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Patrice Trovoada na Estónia a procura da Governação Electrónica

O Primeiro Ministro Patrice Trovoada está de visita a a Estónia, país da Europa do Leste, em busca de cooperação a nível da Governação Electrónica.

Até agora São Tomé e Príncipe e a Estónia, não têm qualquer relação de cooperação, mas Patrice Trovoada acredita que ela primeira vez os dois Estados vão dar passos nesse sentido com destaque para a governação electrónica. «A Estónia é um país também conhecido pelos progressos que fizeram em matéria de governação electrónica, e é um dos pilares para podermos desenvolver o país termos uma administração com maior eficiência e transparência e sobretudo permitir que os cidadãos se sintam mais próximos dos Estados, da administração e dos dirigentes», declarou Patrice Trovoada no aeroporto internacional de São Tomé, quando deixava o país na quinta – feia.

 

O Ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Afonso Varela acompanha o Chefe do Governo, na abertura das portas para a cooperação bilateral entre São Tomé e Príncipe e a Estónia.

Abel Veiga

 

    21 comentários

21 comentários

  1. Almeida santos

    27 de Junho de 2015 as 11:11

    Em vez de ir procurar dinheiro está a ir procurar governação electrónica,,,,FORMA mais fácil de fazer sair DINHEIRO para bandidagem.
    Ainda mais quem estes ESTONIANOS!

    • Atento

      29 de Junho de 2015 as 12:00

      Um dia escrevi isto, quando PT foi a Angola procurar dinheiro para podermos ter um Orçamento.
      Hoje, sinto que o que escrevi continua atualizado, pelo que aqui vai.
      Minha gente.
      Fui um homem que lutou pela independência da terra que me viu nascer.
      Hoje com a idade e maturidade que os anos nos dão, sou um homem que não me honra em nada falar do que fiz pela minha terra, para se tornar independente.
      Afinal estas pequenas ilhas nunca tiveram condições para serem independentes. Hoje vejo isso e pergunto-me como fui capaz de lutar por algo impossível, como era o desenvolvimento social, económico e financeiro da minha terra, onde a única coisa que tem é uma economia assente nos empréstimos e nas doações que nos fazem.
      Estou triste, não com o meu pais, mas sim comigo próprio.
      As condições políticas da altura impunham que se lutasse por STP, mas hoje com o que assistimos ao longo destes trinta e muitos anos de independência, torna-se necessário repensar a independência.
      Repensar em termos de integração num pais que nos aceite como região autónoma, para que o dinheiro que vai mandar para STP não seja mais uma doação, mas sim investimento e melhoramento das nossas condições de vida.
      Assim minha gente, chegou a altura de repensarmos efetivamente se queremos continuar nesta vida de mendigos, ou queremos efetivamente ser gente, e assim integrados num outro pais.
      Não vou dar palpites sobre que pais seria esse a que nos juntaríamos para finalmente sairmos da miséria, mas desde Angola, até Portugal, todos seriam melhor do que a vergonha e a miséria que estamos a passar e vamos passar sempre.
      Dói-me imenso não ser feliz na minha terra. Dói muito mesmo, pois quem não sente não é filho de boa gente.
      Chegou a altura minha gente de pensarmos muito seriamente na necessidade em mudar a nosso sistema político e o nosso enquadramento regional.
      Despeço-me com aquele abraço de amizade.

      Por fim concluiria, que cada vez se torna mais necessário um referendo sobre sermos uma Região Administrativa Especial de Angola ou de Portugal, com chefe de governo, governo, assembleia e deputados de São Tomé e Príncipe, mas onde a única coisa que mudaria eram os nomes dos partidos e claro passaríamos a ser Sãotomenses de Angola ou Sãotomenses de Portugal.
      Deixo estas minhas palavras á vossa reflexão.

      • Josué Monterio

        30 de Junho de 2015 as 13:30

        Porque não fazer parte de Cabo Verde?! Seria uma boa ideia, unir as ilhas que já têm uma história em comum.

