O Governo são-tomense está a adoptar um pacote de medidas económicas de alto impacto social, visando aliviar a pressão sobre as famílias, reduzir desigualdades e dinamizar a economia local. Lideradas pelo ministro das Finanças, Gareth Guadalupe, as acções vão desde isenções fiscais até subvenções de transporte e controlo de preços.
Depois de anunciar a distribuição gratuita do arroz chinês às famílias vulneráveis, o Governo prepara-se para colocar no mercado, a partir da próxima semana, o arroz doado pelo Japão a um preço social de apenas 15 dobras por quilo. A medida visa garantir o abastecimento durante a quadra do Dia Internacional da Criança, a 1 de Junho.
“Queremos assegurar que nenhuma família fique sem celebrar este dia especial por falta de comida na mesa,” afirmou o ministro em conferência de imprensa desta quinta-feira, 15 de maio, aos órgãos de comunicação social, Rádio Nacional e a Televisão São-tomense.
Outra medida de destaque é a retomada da subvenção ao transporte marítimo de bens essenciais para a Região Autónoma do Príncipe, suspensa há anos. A decisão tem como objetivo baixar os preços das mercadorias na ilha e beneficiar directamente a população.
Os dados fornecidos pelo Governo Regional, como a lista de operadores económicos e as quantidades médias de produtos, serão considerados para garantir transparência e eficácia.
Num gesto de aproximação com a diáspora, o Governo também anunciou isenções fiscais para pequenas remessas enviadas por emigrantes, aplicando apenas uma taxa simbólica de 250 dobras (cerca de 10 euros) para serviços alfandegários.
A medida aplica-se a alimentos e pequenos electrodomésticos até 150 kg ou 25 mil dobras, com limite de dois envios por ano e exclusivamente para uso pessoal, não comercial.
Apesar da recente redução no preço dos combustíveis, o Governo lamenta que os taxistas e motoqueiros não tenham repassado a descida nos preços aos consumidores. Gareth Guadalupe fez um apelo ao bom senso das classes profissionais, lembrando que os efeitos positivos das políticas públicas devem ser sentidos por todos.
“Os sacrifícios feitos pelo Estado devem ter retorno para a população. É uma questão de justiça e responsabilidade social,” disse o ministro.
Waley Quaresma
Cocovado
19 de Maio de 2025 at 1:52
Estes medidas apesar de importantes são assistêncialistas nenhum impacto de transformação dos sectores económicos, produtivos e económicos ou dos serviços traram ao país.
Sendo São Tomé e Príncipe, pequeno país de dupla insularidade, interna e externa, mercado reduzido, população reduzida, dependente de ajuda externa, sujeito a efeitos de evolução da conjuntura externa( crises, guerras, redução da ajuda externa, pandemias, epidemias, transportes, evolução do comércio internacional, etc..), bem como efeitos das alterações climáticas, fuga de quadros aos exterior, a emigração, deficiência de qualificação de excelência, instituições familiares destrutrada, há necessidade urgente de ações, de reformas efectivas, tendo em conta as nossas características geográficas, mar, rios, espaços aerodinâmico populacional e de administração, instituições fracas, bem como a nossa localização, bem como da fraca realidades de dados de estatísticas, impõe visão,… reformistas efectivas
Temos que deixar o leve leve
Temos mar, rios, espaço aerodinâmico temos variaos actividades( extracção
exploração de hidrocarbonetos, de minerais, energias, agua, turismo, despirto, serviços aduaneitos, pescas, abastecimento de navios, reparação de embarcação, transformação da indústria pesqueira, etc) ligadas ao sector marítimo, que reformas ou medidas efetivas tomamos ate então?
Temos um pais abundância de sol de agua,
continuamos, com dificuldade de abastecimento de agua, e de energias, vem como de infraestruturas, …somos insular jamais investimos ou preocupamos efectivamente cim as infraestruturas de trasnsportes e comunicação, pontes, aeroportos, portos, estradas, condições de transportes e acondicionamento de mercadorias e produtos, questões de saúde publica, mas falamos de turismo, … a nossa população e jovens estão mal qualificados, internamente, achamos normal, com reflexos que tem na nossa administração,…
Temos problemas de saneamentos de meio, de crimes, da justiça, organização rigor, trabalho, de educação, de segurança, de responsabilidade e responsabilização, da protecção, da sustentabilidade, acahamos tudos normal
A informalodade da economia, falta de liquidez e robustez económica e financeira,bem como doa seguros,..
