O pedido de demissão do ministro das infraestruturas recursos naturais e meio ambiente, Adelino Cardoso, não trava a luta do sindicato dos trabalhadores da ENASA, a empresa de aeroportos e segurança aérea.
«Mesmo que o ministro saia, com certeza, há pessoas que têm informações para nos passar. O nosso prazo está a contar, demos 7 dias úteis, ainda estamos a tempo e vamos aguardar» – disse Arlindo Fernandes, presidente do SINASA.
E o esclarecimento urge numa altura em que os sinais de privatização da ENASA são cada vez mais evidentes.
«Não é possível que venham aí estranhos fazer medições do aerogare, pedir dados aos trabalhadores, salários e categorias para não haver nada? Duvidamos muito. Dizem aí que são turcos, que os turcos é que vão ficar com isso. Não podemos afirmar nada porque não temos documento nenhum, então, precisamos ser esclarecidos» – frisou o líder sindical.
O pedido de demissão imediata e irreversível do ministro Adelino Cardoso veio aumentar a desconfiança do sindicato da ENASA que se mostra solidário com a congénere da ENAPORT.
«Para dizer ao sindicato dos trabalhadores da ENAPORT(administração dos portos do país) que a luta deve continuar. Não devemos esmorecer e recuar porque o ministro se demitiu. Se o ministro se demitiu quer dizer que a coisa parece ser ainda mais grave e alguma coisa precisamos tirar de lá» – sublinhou Arlindo Fernandes.
Termina, esta semana, o prazo de 7 dias dado ao governo para o esclarecimento de todo o processo sobre a alegada privatização da ENASA, fim dos quais, todos os trabalhos serão suspensos, de acordo com o sindicato.
José Bouças
Madiba
3 de Janeiro de 2024 at 15:57
Meus senhores! Eu não consigo entender como é que uma empresa falida pode interessar um investidor. Dizem e eu acredito que ENASA, ENAPORT, EMAE são empresas financeiras e tecnicamente falidas. Ao invés de convidar empresários a investir em empresas viciadas e que nada dá, porque não convidá-los a inovar. Mini porto de águas profundas no lugar de Ana Chaves. Produção de energias renováveis no lugar de gasóleo. Aeroportos modernos no lugar daquele «vé cuá», chamado de aeroporto internacional. Porque todos nós sabemos que essas coisas que alguém chamou de empresas, só servem para empobrecer o próprio Estado e envergonhar todos santomenses, pois não geram receitas nenhumas e nem tão pouco modernizam a economia nacional. Não vejo nenhum investidor em condições de fazer aquilo gerar lucros. A não ser que a falta de seriedade ofusca a busca da razão e a visão, uma vez mais dos nossos políticos.
ze almeida cruz
3 de Janeiro de 2024 at 19:50
Ultima Hora :
Partrice Trovoada achou que não deve explicações ao Vila Nova.
Proibiu imprensa qualquer cobertura.
Vila Nova pronunciou e ele mandou o PR calar. Um vergonha.
Após cerca de 3 horas de encontro abandonou a sala porque deveria viajar e deu ultimato ao Vila Nova de pronunciar à imprensa até ao seu regresso.
Vila Nova a lagrimar.
Original
4 de Janeiro de 2024 at 9:18
Os sinais são evidentes
Alerta
3 de Janeiro de 2024 at 19:51
Carlos Vila Nova e o Patrice Emery Trovoada estão a abusar deste povo.
Estão a procura de guerra civil, oquê? O povo Santomense não quer isso, mas os corruptos estão a provocar uma guerra desastrosa no País. É melhor cabeça fria e enviar-se isso.
Patrice Trovoada tem que sair.
Isso no final vai dar muito mal porque já é suficiente o sofrimento deste povo e País quase todo destruído.
Isto é demais.
Patrice Trovoada não tém razão. Corrupto.
Presidente Carlos Vila Nova não tem razão porque está deixando um banindo destruir o Pais.
A comunidade Internacional vai ficar do lado do povo nesta disputa política.
Vamos fazer as coisas como elas devem ser para se evitar mais problemas nesta terra.
É demais! É demais!
Povo está a querer trabalhar bem em boa fé. São vocês que não querem!
Quem tem razão?