Patrice Trovoada defende a urgência de se acabar com o roubo de medicamentos e de consumíveis em São Tomé e Príncipe.
“Os medicamentos vão chegar. Depois, temos que acabar com aquilo que todos os santomenses sabem e não falam: o roubo de medicamentos e de consumíveis neste país.”
Ainda em relação à falta de medicamentos, o Primeiro-ministro diz que é preciso colocar o dedo na ferida.
“Se nós não melhorarmos a gestão, mesmo esses medicamentos que toda a gente reclama vão aparecer à venda no mercado, nas clínicas de cada um, no frigorífico. Vão vender e vamos recomeçar com uma situação de rutura.”
O chefe do governo avança com algumas medidas.
“Vamos tomar uma série de medidas que passam por equipas de fiscalização, melhor coordenação com a ordem dos médicos, informatização dos serviços e, provavelmente, por outra política de recuperação de custos.”
O primeiro ministro volta a dizer que a greve dos médicos por tempo indeterminado que começou no dia 24 deste mês é ilegal.
“Eu pedi à Ministra da Saúde para dialogar sempre que for necessário. Agora, dialogar para depois assinar um memorando quando uma greve é ilegal, não contem com este governo. Isso é mesmo autoridade do Estado. Uma greve ilegal, você aconselha os sindicatos, que até recebem formação para saber como isso funciona, a corrigirem. Não corrigem e querem assinar o memorando? Não.”
Segundo o chefe do governo, não obstante a ilegalidade da greve, as condições já estão a ser criadas para atender às reivindicações dos médicos.
No meio da polémica a greve dos médicos não tem para já um fim à vista.
José Bouças
SEMPRE AMIGO
28 de Outubro de 2024 at 11:44
Segundo o primeiro ministro Patrice Trovoada “a greve é ilegal,não contem com este governo,isso é mesmo autoridade do estado.”Eu pedi á Ministra da Saúde para dialogar sempre que for necessário.”Por sua vez o sindicato dos médicos, numa nota de imprensa reagiu:”Podemos até concordar que a única ilegalidade(e quiça um crime)é ter um sistema de saúde cada vez mais precário,incapazde assegurar condições básicas para a saúde de uma população.ILEGAL É QUERER ABAFAR O NOSSO GRITO DE SECORRO COM FALÇAS DECLARAÇÕES .”