C8nco distritos e uma região autónoma, nenhuma descentralização desconcentração efectiva de poder e meios para catapultar desenvolvimento local e regional, falta de planos de ordenamento do território, e planos dde desenvolvimento, nacional, locais e regional, temos imensos produatos, pouca transformação, qualificação e comercialização interna/externa, pouca ou nenhuma diversificação económica,…
Dentro outras tantas problemáticas interna que impõe modificar, e jamais anadat a se fazer de conta que se está a governar,…o sistema de saude como conhecemos é insustentável, jamais saude podera viver somente de doações e boa vontade externa, ha uqe ter um plano, de financiamento, de reestruturação interno, assim como de formação de quadros, assim politicas salariais anuais, atração de investimentos externos, revitalização agricola, agropecuarias, do sector das pescas, da gastronomia, ada culinaria, etc…
GANDU@STP
19 de Maio de 2025 at 7:47
Bom dia STP!
Assim que é: “Tá falar, Tá fazer”.
Parece haver luz no fundo do tunnel!!!???
sol
19 de Maio de 2025 at 8:17
Lá no Príncipe foi próprio Presidente do Governo Regional que foi distribuir o arroz, com se fosse um arroz que UMPP comprou para população do Príncipe.
Filipe vc anda a prejudicar os filhos do Príncipe Pk? Não basta as demissões para fortalecer mais teus patrícios.
Espero bem que vais a campanha com eles e só eles para veres aonde vais parar. Esses caras de pau ditos MONCÓS ainda não deram conta disso.
Manda mulher de Teobaldo à Portugal com 5.000,00 euros de subsídio, alegando que levou estudantes para Portugal. Francamente…
Camarão
19 de Maio de 2025 at 8:57
Tendo o problema de emigração de jovens como temos, perdas de quadros qualificados, impõe internamente visão estruturada dos desafios da juventude país, desde logo a questão da habitação, a questão de educação formação de excelência, a questão da família, a questões do emprego e rendimentos
É premente estruturar a economia e finanças do país, a questão da ainda informalidade, de algumas atividades económica, onde há pessoas ou agentes económicos a praticar uma atividade económica, sem declarar benefícios económicos, nem pagar impostos ao estado, por outro lado é necessário revitalizar o sector económico do pais, atracão de investimentos internos/externos, melhor organização interna, diversificação económica, criação de emprego, criação de empresas, criação de rendimentos, política salarial anual, captação de poupanças, robustez do sistema financeiro(banca) e de seguros nacional, …é preciso mudar a realidade da divisão política administrativa do país, dando mais ferramentas e apoios as autarquias locais, ao governo regional, como a questão da urbanização, desenvolvimento local, desenvolvimento regional, receitas e meios financeiros, organização dos departamentos/pelouros de intervenção ou de ação(recursos humanos, gestão da agua, eventos, educação creches e 1º ciclo de ensino, saneamento do meios, gestão económica local/regional, estradas secundarias, mercados, cemitérios, desporto local/regional, urbanismo, planos de desenvolvimento local ou regional, planos de ordenamento do território, parques industrias, parques tecnológicos, Campus universitarios turismo, modernização etc…), ao mesmo tempo que se exige a responsabilidade/responsabilização, fiscalização, das atividades, prestação de contas, justiça administrativa,…
Revitalização dos setores produtivos do país, necessário e urgente
Dudu Neto
19 de Maio de 2025 at 15:44
Boa tarde Senhor Ministro.
Os sacrifícios feitos pelo Estado devem ter retorno para a população. É uma questão de justiça e responsabilidade social,” disse o ministro.
Não entendi que tipo de sacrifício o governo tem estado a fazer, não sei como pôde dizer isso, uma vez que houve introdução do IVA, IRS SUBIU DE ESCALÃO, IRC SE MANTEOU, ENTÃO HÁ ARRECADAÇÃO, portanto o estado tem onde tirar. O sacrifício fosse talvez, se baixasse IRS, isso sim seria um sacrifício leve, uma vez que não houve aumento salarial ainda, daria para ter algum aumento em termo de valores no bolso dos trabalhadores e assim ter como comprar suas coisas. Agora essas medidas não terão impacto, porque na verdade não há dinheiro para se fazer nada, além disso há há muito tempo que o governo não tem controle do preço no mercado