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O último adeus a Juju – filho do “povo pequeno”

O Jovem que perdeu a vida na manhã de 5 de Junho último, nasceu e cresceu na localidade de Lemos, distrito de Mé-Zochi. Nasceu no seio do “povo pequeno”. A mãe San Nené, palaiê (vendedora) de frutas tropicais, batalhou de sol a sol, noite e dia, na venda de frutos da terra para ajudar o marido (já falecido) no sustento e educação de uma família numerosa, 11 filhos, incluindo Juju.

caixaãoO casal perdeu dois filhos antes do falecimento do marido. Restaram 9, agora com o desaparecimento de Juju, ficaram 8.

O Téla Nón conheceu Juju, ainda menino, brincado nos caminhos de Lemos, com o carrinho feito a base de chocas de bananeiras. As rodas do carrinho eram pedaços de fruta-pão. Corridas de trotinete também não faltavam.

Bons tempos, em que a infância era vivida com intensidade.

Tempos em que apesar da carestia de vida, os jovens não eram tentados a por a vida em risco para garantirem o sustento.

A mãe, San Nené, batalhava enfrentando os caminhos lamacentos de Lemos no período das chuvas e poeirentos na estação seca, para ir e vir da capital com carga na cabeça muitas vezes a pé, para criar homens do amanhã.

E cresceram…., San Nené cumpriu parte da sua missão. Juju homem de 36 anos, arranjou família a moda antiga são-tomense, 9 filhos, quase atingia a performance reprodutora dos seus progenitores.A vida transferiu-lhe de Lemos para Lucumy, um dos bairros insalubres da capital.

Uma vida criada com sacrifícios incontáveis, por uma mãe, que recebeu mas por pouco tempo, o carinho merecido. Segundo a irmã mais velha, Juju era solidário com a mãe San Nené. Estava sempre presente, quando a mãe precisava do seu apoio…., conta a irmã mais velha de nome Judite.

polícia no funeralTudo mudou no dia 5 de Junho. O tiro que acertou nas costas de Juju, penetrou profundamente no coração de San Nené, confessa a filha mais velha.

Uma mãe de coração destroçado, por causa da areia e por uma bala.

O momento mais difícil, foi vivido pela família na terça – feira, no cemitério da cidade da Trindade, capital do distrito de Mé-zochi, região a que pertence Lemos, terra natal de Juju. Um regresso inesperado a casa eterna, e sob forte escolta policial.

O rapaz que nasceu e viveu no seio do “povo pequeno”, tornou-se destaque em São Tomé e Príncipe pela pior razão possível, a morte.

Uma morte cujo corpo sem vida, o “povo pequeno” carregou pela cidade capital, numa marcha de súplica por Justiça, mesmo ao som de disparos da metralhadora AK -47. Distúrbios e actos de vandalismos marcaram a marcha desordeira.

Segundo os familiares e amigos na segunda-feira houve uma tentativa de realizar a autópsia do corpo sem a presença dos familiares. O protesto dos amigos e familiares, deixou o hospital Ayres de Menezes num cenário de Estado de sítio, com forças de ordem em prontidão.

Esta terça-feira a marcha foi tranquila. O grande aparato policial nunca antes visto num cemitério foi em vão. Juju foi descansar ao que tudo indica sem paz, aguardando pela Justiça que o “povo pequeno”, continua a exigir.

Abel Veiga

    19 comentários

19 comentários

  1. santola

    10 de Junho de 2015 as 8:11

    Muito triste o que aconteceu. Acho que o aparato policial foi algo excessivo e de outro mundo, o povo santomense não merece isso.
    Que a justiça seja feita, que este não seja mais um crime cujo o culpado ande a passear a vontade pelas ruas como se não tivesse feito nada de grave.
    Espero que este governo, que anda no ar e meio perdido, comece a assentar os pés na terra porque este país está um caos.
    O povo pediu mudança para melhor não para pior.

  2. Floli Canido

    10 de Junho de 2015 as 8:48

    Descanse em paz meu irmão.

