Trata-se de um exercício naval concebido pelos países da África Ocidental e da África Central. Uma iniciativa africana que pretende promover a autonomia dos países banhados pelo oceano atlântico na defesa e segurança da via marítima que liga o continente africano e o mundo.
O evento serviu para a primeira aparição pública do Chefe de Estado Maior Interino das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe, o coronel do exército Virgílio Pontes, depois da sua nomeação pelo Conselho Superior de Defesa.

Concebido na capital dos Camarões – Yaoundé, pelos chefes de estado dos países africanos, a edição deste ano do Grand African Nemo, teve o apoio directo da marinha de guerra da França.
«São Tomé e Príncipe tem sido inúmeras vezes palco de ilícitos, que brigam com o comércio marítimo internacional. Vozes autorizadas asseguram que os crimes marítimos custam à África Ocidental e Central cerca de 10 biliões de dólares por ano», alertou o ministro da defesa e ordem interna.
Horácio Sousa que é brigadeiro – general, e tutela o sector da defesa e segurança do país, o exercício naval que colocou as forças navais de todos os países em operações em simultâneo, representa mais do que um treinamento conjunto. «É a materialização da nossa visão comum de um domínio marítimo seguro, que sustenta a economia azul e proteja as comunidades pesqueiras», frisou.

São Tomé e Príncipe que se debate com dificuldades para garantir a segurança no espaço marítimo que é 160 vezes maior do que a terra, espera que o projecto concebido pelos Estados africanos em Yaounde, «inspire políticas sustentáveis investimentos em tecnologias como drones e sistemas de vigilância, e sobretudo a continuidade de um futuro mais seguro, e próspero para todas as nações africanas», concluiu o ministro da defesa e ordem interna.

A guarda Costeira nacional realizou exercícios de busca e salvamento no mar, combate a pesca ilegal, e a pirataria marítima. 700 pessoas entre militares e funcionários de diversos sectores da administração do Estado participaram nos exercícios Grand African Nemo.
Abel Veiga
Pau Quimi
15 de Novembro de 2025 at 15:33
Necessário quarteis distritais e regional
Necessidade de mais estabelecimentos prisionais
Patentes bem formadas e capacitadas em todas áreas de intervenção social(ex, dadivas de sangue, limpeza urbana, protecção ambiental, do ecossistemas, flora, fauna, rios, orla marítima, aeroportos, portos, protecção infantil, dos jovens e idosos, engenharia militar quando há crises ambientais, queda de pontes, catástrofes naturais, cheias, inundações, etc…)ambiental, direitos humanos, protecção marítima, conservação de especies, saúde, segurança defesa,…
Formação profissional para os mancebos, infraestruturas e equipamentos
Por sermos um País de dupla insularidade, investimentos/aquisição, cooperação, fiscalização incorporação dos e nos meios equipamentos militar naval
Agua do mar
15 de Novembro de 2025 at 23:25
Se queremos, se pretende-mos ter instituições fortesve competentes temos que ter Homens bem formados e treinados,..
Formação suoerior, formação continua, formação para cidadania,…
Engenheira militar, enfermagem militar, emergência , socorrismo, legislação estado de direito, deveres, garantias democraticos, preservação ambiental, assistência social etc,..
Necessidade de avaliação das instituições, auditorias internas, externas, na observância dos procedimentos, e funcionamento, prossecução de melhorias, avaliação dos efectivos, valorização das carreiras, políticas de rendimentos anuais
Investimentos, equipamentos, mais valias, uso de novas tecnologias e equipamentos
A cooperação internacional
Gimbôá
16 de Novembro de 2025 at 16:42
Escola superior de formação militar, cursos em diferentes áreas e valências militar
Escola superior se polícia, cursos em diferentes áreas e valências polícias
A nivel interno
Deste modo comecariamos a mudar a realidade competências e reformulação de objectivos das instituições, fortalecendo-as
Nasceste aqui, cresceste aqui, estudaste aqui, brincaste aqui, ajuda a desenvolver o teu país, as tuas gentes, o teu território.