Política

Primeiro Conselho de Ministros do PR Evaristo analisou aquisição de vacinas para Covid-19

Pela primeira vez desde que assumiu o cargo de Presidente da República no ano 2016, Evaristo Carvalho, presidiu uma reunião do Conselho de Ministros.

O Chefe de Estado explicou que conforme determina a constituição política, presidiu a reunião por solicitação do Primeiro-ministro Jorge Bom Jesus.

O sector da saúde, foi o ponto principal do conselho de ministros realizado no palácio presidencial. A Covid-19, é a doença que mereceu destaque. O Governo explicou as acções em curso com vista a aquisição da vacina contra a Covid-19.

«Trata-se dos trabalhos que estão a ser feitos com vista a possibilidade de aquisição das vacinas para a imunização da nossa população», declarou o Primeiro-ministro Jorge Bom Jesus.

No átrio do palácio presidencial onde falou para a imprensa, o Chefe do Governo, explicou que o processo para aquisição da vacina, ainda esta numa fase preliminar. No entanto, garantiu que a partida a primeira campanha de vacinação anti-covid-19 em São Tomé e Príncipe, só atingirá 20% da população.

«Nós pertencemos a uma plataforma designada COVAX. É um grupo de países que contam com o financiamento dos parceiros multilaterais. Pelo que nos dizem, numa primeira fase teremos financiamento para a cobertura de 20% da nossa população», confirmou Jorge Bom Jesus.

Com cerca de 200 mil habitantes, São Tomé e Príncipe, deverá na primeira fase vacinar apenas os chamados grupos de risco. Os idosos, os profissionais de saúde, e as forças militares e para-militares.

Durante a reunião do Conselho de Ministros, especialistas cubanos, apresentaram às autoridades nacionais o quadro do comportamento da doença no país.

«Há alguma estabilidade. A doença está relativamente controlada», precisou o Primeiro Ministro.

O conselho de ministros de terça-feira 15 de Dezembro, decidiu prorrogar o prazo do Estado de calamidade para 15 de Janeiro de 2021.

Para a quadra festiva do natal e do ano novo, o Governo prometeu mais uma vez, implementar medidas coercivas, para garantir a segurança sanitária em todo o país.

Abel Veiga

    4 comentários

4 comentários

  1. Alligator

    17 de Dezembro de 2020 as 11:02

    Grupo de risco, militares e para-militares!!?? Porquê? Confesso que esta eu não percebi!

  2. Alligator

    17 de Dezembro de 2020 as 11:15

    Como “grupo de risco”, se bem me lembro são os bombeiros (para-militares),que negaram socorrer um cidadão na berma da estrada a morrer e acabou mesmo por morrer, porque os tais para-militares suspeitavam que o referido cidadão estava infectado pala covid-19. E agora são eles mesmos que deixaram morrer um ser humano por crueldade,incapacidade, incompetência ou sei lá o quê…é que são grupo de risco e por isso prioritários ? Haja paciência. Brincadeira.

  3. Terra Boa

    17 de Dezembro de 2020 as 12:08

    Começaram com comedias!!!

    Um país que não tem uma cadeia de frio capaz de garantir uma boa conservação já esta a pensar na aquisição????

  4. Sem assunto

    17 de Dezembro de 2020 as 19:26

    Parvos! Grupo de riscos também incluem professores e educadores que passam a vida toda em salas minúsculas repletas de crianças, bem como os choferos praças que carregam toda a população para céu e inferno.
    Quanto aos militares e para militares desconheço a utilidade e serventia desta gente no nosso país.

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