Política

MLSTP e a Coligação renovam compromisso de Governar STP

Desde 3 de Setembro último, que o MLSTP e a coligação PCD-MDFM-UDD, rubricaram um acordo de incidência parlamentar, com vista a garantir a sustentabilidade do governo que ambas as forças políticas, projectavam para depois das eleições legislativas de 7 de outubro.

Esta quarta – feira, numa conferência de imprensa, as duas forças da oposição produziram uma declaração conjunta, onde a luz do acordo de incidência parlamentar, se comprometem a «garantir a sustentabilidade parlamentar ao futuro governo de coligação, a ser formado por ambas forças políticas e liderado pelo MLSTP/PSD com base na aprovação prévia de linhas de orientação estratégica para governação».

No segundo ponto da declaração conjunta, as duas forças políticas deixam claro que não vão permitir, o aliciamento dos deputados das suas bancadas parlamentares. «Preservar a efectiva estabilidade da maioria dos assentos conquistados no parlamento, como condição indispensável para assegurar a constituição e a continuidade de um novo governo».

Segundo o Presidente do MLSTP, Jorge Bom Jesus, as duas forças já estão a trabalhar na elaboração do programa do governo maioritário. A declaração conjunta confirma as declarações do Presidente do MLSTP. «Aprovar um programa de governo para a XI legislatura, tomando em devida conta as linhas de força estratégicas das forças políticas signatárias e ter como fim último, tão cedo quanto possível, as vias para um desenvolvimento sustentado do país, envolvendo a participação da sociedade civil».

Abel Veiga

    11 comentários

11 comentários

  1. "Grande Povo Pequeno"

    24 de Outubro de 2018 as 15:21

    Para que não restem dúvidas.
    Muito bem, o Sr. Presidente que decida e assuma as consequenciais dos seus actos.

    Falam de compra de deputados como se da coisa mais normal se tratasse. O que mostra a índole destas pessoas que pensam que por dinheiro vale tudo e que o dinheiro tudo compra.

    Caro Jorge Bom Jesus, das primeiras medidas a tomar deve ser auditoria as contas do estado e principais direcções e empresas.
    Se necessário solicite apoio de Portugal ou Angola. Que mandem suas melhores equipas para fazer este levantamento para que se conheça o real estado do País.

    Nenhum Director deve sair sem entregar as pastas e dossiers em curso, bem como responder a todas as possíveis questões resultantes da auditoria.

    Se fizer isso vai ver que não sobrará um com ficha limpa, e terá uma base firme para seguir com suas ideias para tirar-nos desse buraco em que nos encontramos.

    Todavia,os que tiverem ficha limpa (se houver) e mostrarem vontade de trabalhar devem ter outra oportunidade.

    Um bem haja.

    Ass: “Grande Povo Pequeno”

  2. Madredeus.igreja

    24 de Outubro de 2018 as 16:09

    Vai com, porque o povo vai julgar-vos no fim
    Medida
    1- Acabar com hora do demónio e recolocar a hora de San Tomé todo poderoso

    2- Com muita urgência_ Acertar as contas. Saber paradeiro de muitos milhões e, em que caminho tomou

    3- Entregar todos que comeram dinheiro do povo, nem que temos que nacionalizar hotel em construção.

    4- Dissolver o tribunal constitucional ou inconscientemente

    5- Rever todos contractos assinados com os países árabes. O que teriam e troca.
    Prestem bem atenção senhores, os Santomenses precisam saber a verdade

  3. JOAO CARLOS

    24 de Outubro de 2018 as 16:52

    O Presidente da República, deve contribuir para estabilidade chamando esses Partidos para formar o Governo. O ADI deve ir para a oposição e fazer uma oposição construtiva… Basta de andarem ai a inventar, procurar arranjos…. Isso já nos ensinou que não resolve nada…

  4. arroz podre

    24 de Outubro de 2018 as 16:59

    Força MLSTP e COLIGAÇÃO faz o Presidente da República saber que vocês estão organizados e têm maioria parlamentar para governar este País.
    O povo está convosco.
    Boa sorte

  5. Rice Strategy

    24 de Outubro de 2018 as 22:49

    Vai ser preciso muito caracter e patriotismo para resistir as ofertas venenosas que o Pinta Cabra esta a fazer. O homem esta disposto a vender o património para comprar deputados. O que ele gastou com o Davido são trocos comparando com a oferta que prepara. Também quem cair devera ser incriminado judicialmente, porque isto é traição a pátria