  3. Ajudando Patrice

    10 de Junho de 2015 as 9:31

    Bem escrito bem narrado. E na verdade o povo pequeno vai ser sempre alvo das malandrices todas elas muito bem engendradas para uma eterna perpetuação no poder a maneira antiga, a maneira muçulmana.
    Triste noticia, triste episódio. Que Deus nos proteja e nos livre de tudo quanto ainda esta por vir. Temos e que rezar. Rezar e rezar muito, porque em tão pouco tempo se tem assistido coisas que em 39 anos de independência se asistiu. nem mesmo no chamado periodo de senso se matou gente pelas costas, pela traição ou por contrato.
    Pior de tudo e que vem o estado maior dar uma justificação que mais pareceu confessar o crime bárbaro do que pedir desculpas pelo sucedido. O Ministro da Defesa Carlos Stok, que nem jurista pareceu ser, em momento algum manifestou condelencias a família nem lamentou a perda de vida humana. Tudo isto e para o povo pequeno saber e aprender a lição. Os tipos não nasceram aqui, não viveram aqui e portanto não estão preocupados comas pessoas daqui. Basta ver como e que a primeira coisa a fazer foi mandar construir cadeia de alta segurança quanto na agricultura falta tudo para os agricultores, quando uma das estradas principais do pais que liga a capital ao segundo maior distrito esta no estado em que esta. Basta ver como e que Levy Nazaré secretario geral da ADI viaja para uma formação de três meses para estudar inglês e leva logo cinquenta mil dólares da Assembleia Nacional. Isto e uma vergonha. Nunca se viu isto antes em STP.

  4. Pires

    10 de Junho de 2015 as 9:59

    Não pude me conter em tecer alguns comentários. Antes de mais as minhas sinceras condolências aos familiares por esta perda trágica e irreparável. Espero também que aquele que premir gatilho responda criminalmente pelos seus atos.
    Temos que parar com isso de povo pequeno e povo grande. Povo e ponto. A morte por homicídio de quem quer que seja pessoas ricas ou pobres é e deve ser condenada.
    Na vida nem todos têm as mesmas oportunidades. Na vida nem todos seguem o mesmo caminho. Há muitas pessoas que nasceram em meio de famílias numerosas em que as mães que lutaram de sol a chuva para sustentar os filhos e alguns desses filhos conseguiram contrariar a sua história e ter mais posses que os seus progenitores.
    Também não podemos estar sempre a dizer que a falta de emprego leva inevitavelmente os cidadão jovens ou não a cometerem crime ou infrações como única forma de sobrevivência e o Estado (refém dos votos nas eleições) não consegue travar legalmente essas ações.
    Há trabalho em São Tomé para quem quer de fato trabalhar. Não há emprego na função pública para toda gente, obviamente, nem o Estado e a economia o suportariam. Quantas vezes precisamos de profissionais em áreas técnicas na eletricidade, mecânica, agricultura, agronomia, construção civil, pesca, marcenaria, jardinagem, guarda, enfim…. e não encontramos? Muitos começam a trabalhar bem e depois “baldam”, não cumprem os prazos de entrega, recebem dinheiro adiantado e desaparecem?!! Quantos? Será que apanhar areia é única forma de sustento? Mas toda gente sabe que apanhar areia é crime/infração!!! porque desafiar a lei? Porque não podemos cumprir e fazer a nossa parte como um bom cidadão?
    Por outro lado, o Estado deve reprimir os atos infraccionais ou criminosos. Mas não pode ser com violência e recurso a arma de fogo. Os agentes do Estado, militares ou não que esteja a patrulhar as praias devem ter preparação técnica e humana sobretudo ser dialogante e saber que reprimir não é pela lei da bala. Que não pode nem deve pessoalizar quando as suas ordens não são acatadas. Será que o superior desse militar o instruiu a disparar contra cidadãos que estivessem a apanhara areia? Porque entregar arma de fogo áqueles que desempenham esse tipo de atividade? Os militares não sabem que não se usa arma de fogo perante civil desarmado? Estamos em guerra? O falecido investiu armado contra ele? Creio que deve ser instaurado inquérito internos para se apurar responsabilidade ao nível das chefias bem como o autor do disparo deve responder criminalmente pelos seus atos e o Estado responsabilizado civilmente.
    Por fim, a família não tem que se opor a realização de autópsia. Deve ser feita autópsia sempre que há uma morte violenta, não natural e indícios de homicídio. Isso não fica a disponibilidade da família. O Estado não pode nem deve ficar refém da população. Deve fazer o que determinar a lei e pronto, caso contrário continuará a acontecer o que se vê: anarquia e um estado sem pulso nem credibilidade.

