforma e se aproveita a redes de pescas inutilizadas e presas no fundo marinho em placas para bancos de jardisn, bancada de cozinhas, brinquedos infantis, etc etc…
VIM PÊMA
3 de Maio de 2025 at 11:40
As formações profissionais devem ser internas
Os valores a pagar referente às bolsas de estudo, dá para formação/formar aqui no país, dois formandos, e deve continuar a ser geridos pela instituições meio Portuguesa, mediante transferência-conta.
Ao invés de fazermos deslocar os estudantes para Açores-Portugal, é preferível enviar os professores, ou contratar aqui no país, jovens qualificados com CAP- Formação de formadores- para ministrar a formação profissional
As formações técnico-profissionais devem especificar áreas de que necessitamos para desenvolvimento-sustentável