  6. ANCA

    25 de Outubro de 2018 as 0:20

    Seja ele quais partidos, coligações ou personalidades venha a governar o País São Tomé e Príncipe, nos próximos anos todos devemos estar cientes;

    De que São Tomé e Príncipe depende de ajuda exterior, de que pouco ou nada produzimos para levar a cabo nossos compromissos de crescimento desenvolvimento, que dizemos querer sustentável, de relembrar o desenvolvimento sustentável é o compromisso que vem do incentivo interior nacional, que neste mundo ninguém dá nada a ninguém, sem esperar receber algo em troca, daí temos a configuração dos programas das agências financeiras internacional, FMI, Banco Mundial, os doadores e credores internacionais, com apertos necessários. Que a euforia das campanhas eleitoralistas, os populismos jamais nos ceguem.

    A encruzilhada é difícil e nos próximos tempos será ainda mais difícil, a julgar pela conjuntura econômica e financeira mundial, jamais percamos tempo, com intrigas, desentendimentos, saibamos conjugar interesses para o bem da nação, pois que a torneira, do financiamento exterior internacional, está a fechar esgotar, o planeta dispõe de cada vez menos recursos e há milhões a alimentar sem falar na ganancia, luta pelos recursos e pelo espaços territórios, mercados, logo a competição mundial.

    De relembrar que a casa onde falta pão, todos ralham e ninguém tem razão, é a pobreza fome miséria a reinar, saibamos criar inventar uma sociedade justa de homens que podem viver em comunhão harmonia e paz.

    Porque de tanto barulho faz a montanha parir ratos.

    Deve existir Ordem, Justiça, Organização, Trabalho, Compromisso e Responsabilidade.

    De que São Tome e Príncipe, são duas ilhas e alguns ilhéus, logo a implicância da insularidade deve ter tida em conta, em qualquer programa de desenvolvimento que se diz ou quer sustentável.

    Insularidade em relação ao exterior, ou seja grandes centros de poder econômicos, financeiros, grandes centros de decisões, informação, formação mundial

    Insularidade Interna, que tem ou pelo menos devia ter consequências nas políticas ou programas de energia, eletricidade, telecomunicações, vias de comunicação e transportes quer marítimos quer aéreos, quer terrestres, basta olhar atentamente para os custos destes bens e serviços, na sua falta de infraestrutura sem os quais, desenvolvimento torna-se uma miragem.

    De que São Tomé e Príncipe, é um pequeno País, ilhas pequenas, com poucos de recursos naturais exploráveis, com reduzido número de habitantes, os quais ao longo de anos têm vindo a aumentar a sua densidade no espaço e no tempo, acompanhado da sua condição isolamento, de pobreza, fome , miséria, falta de emprego, exercendo assim uma maior pressão sobre os recursos existentes, quer florestais, ambientais, a fauna, flora, agua, inertes, como consequências de falta de ordenamento do Território e Populacional, falta de ordenamento jurídico, causas de instituições fracas, não obstante o mar.

    Devemos ter em conta de que temos instituições fracas, quer no ensino,(basta ver os números, desde o primário, básico, secundário, técnico, e superior), na saúde, na Justiça, na gestão administração da População/Território, mar- lá onde existem pessoas, instituições quer no privado, quer no público elas devem ser qualificadas, certificadas, exigidas a dar o seu melhor, sob pena de serem responsabilizadas, pelos seus atos e contratos ou compromissos. Neste âmbito ter em conta que a família é o núcleo central pilar duma sociedade, em São Tomé e Príncipe, sabemos que a família encontra-se desestruturada, por falta de responsabilização dos seus membros para com os filhos para com o compromisso familiar, assim temos a poligamia, a prostituição, a gravidez precoce na adolescência, a violência domestica quer contra as mulheres, homens, crianças e velhos, de que é necessário um compromisso social, institucional para por cobro, pois aí também se encontra a razão do agravamento da pobreza e miséria.

    De que São Tome e Príncipe tem vantagens

    O facto de dispormos de uma localização estratégica, e de um clima interno de ausência de conflitos armados e relativa calma e paz, apesar de não dispormos de muitos recursos naturais, nem de uma população espessa, estarmos perto regionalmente dum mercado de 250 milhões de pessoas com necessidades a satisfazer, precisamos de trabalhar produzir, precisamos de atrair investimentos externos, precisamos de ser um território central, na área da saúde, da justiça, um bom centro de investigação, um bom centro gestão financeiro regional, internacional, um bom centro de prestação de serviços, um bom centro de turismo ambiental e de natureza, sem esquecer o cluster o mar, suas vantagens para economia e o PIB nacional.