  5. Nandes

    10 de Junho de 2015 as 10:20

    Antes de mais as sentidas condolências aos familiares por essas perda trágica. Não posso deixar de tecer alguns comentários. primeiro temos que deixar da conversa de povo pequeno e povo grande. Somos povo e ponto final. Em todo mundo numa sociedade há pessoas ricas, mediana e pobres. Há igualmente pessoas que atingiram grau académico mais elevado por várias razões e outras não. No nosso país há vários casos de famílias uniparentais em que as mães labutaram de sol a sol e na chuva para sustentarem com dignidade os seus muitos filhos. Muitos conseguiram contrariar o circulo da pobreza e singraram na vida quer dentro do país como fora. Não concordo quando se diz que não há trabalho em São. Há sim. O que não pode nem dá e o estado empregar a população inteira. Quem quer de fato trabalhar, tem trabalho. Quantas vezes procuramos vários profissionais em várias áreas desde pedreiros, pintores, canalizadores, eletricistas, jardineiros, sapateiros, cozinheiros, mecânicos, etc. e não encontramos. Muitos e bons recebem dinheiro e desaparecem? O Estado não pode permitir ilegalidade. Deve agir de forma eficaz e não ficar refém de votos a ter que tomar medidas impopulares. Toda gente sabe que apanhar areia é crime/infração. porque desafiar a lei? No entanto nada justifica a conduta de reprimir com recurso a tiro. Esse não é trabalho de militar. Porque armar um militar para fazer esse tipo de trabalho? Esse mesmo militar que não tem formação técnica e humana adequada, que não é dialogante…Se impõe se proceder a um inquérito e responsabilizar o próprio serviço pelo acontecido pois em circunstância alguma pode aquele que faz aquele tipo de trabalho estar armado sendo que não estamos em guerra. Também aquele que premiu gatilho e matou deve responder criminalmente e o próprio Estado ser responsabilizado civilmente. Por último, a autópsia deve ser feita em casos de morte violenta e com suspeita de homicídio. Não cabe a família permitir ou não. Deve ser feita e pronto. Mais uma vez o estado deve ser o primeiro a cumprir as suas leis e não ficar com medo de perder votos. Quando o Estado deixa de agir o pais torna numa autêntica anarquia.

  6. Democrático

    10 de Junho de 2015 as 10:23

    Eu, cidadão nacional e residente, vivo consternado e revoltado com o caso Jujú, tanto, quanto, nesse período comparei São Tomé e Príncipe como República Democrática do Congo (RDC), devido o interminável conflito. É inadmissível, injustificável tirar a vida de um cidadão. Areia é um bem público e pode emigrar do fundo de mar à orla marítima, não temos nenhuma lei sobre extracção de inertes, podemos salvaguardar o meio ambiente mas não podemos dar a vida depois de morto. O que mais me aborrece, são os próprios militares para ganharem o pão nosso de cada dia, escoltam caminhões com areia roubada dia e noite para propriedade dos nossos políticos e outros actualmente no poder. Qualquer que seja a infracção, o militar ou chefe de praia pode registar a chapa de matricula da viatura e apresentar no Comando Geral da Polícia Nacional para o efeito de penalização (multa, taxa, coima) etc…Nunca intimidar o cidadão com bala verdadeira, apontado para o alvo (cidadão), o dever é o de disparar ao ar.
    Eu, cidadão nacional e residente, indignado com a repercussão actual do poderio militar e policial no país, peço humildemente ao governo que apresente a sociedade são-tomense o produto de inquérito e que o governo assuma/assista as crianças do Jujú, até aos 18 anos sobretudo na educação, saúde e medicamento. Verifiquei que o Jujú assistia todos os seus filhos, era trabalhador incansável, além de ser taxista. A história pode ser mal contada, mas próprios os militares foram a sua casa intimidá-lo, pedindo algum valor monetário em troca.
    Senhor abençoe o vosso povo.

  7. Fokoto

    10 de Junho de 2015 as 10:45

    Então o povo pequeno depois de tanto votar , continua sem protecção?
    Será que foram enganados?

