Política

Governo anuncia o retorno das aulas presenciais

Um comunicado do ministro da presidência do Conselho de Ministros, dá conta que o Estado de calamidade em vigor foi prorrogado por mais 15 dias. Até 31 de Março, o governo decidiu afrouxar algumas medidas preventivas contra a Covid-19 que foram tomadas há cerca de 15 dias.

Uma das medidas afrouxadas, tem a ver com a retoma das aulas presenciais em todos os níveis de ensino, tanto público como privado.

«É permitida a realização de aulas presenciais para alunos de todos os ciclos do ensino, nas escolas públicas e privadas, respeitando as regras gerias sanitárias. Sempre que se verificar algum caso positivo de COVID-19 entre alunos ou professores, todos os alunos da respetiva turma entrarão de imediato em isolamento profilático até que sejam realizados testes de despistagem. Por outro lado, sempre que se verificar algum caso positivo entre alunos ou professores de várias turmas na mesma escola, as aulas serão suspensas de imediato por um período de 15 dias nesta escola», diz o comunicado emitido pelo gabinete do Ministro Wando Castro.

O leitor tem acesso na íntegra ao comunicado que detalha as medidas preventivas que são mantidas, para conter a Covid-19, e as medidas que foram relaxadas, para permitir a retomada da actividade económica e social.

veja o Comunicado – COMUNICADO 15.03.2021

 

 

    1 comentário

1 comentário

  1. Sem assunto

    16 de Março de 2021 as 6:34

    Governo de m.da, travessuras, acéfalos.
    Foram tomar ordens da Unicef, logo acataram, sem antes analisarem os reias impactos do mesmo, governo de bananas, malditos, sanguinários.
    Caso houver contágio em massa nas escolas e até à morte de alunos e professores gostaria de saber quem se responsabilizara por isto?
    Com que então a Unicef vos come de cebolada, com afirmações de que a escola é segura, para as crianças, e os riscos de contágio, não é ali mas sim em suas próprias casas,é vocês logo recuam?
    Que simplório, que primário, que governo amador para cair nestas ladainhas.
    Se a Unicef está interessada no bem estar das crianças, ela já deveria tomar partido quanto aos seguintes problemas : trabalho infantil, violação e abuso sexual que as mesmas sofrem, gravidez na adolescência, uso em exeço de álcool e marijuana por parte dos meninos em idade escolar, prostituição de adolescentes etc.
    País e encarregados de educação mantenham se vigilantes não exponham os vossos filhos a este risco.
    Cadê o sindicato dos professores para insurgir contra este desproposito? Só servem para pedir aumento e mais aumento?

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