Política

PR deu posse ao novo Chefe de Estado Maior das FASTP

Coronel do Exército Idalécio Pachire foi empossado esta segunda – feira pelo Presidente da República Evaristo Carvalho, como novo Chefe de Estado Maior das Forças Armadas.

Antes de jurar cumprir as leis da República, o coronel Idalécio Pachire, foi promovido pelo Chefe de Estado à patente de Brigadeiro.

Idalécio Pachire regressa ao comando das forças armadas de São Tomé e Príncipe, após ter sido de 2003 à 2011, comandante das Forças Armadas. Um espaço de tempo em que não havia no ordenamento militar são-tomense a categoria, ou o cargo de Chefe de Estado Maior.

Só a partir do ano 2012 foi implementada a lei que cria o cargo de Chefe de Estado Maior das Forças Armadas.

Para o brigadeiro Idalécio Pachire, o seu empossamento como Chefe de Estado Maior, «é uma responsabilidade muito grande, mas conto com a colaboração da minha equipa de trabalho, e os militares em geral, para que tudo façamos para que a nação santomense possa estar em paz», afirmou o brigadeiro.

Devolver dignidade a instituição militar é um dos propósitos do novo Chefe de Estado Maior. «Vamos tudo fazer para que as forças armadas possam estar no seu lugar digno», pontuou.

7 anos após a criação do cargo de Chefe de Estado Maior das Força Armadas, São Tomé e Príncipe assiste ao empossamento do quarto brigadeiro nessas funções.

O Primeiro Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, foi o Brigadeiro Felisberto Maria Segundo. Empossado em Agosto de 2012, o então Chefe de Estado Maior, acabou por abandonar as suas funções em Fevereiro do ano 2014, por causa de uma insubordinação militar que eclodiu no quartel general das forças armadas naquele ano.

O brigadeiro Justino Lima, foi empossado em 2014 e em substituição do primeiro brigadeiro, mas também não demorou na função de Chefe de Estado Maior.  Já em Janeiro de 2015, pediu a sua demissão, após um vídeo pirata gravado dentro do quartel general ter denunciado o então Chefe de Estado Maior, como tendo pontapeado, um delinquente, que estava a ser castigado por outros oficiais militares na parada do quartel general.

Horácio Sousa, foi o Brigadeiro que mais tempo ocupou o cargo de Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, ou seja, de 2015 até 2019. Segundo a lei o mandato do Chefe de Estado Maior das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe, é de 3 anos, no entanto renováveis, por decisão do Governo.

O Brigadeiro Horácio Sousa, não mereceu a confiança do actual Governo para continuar a liderar as forças armadas por mais 3 anos. O Conselho Superior de Defesa mandou cessar as suas funções, e para substituí-lo o Governo indicou o nome do então Coronel do Exército, Idalácio Pachire.

Abel Veiga

    5 comentários

5 comentários

  1. Moisés Lusitado

    28 de Maio de 2019 as 9:52

    Parabéns Pachiri. Tu mereces. Homens que dao provas nas suas missões devem de facto serem chamados para dar continuidade com humildade, sabedoria e competencia. Mais uma vez o governo de JBL fez escolha certa na pessoa certa para lugar certo.
    Homens assim como Pachire cultivam a paz ao contrario de um tal de Eugénio Tiny que tem usado e abusado da Radio Jubilar – uma Radio Católica, para estar a incitar a violencia.
    Esse Eugénio Tiny, um zero a esquerda arrumado em ser analista politico e que nao entende nada. Recentemente ele foi humilhado por Cosme Rita e ficou feito um paspalho. Ele tentou fazer um estagio de jurista no Ministério publico e numa avaliação de 0 à 20, foi-lhe atribuida uma nota de 3,8. Portano o tipo é um fraco, um frustrado e mais ainda, é um chulo. Procurem conhecer a real historia dele.

  2. Fusoê

    28 de Maio de 2019 as 15:39

    Agora investiga o tal horácio sousa pela corrupção no seio dos militares e por politizar o exército e sobretudo trazer a tona o assunto do golpe de estado. que envolve o Tenente, visto que ele sabia de tudo e informou aos politicos em vez de Quartel general.
    E Outro porquê permitiu militares Ruandeses cá na Terra.

  3. TonyexMk

    28 de Maio de 2019 as 16:55

    Interessante, em Stp, quais as missões militares é que intervieram?

    Stp gasta dinheiro em militares para quê? Se chegar a Stp uma força estrangeira manda no País, como já aconteceu. O País tem cerca de 200 mil habitantes, estamos a falar de despesa para nada, porque também não têm equipamentos nem armamento para realizar operações militares. Veja se a marinha, se não são os brasileiros e os portugueses, não havia equipe de salvamento do amfitri, conforme se passou com o Santo António.

    Coloquem o orçamento de estado, no desenvolvimento do povo!!!

    Vergonha de País

  4. jose mario

    29 de Maio de 2019 as 10:42

    Os militares de chefia estão todos gordos….que nem as calças e camisas os servem uma vergonha….é a boa vida que os politicos andam a dar….

    • Rapaz de reboque

      4 de Junho de 2019 as 18:14

      É verdade comem tudo de bom e os praças passam fome, assim vai o nosso pais das bananas

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