  8. Adelino dos santos

    10 de Junho de 2015 as 10:53

    Antes de mais meus sentimento a família enlutada,este ano nosso distrito não começou bem e nesse curto tempo muitas tristeza para esse distrito e nesse comentário do jornal tela non falo se de povo pequeno que é maioria em São Tomé quem voto foi povo pequeno e esse povo pequeno esta a pagar consequência daquilo que penso que era melhor opção para o País o povo tem que parar e fazer uma reflexão seriamente porque estamos no mau caminho esses acontecimentos não vazem parte de nós nem do nosso País e que Deus abençoe este povo

  9. 10 toneladas de carne/dia

    10 de Junho de 2015 as 11:43

    LEVY levou 50.000 dólares para 3 meses estudar inglês.Ele chantagear o partido ADI. Prometeu sair de ADI caso não cumprissem o ultimato.
    Os estudantes QUE ESTÃO A COMER PÃO QUE DIABO AMASSOU no estertor sem bolsa de estudos há seculos! Governo não quer enviar dinheiro. CALCULA 50.000,00 Dólares a DIVIDIR por 200 dólares para alunos pagarem vivenda e comida e comprar algum FARAPO para vestir, DARIA PARA QUANTOS ALUNOS?
    E este Levy NAZARÉ vai PASSEAR com tudo pago e mais 50.000 dólares LIVRES no bolso.
    VIVA DUBAI.
    Nós os Santomenses estamos a subir.
    DINHEIRO ” É CAPIM”.
    DEIXA-NOS TRABALHAR.
    estamos a investir muito dinheiro agora na CADEIA DE ALTA SEGURANÇA.

  10. Verdade

    10 de Junho de 2015 as 12:01

    Ainda bem que o Tela Non voltou a estar no ar. à dias que tentava e não dava nada. gostaria se saber o que aconteceu. Abel Veiga, o que aconteceu com o Tela Non? Eu já estava a ficar preocupado, pensei que já tinham conseguido bloquear o Tela NoN.
    Pois é, só a tela non para nos trazer as noticias sem censura. o País está de tanga e comunicação social só passa aquilo que Patrice autorizar.
    Agora querem que as pessoas se calem sobre este caso de morte de um cidadão do povo pelo Poder, Poder das armas que agora está sobre o poder politico. Desde que houve o episódio de espancamento do ladrão no quartel que se demitiu o anterior Comandante, até hoje essa força não tem o Comando efectivo porque o actual poder politico quer ter mãos dentro das forças Armadas. O resultado é este e agora o Governo não quer ser responsabilizado. Isto é o que faltava, quando terminam obras que já vinham do outro Governo, vêm a televisão se exibirem e mostrar que são bons, mas quando acontecem coisas destas, não assumem a responsabilidade. Então a responsabilidade é de quem? minha? do povo pequeno?
    Ganhem juízo e deixem de prometer o que não conseguem cumprir. Incompetentes!

  11. Carlos MENEZES cabe batepa - Angola

    10 de Junho de 2015 as 14:09

    Minhas sincera condolências a toda familia da vitima e amigos .
    Agora fazer deste endivido de um herói já e pedir demais na minha
    Convencia morar . Nem o governo nem os militares devem ser julgados . Mais o direito a vida sim morreu o nosso filho , ate ai tudo bem , mais quem não sabia que estracao de areia era proibido ? Não a gente má nesta história mais gente mal treinada e mal informada.
    Eu lamento a morte mais por favor não fassam mais manifestação com um cadáver da muito azar ao pais e afasta os turistas . Não e nosso habito . Quem criou o cão mau trate de o domesticar , mudamos de panela mais o tempero e sempre o mesmo .

  12. Ospibinho

    10 de Junho de 2015 as 15:22

    Antes de tecer as minhas consideracoes deixa-me deixar as minhas sinceras condolecncias a familia enlotada. A vida eh bem mais precioso que Deus nos deu. Por isso ninguem tem o direito de tira-la de nos.
    Entendemos que a nossa econimia por causa dos antigos Governantes que jah estao altamente ultrapassado e caducos nao conseguiram dinamizar a nossa economia, sendo assim que ela ainda estah de rasto. Nao existe emprego para a malta jovem (acho que os jovem soh querem trabalho de maos limpas). Serah que roubar areia seria uma profissao ou meio de sustento iterno? Temos que nos conscecializar que nao serah por este meio que conseguiremos o sustento para a anossa familia.
    Mas o que me deixa perplex que alguns que dizer ser politico da oposicao aproveitam ateh de morto para rezarem credo ou seja para fazer politica. Ao invez de eles solidarizarem com a familia enlotada e procurer forma de estancarmos com esse roubo de areia eles querem fazer politica porque jah PERDERAM TACHO. A oposicao tembem jah foi poder em STP. Os militares sempre repreenderam sempre as pessoas. Porquee criar instabilidade, desordem? Que Pais nos queremos criar com esse pobre trabalho da oposicao?
    Nos como popular sabemos que a oposicao estah desmoralizada. mas nao deve se sentir ausente dos problemas. O povo nao vos deu confianca desta vez. Quem sabe da proxima vez. Tambem entemos que a oposicao nao tem novidade nem nenhum plano de desenvolvimento para STP ( ou talvez mais importacao de arroz podre ou venda de combustivel roubado).
    Vamos todos dar as maos para um STP mais credivel e virado para o desenvolvimente.
    Dubai nao se cria com preguicosos, mas sim com pessoas com vontade de trabalhar arduo

