O serviço da dívida externa de São Tomé e Príncipe registou, no último ano, um aumento sem precedentes, tendo mais do que triplicado.
Segundo o ministro da Economia e Finanças, Gareth Guadalupe, é a primeira vez, desde 2014, que o país enfrenta um crescimento tão acentuado do serviço da dívida, quer em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), quer em termos absolutos.
“Em 2024, o valor pago rondou os 4 milhões de dólares; atualmente, ultrapassa os 14 milhões de dólares — uma diferença superior a 10 milhões, montante que poderia ser canalizado para responder a necessidades estruturais, como medicamentos, consumíveis hospitalares, reagentes, estradas ou abastecimento de água.”
As causas desta escalada já foram identificadas: “muitas dívidas atingiram o período de maturidade, obrigando ao pagamento simultâneo de juros e capital; além disso, novos empréstimos, como o contraído junto do Afreximbank, acrescentaram encargos significativos”, destacou Gareth Guadalupe.
O primeiro-ministro, Américo Ramos, sublinhou que, em 2025, coincidiu o vencimento de várias dívidas multilaterais e bilaterais contraídas por governos anteriores, que começaram a ser pagas no mesmo exercício, no quadro da continuidade do Estado.
Atualmente, a dívida externa totaliza 587 milhões de dólares, equivalente a cerca de 70% do PIB estimado para 2025.
José Bouças
Djay
17 de Janeiro de 2026 at 15:17
Não temos um presidente aos meus olhos desde que o Rei Amador foi abatido depois de nos ter libertado, então a falta de integridade e compaixão dos governantes de São Tomé e Príncipe é por isso que estamos nesta situação por ganância, desvio e exploração.
Já mais haverá mudanças se não mudarmos nós próprios esses corruptos indecentes.
Vítor Manuel Salgado e Melo
18 de Janeiro de 2026 at 17:33
S.Tomé jamais irá a lado algum… a história da independência foi uma treta… alguém há-de pagar…
Emilia Magalhães
10 de Fevereiro de 2026 at 7:12
Já escrevi e volto a escrever ,como cidadã do mundo preocupam- me os desvios intencionais e premeditados da governação de um pais como São Tomé ,que conheço . sempre esteve em crise politica com barões e oligarcas da politica predominante do MLSTP que vivem actuando como os únicos que têm direito de governar e que governaram desde o passado até ao presente criando e levando à instabilidade derrubando governos eleitos ,3 eleições ADI foi eleito sempre por maioria e derrotada ,golpe de estado pela oposição,levando à pobreza de um povo e cidadãos que tiveram e têm muito pouco .Chegamos ao extremo de 8 meses sem luz PR e PM não têm idoneidade ,moral ,etica para estarem à frente do pais de 200 mil habitabntes que vive às escuras sem acesso à informação ,sem possibilidades de programar o dia a dia no trabalho ,nas escolas, na familia,na cidadania .Serão responsaveis pelo atraso de 30 anos da pobreza ,da falta de escolaridade dos jovens e,adultos,falta de emprego de conhecimento .Um povo castrado nos direitos humanos não têm acessoágua,educaçã,saúde,escola habitacao direitos que quem governa devia cuidar. Vergonhoso o que está a acontecer