        • Atento

          1 de Julho de 2015 as 9:04

          Meu caro Josué Monteiro.
          Pergunta o meu caro Josué porque não Cabo Verde.
          Olhe para mim tudo bem, desde que STP deixe de andar para trás como tem feito estes anos todos.
          Para um pais ser realmente independente tem que ter autonomia financeira, quando tal não existe o melhor é ser mesmo uma Região Especial de um outro pais de preferência com laços históricos e afinidade.
          Contudo existe um senão em relação a Cabo Verde, é que eles têm recursos financeiros muito escassos, que nem para eles chegam, e como tal seria mais do mesmo para STP.
          Eu pessoalmente só vejo Portugal ou Angola e as razões para tal são obvias.
          Angola porque estaria em Africa e Portugal por razões históricas e integrados no continente europeu, com as vantagens que seriam imensas para nós.
          Agora o referendo á população impõe-se, porque ninguém referendou a população sobre a independência.
          Não se referendou a população sobre a independência como está, ou sobre um regime especial, porque o egoísmo, interesses pelo poder, ganância, prepotência e muitas outras coisas, falaram mais alto.
          Saber recuar ou pedir desculpa ao povo, não é sinal de fraqueza, mas sim, sinal de sabedoria no interesse de STP.

  2. Original

    27 de Junho de 2015 as 13:31

    Administração com maior eficiência e transparência(Palavras do Sr.1º Ministro)

    Governação electrónica não faz milagre na gestão se quem manuseia estas ferramentas não entendem uma patavina desta matéria.

    1º Organizar o aparelho de Estado com gente capacitado e que entenda de gestão e não colocar um bando de brutos a gerir.

    2º Desenrrascar trabalho para militantes sem ter em conta as suas capacidades está a rebentar com este País que aida existe porque Deus está acima de tudo.

    3º Racionalizar o que existe e encaminhá-lo para fins exclusivamente de interesse público

    4ºgovernacão electrónica não é matéria para cegos que dominam o aparelho de Estado ( menos a alma que não merece)

    Obrigado.

    • Democrata

      29 de Junho de 2015 as 20:36

      Aprecio as ideias ditas pelo Senhor Original.
      Nenhum país de mundo se desenvolve com dirigentes sem grandes qualificações.
      A situação piorou quando o atual governo nomeou cegamente os menos qualificados em detrimentos dos mais qualificados.
      Como é que vamos ter uma governação eletrónica com pessoas que não entendem de novas tecnologias e com pouco visão e sentido de responsabilidade.
      Sou de opinião, que deveríamos começar de base e depois atacar as questões menos prioritárias.
      O Governo em exercício deveria preocupar-se com o aumento da subnutrição da população, da criminalidade e também com o crescimento de barros de lata e da carência de cuidados de Saúde de População.
      Outrossim, respeitar a Constituição e das demais leis da República, punindo assim os responsáveis diretos e indiretos que nomearam diretores e chefes dos departamentos sem observância da Lei do Funcionalismo Público.
      Caso contrário, os futuros governantes irão repor a legalidade.

  3. Safú

    27 de Junho de 2015 as 15:37

    Governação electrotécnica também é prioridade sr. Primeiro-Ministro?
    Porquê que o sr não para de gastar dinheiro do Estado, o dinheiro do povo, o dinheiro dos contribuintes nessas suas viagens desnecessárias?
    Este país é pobre, os governantes não podem viajar tanto assim as custas do Estado. Se o sr.gosta de viajar, pague as despesas com o seu próprio dinheiro.

  4. Só com Cristo

    27 de Junho de 2015 as 19:28

    Enquanto Patrice anda em viagem a população está correndo risco. Sambem porquê?
    ha uma epidemia de RUBEOLA e o governo está a esconder a população.Eu acho que qualquer situação de epidemia, o governo tem que alertar a população para se proteger principalmente as crianças.
    Vamos ser sérios e cuidar do povo que vos deu voto senhor Patrice Trovoadsa

  5. Aderido lima

    28 de Junho de 2015 as 9:28

    RUBÉOLA?????????
    Afinal!
    Non molê.