  13. falabem

    10 de Junho de 2015 as 16:15

    Ospibinho e Nandes muito obrigado pelo vosso comentario estes sim bons comentadores.

    gente façam leitura dos seguintes comentarios :Ospibinho e Nandes

    são lógicos gentes com conhencimentos.

  14. Seabra

    10 de Junho de 2015 as 18:30

    É com muita emoção que li o triste artigo sobre o assassinato do jovem Juju, criminosamente,abatido pela força da ordem,que em princípio devia proteger e não agir como crininoso… Compadeco à terrível dor da familia. Os meus pesames e paz eterna na luz o malogrado victima.
    Enquanto toda essa passagem sangrenta (em pouco espaço de tempo) que vive STP, cadê o pm,Patrice Trovoada? Que fazem os outros dirigentes da ADI,enquanto que o pm viaja para encher a sua conta nos bancos estrangeiros …PT vive mais tempo fora de STP.
    Uma pergunta,os Varela,Lévy, José,Agostinho…..quando é que pensam reagir sobre esses crimes atrozes que têm destruído e chocado STP? Ninguém está à abrigo, eles, os filhos,todos os familiares podem ser victima de tal acto, um momento dado, quando o crime invadir o pais, por falta de justiça.
    É preciso chegar aí para reagirem? Acham normal,que não aja segurança no país,que todos vivam com medo? Até quando?
    É escandalosa todas essas matanças,sem que aja uma posição firme de um alto dirigente,pelo menos 1, que tome uma atitude conséquente para tentar pôr termo a tal ignomia.
    Por favor, “povo pequeno”, não vote ADI nas próximas eleições,se gostam de STP…é um bando de corruptos-oportunistas, que apostaram destruir o pais !

  15. Izaílde Fernandes

    11 de Junho de 2015 as 20:40

    Aproveito para prestar as minhas mais sinceras condolencias, aos familiares e amigos da vitima. Apesar da distancia nao pude deixar de acompanhar o sucedido, restam lembranças daquele que vi crescer e colega de infancia. Rest in peace Juju.

    Did, (em nome dos vicentes)

  16. ivan

    11 de Junho de 2015 as 23:23

    Fico muito triste em saber que meu país esta assim deste jeito

  17. catia

    12 de Junho de 2015 as 22:29

    o Juju acreditem era filho de DEUS nao e por acaso que isto aconteceu, tudo tem uma razao e logica basta prestarem bem atencao. Deus tenha sua alma e descanse com muita paz.Que a sua familia seja bem consolados pelos familiares e amigos.

  18. catia

    12 de Junho de 2015 as 22:45

    Aquilo que pode ler esse povo esta a crescer na mentalidade ja nao se calam, muito bem meu povo, ha quem diga que e vandalismo mas so gente humana e de coracao entendeu, porcausa de arreia matou-se um filho, um pai, um irmao um amigo e ha pessoas ai a viajar com 50.000 para 3 meses. se calhiar nem ja o Bill Gate faria uma coisa dessa. Afinal quem e o ladrao aquele que rouba arreia para sustentar uma casa ou aqueles que roubam os pessoas que roubam arreia para sustentar a familia?????????????//

  19. miquesjoao

    13 de Junho de 2015 as 18:23

    Há momentos em que é necessário lutar contra as coisas que se tornaram tão erradas que deveriam deixar de existir. Coisas que antes eram pequenas e que se tornaram grandes, mas que não deixaram de ser erradas, devem voltar a ser pequenas de novo; abaixo impunidade generalizada.

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