    Vermos a evolução organização desportivas nas suas mais variadas vertentes como uma vantagens, comparativa hoje até econômica e financeira.

    De que a produção de gado sua transformação, conservação, devem ser uma realidade a suprir,quer de aves, quer caprino, quer bovina, etc…

    De que a produção de frutas, hortaliças, flores,chás, cafés, banana, cacau, côco, plantas medicinais, sua transformação, conservação, devem ser uma realidade do comercio interno externo.

    Poderia alongar mais e mais e mais…

    Perante tudo isto e mais é necessário investirmos nas pessoas, forma-las, qualifica-las, certifica-las, necessário investir na infraestruturas de suportes.

    Hoje existe uma ferramenta essencial, as tecnologias de informação e comunicação, é necessário impulsionar seu contacto, a sua pratica e saber pela população, pois assim se fazem acesso a informação a velocidade da luz, igualmente fazem-se negócios, criam-se empresas, torna-se célere e desenvolvido, pois traduz numa ferramenta essencial na conjuntura mundial hoje.

    Tu és de São Tomé e Príncipe,

    Acredita juntos somos capaz, juntos vamos mais longe

    Acredita tu é capaz

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tome e Príncipe

    • ANCA

      25 de Outubro de 2018 as 0:32

      Ainda relembrar que jamais tivemos ou temos empresas capaz de suportar, a demanda de desemprego, nem a sustentação da nossa economia em virtude de criação de riquezas e aumentos do PIB.

      De relembra o perigo da venda dos medicamentos da rua.

      O risco das doenças endêmicas, cólera e malária, paludismo, sem falar nas doenças sexualmente transmissíveis, doenças por consumo de agua impropria para a saúde,anemias, cancros, etc…

      O mau saneamento do meio.

      Falta de controlo das pragas, ratos, pulgas, insetos

      Falta de controlo de animais domésticos, cães, porcos, cabras, patos, galinhas, etc…animais soltos provocam disseminação de doenças

  7. Pedro Costa

    25 de Outubro de 2018 as 5:27

    Não há volta a dar. O ADI não terá possibilidades de governar. Espero que quem vir possa fazer um trabalho limpo e sem espinhas. Quem vier possa ir atrás de todas as questões que surgiram anteriormente , principalmente o caso dos 30 milhões de dólares ou euros. Este caso tem de ter explicação e que não deixem sair do país para já quem esteve no poder.

  8. Bem de S.Tomé e Príncipe

    25 de Outubro de 2018 as 8:07

    Isso demonstra que ADI é o verdadeiro factor de instabilidade no país. MLSTP e Oposição já fizeram acordo de incidência parlamentar. O que têm vcs de ADI a dizer que vão coligar com os partidos de oposição para formarem governo? Querem desenfreadamente comprar deputados. Isto tb demonstra corrupção de forma aberta e o desrespeito ao povo que quer outro governo no poder.E vcs (ADI) vieram confirmar mais uma vez que não são democráticos. Dão dito por não dito;afirmaram antes das eleições que iriam respeitar os resultados.Uma vez publicados, reivindicaram 2000 votos nulos e brancos. Que vergonha. Sr. Abenilde, quem tem mais pode mais.

  9. Rapaz de reboque

    26 de Outubro de 2018 as 9:53

    Para ser umm governo estavel tem que ser escolhido pessoas competentes e honestas,nao ser um governo composto por amigos e familiares, temos pessoas com telento e conhecimento para ocupar algumas pastas nao exitem de nomear agumas pessoas que nao fizeram parte de nenhum partido para ocupar algumas pastas se forem fazer nomeações baseado em amigos ou por ser do partido a ou b que nao tenha talento esta tudo perdido boa sorte ao novo governo

  10. Barão de ÁguaIzé

    26 de Outubro de 2018 as 12:52

    Pense-se, planeie-se nova política, Novo modelo econômico, que tem que passar necessáriamente com o fim das nacionalizações, e privatizar toda a agricultura. Mantendo o modelo actual, mais pobreza virá e povo continuará num sofrimento imerecido. MLSTP tem coragem política para transformar STP.

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