  6. Seabra

    28 de Junho de 2015 as 11:01

    O Padrinho Patrice Trovoada (sous la couverture de pm),acompanhado do seu mini ministro (sous la couverture d’intelligentia…) Afonso Varela ,foram negociar os interesses mafiosos ,defendendo cada um a % pessoal que cairá no bolso de cada parceiro do negócio….toda essa negociata para os interesses dos individuos em questão, custa e sacrifica ao povo de STP, que vai “pagando e rindo” na miséria,enquanto os seus governantes vão gozando e engordando…um dia acabarão explodindo( doentes,acidentados…) .
    Repito,é o povo quem deve encontrar uma saída,reagindo “fermement”. Afinal, ele tem esses PODER e DIREITO.
    A despesa utilizada nestas viajas,serve suficientemente,para solucionar à algumas situações URGENTES em STP….como por exemplo,a saúde!

  7. JB

    28 de Junho de 2015 as 11:44

    Realmente é para admirar, governação eletrónica? Então já temos o problema da energia em pleno funcionamento?

  8. Fanático de ADI

    28 de Junho de 2015 as 21:48

    Vocês podem criticar, ainda vai ter muito choro. Próximo ano vocês vão chorar quando elegeremos o Presidente da República.Aguenta quem manda é nos.

  9. Fanático de ADI

    28 de Junho de 2015 as 21:56

    Vocês estão a criticar, quero ver quando o povo eleger o presidente no próximo ano. Vocês vão chorar ainda mais.Quando saberem quem vai ser o novo substituto do nosso grande líder, o homem forte PATRICE TROVOADA, vocês vão chorar ainda mais.O próximo primeiro ministro está a preparar.Quero ver a vossa tristeza no próximo ano.
    Vou estar sempre com o meu ADI, com o grande líder PATRICE TROVOADA.

  10. Manuel Vera Cruz ceita da Costa

    28 de Junho de 2015 as 22:03

    Seabra não te preocupes com o povo. O povo é que escolheu. O povo quer arroz de 13 mil dobras, o povo quer Internet em todo o país de borla, os taxistas querem táxis novos. O povo está ao lado do homem. Este povo tem que aprender e ganhar juízo.

  11. João Trindade

    29 de Junho de 2015 as 8:34

    Experiencia na governação electronica é uma falsa questão. Fontes próximas do PT e do ADI dizem que o homem foi reeditar de Kosovo.

  12. Qualquer dia

    29 de Junho de 2015 as 9:08

    Governação electrónica, porque não a produção de energia electrónica, porque não a criação de emprego electrónico. Qualquer edifício se ergue de baixo para cima, não ao contrario

  13. povo pequeno

    29 de Junho de 2015 as 10:10

    Gente, o segurança do grande líder Patrice Trovoada desvio na sua residência mais de duzentos mil dólares. o coitado, filho do povo pequeno, se encontra detido na PIC.

  14. Alice Rodriguez

    29 de Junho de 2015 as 20:27

    Mais uma vez a dupla foi rever o negócio Kossovo essa de Estonia é uma falsa questao depois do Patrice passar 3 semanas naquela zona volta porque programa governação electrónica é prioridade e a população esta na miséria, saude não há medicamentos, frustada aumento de violação. Conselho ao super ministro Varela pedir ajuda durante a estadia na estonia apoio para lutar contra corrupção que os americanos chamam oficial.
    Deus nos proteja desses políticos maus S.Tomé poderoso

  15. FCL

    30 de Junho de 2015 as 18:11

    Arranja também um Presidente da Republica e um da Assembleia eletrônicos…

  16. Pastor

    12 de Julho de 2015 as 1:16

    Elegeram esse “sujeito” uma vz foi 1 erro. Voltaram a elege-lo de novo…pura Estupidez.
    Ele nao fala Portugues…nem Forro…nem Monco…nem Angular…ou Tonga. Pepe Lima ta muito certo. Aguentem seus BURROS DE CARGA…kokoeh

  17. karlles santos

    3 de Agosto de 2015 as 17:11

    A Governação Electrónica (ou a informatização geral da administração pública) é algo que já devia acontecer a muito tempo, estamos na era da informática gente. É preciso falar mais o quê!?.

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