A Administração da Cervejeira Rosema liderada pela empresa angolana, RIDUX, confirma num comunicado distribuído à imprensa que a fábrica de cerveja foi assaltada na noite de 12 de julho, feriado nacional, o dia em que São Tomé e Príncipe celebrou os 48 anos da independência nacional.
«O assalto a ROSEMA foi concretizado por volta das 20 horas do dia 12 de julho por agentes da polícia nacional que ordenaram o director geral a abandonar a fábrica...», lê-se no comunicado.
No comunicado com data de 14 de Julho a administração da cervejeira diz que ainda não foi notificada de qualquer mandato «proveniente de autoridade legalmente autorizada que oredenasse esta acção policial».
Segundo a administração, após o assalto de 12 de julho, os novos gestores impostos pela polícia nacional, já começaram a vender cerveja. No entanto alerta a direcção dos impostos de que não será responsável pelos impostos devidos pela venda a dinheiro da cerveja que está sendo feira na fábrica, sem a observância dos pressupostos tributários.
O Téla Nón coloca a disposição do leitor, o comunicado da Cervejeira Rosema, para melhor compreensão da situação na fábrica de cerveja.
Abel Veiga
1 –
2 –
ualquer
Renato Cardoso
15 de Julho de 2023 at 11:20
Imperdível!
Clemilson
16 de Julho de 2023 at 7:01
Entendi nada
Devolve a Minha Rosema
17 de Julho de 2023 at 21:03
Agora quem decide os nomes para a adminsitração da Rosema e diria também o Safebond é o povo… e de 4 em 4 anos.
E só um investidor que não sabe o valor do seu dinheiro vai investir em STP. Todos estes responsáveis politicos e jurídicos envolvidos nesta pouca vergonha deveriam ser julgados por crime de guerra. Porque esta brincadeira está a fazer afugentar investidores e condenar o nosso pais a uma situação de inviabilidade crónica.