O Presidente da República de S.Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova, empossou os novos membros do XVIII governo constitucional, liderado por Patrice Trovoada.
A tomada de posse surge na sequência da remodelação governamental proposta pelo primeiro-ministro santomense.

A nova estrutura do governo remodelado passa de 11 para 13 pastas ministeriais, algumas com novas designações e a entrada para o executivo de cinco novos ministros.
Lúcio Daniel Lima Magalhães é o novo ministro da presidência do conselho de ministros, dos assuntos parlamentares e da coordenação sustentável.

Ângela José da Costa que exercia o cargo de embaixadora na Guiné-Equatorial passa a ser a nova ministra da saúde e dos direitos da Mulher.

Para a economia foi chamado Disney Leite Ramos.

Nilda Borges da Mata é a ministra do Ambiente.
O novo titular da pasta das Infraestruturas e recursos naturais é José Carvalho de Rio. Celsio Junqueira que perdeu a saúde, continua com o Trabalho e Solidariedade.
Gareth Guadalupe fica apenas com os negócios estrangeiros cooperação e comunidades e Ginésio da Mata que perdeu o pelouro de economia Azul, passa a ocupar-se apenas do Planeamento e finanças.
Sem alterações ficam as pastas da justiça, administração pública e direitos humanos, com Ilza Amado Vaz, da Defesa e Administração Pública, com Jorge Amado, da Educação, Cultura e Ciências, Isabel de Abreu, da juventude e Desporto, Eurídice Medeiros e de agricultura, desenvolvimento rural e pescas, Abel Bom Jesus.
No ato de posse, que decorreu no salão nobre do Palácio Presidencial, não houve qualquer declaração aos jornalistas, nem habitual foto de família. O primeiro-ministro anunciou uma conferência de imprensa para esta quarta-feira.
José Bouças
Patrice
10 de Janeiro de 2024 at 6:30
Patrice Trovoada parecia humilde
Cobra!
Ele gosta de bilá kabá
Quando se trata de actos corruptos
Doutor especializado
Na área dos Roubos
Que é que Patrice propõe
Para se retirar; ele próprio?
Patrice Trovoada revela nada sobre a maturidade democrática.
Mezedo
10 de Janeiro de 2024 at 8:57
O presidente perdeu a melhor oportunidade que tinha que era pedir a cabeça do maior desgraçado do país. o próprio PT, porque enquanto ele tiver a frente do governo nada mas nada mesmo vai melhorar.
STP - SOMOS TODOS NÓS
10 de Janeiro de 2024 at 10:30
Mais uma vez, fica clara a falta de visão do Patrice Trovoada…..não realçar um setor como o turismo para S. Tomé e Príncipe ou é burrice e miopia juntos ou é muita soberba…. E assim continuamos no marasmo !
Simão Vila Nova
10 de Janeiro de 2024 at 11:02
Ministério da Defesa e Administração Interna
Madiba
10 de Janeiro de 2024 at 14:37
OK! Enfim uma remodelação. Eu, espero muito sinceramente que essa mexida no governo possa trazer coisas boas para este povo e este país. Meus senhores, desde a nossa independência que coisas destas acontecem. A comida nunca aumenta nas nossas mesas. As estradas têm autênticas crateras como se uma guerra tratasse. Energia e água a conta gotas. Preguiça tomou conta dos funcionários públicos. Portanto, eu não estou minimamente interessado na remodelação do governo. Eu quero sim a melhoria das condições de vida. Este país precisa é de trabalho e não mudanças de caras. Mudança sim, da mentalidade dos políticos santomenses. Não se pode aceitar que um primeiro-ministro, durante um ano, passe mais tempo no estrangeiro do que próprio país que ele governa? Que resultado se podia esperar dos seus ministros? E os diretores? Os funcionários públicos? Como é que pode este país ser credível? Quem vai injetar o seu dinheiro num país onde os governantes ainda têm este tipo de mentalidades. Porquê tanta vaidade?
Madiba
10 de Janeiro de 2024 at 15:11
Espero que o povo seja o maior beneficiário desta remodelação. Eu, pelo menos não vi, no meu prato, mais comida na mesa. E além de mudança das pessoas talvez seria melhor mudança das mentalidades dos políticos de S. Tomé e Príncipe. Como se explica que em apenas um ano, o 1ºMinistro, passe mais tempo fora do país do que no país que ele próprio dirige. Na sua ausência, o que os Ministros podem fazer? E creio haver Ministros que não fazia qualquer sentido levá-lo para lado nenhum. A não ser para o inferno. Não dá nada!
Renato Cardoso
10 de Janeiro de 2024 at 15:48
O dito chefito da banda é fraco e o elenco formado só pode ser fraco também.
Não há chance de resolver-se os vários problemas das Ilhas com gentes que não percebem nada da administração.
Talvez adotando a língua francesa como idioma oficial das ilhas o gabones pode conceituar e definir soluções melhores porque em português ele e os seus subservientes são todos matapau!
Joao Batepa
15 de Janeiro de 2024 at 17:16
Acho que precisam de 2 primeiro ministros. Um do paleio que viaja e outro sensato que trabalha. O ministro do Paleio pode ocupar também a posição do ministério estrangeiro.
Depois precisam de apenas mais 3 ministérios.