O hospital Ayres de Menezes, a maior infraestrutura sanitária do país, com capacidade para 482 camas, passa a estar informatizado.
O diretor do estabelecimento fala de um salto significativo rumo à modernização dos cuidados de saúde.
“Com essa infraestrutura, interligamos 10 serviços no Hospital Dr. Ayres de Menezes, permitindo uma troca de informações ágil e eficiente. Além de otimizar nossos serviços clínicos e administrativos, isso garantirá a segurança dos dados e a interoperabilidade dos nossos sistemas” – garantiu Virgílio Mandinga.
A informatização do hospital de referência de São Tomé e Príncipe resulta da parceria com a CST, a Companhia Santomense de Telecomunicações.
“Este projeto conjunto exemplifica uma boa prática de cooperação entre o mundo empresarial e o setor público. A CST está comprometida com o desenvolvimento do país na área da saúde e em outras áreas que possam surgir” – destacou Albano Batista, Administrador da CST.

O primeiro-ministro considera que a digitalização facilitará a vida dos profissionais de saúde, mas não perde de vista a necessidade urgente de construir um novo hospital.
“Um hospital moderno não pode ter a infraestrutura que temos atualmente. Vamos continuar a trabalhar para alcançar esse hospital moderno, mas não podemos deixar as coisas como estão. Espero que este pequeno passo facilite a vida e as operações de todos os envolvidos neste hospital. Nosso objetivo é um novo hospital com novas valências” – sublinhou Patrice Trovoada.

O chefe do Governo enfatizou também a necessidade de repensar o sistema nacional de saúde, com o objetivo de dedicar maior atenção aos distritos sanitários.
José Bouças
Costa Trovoada
9 de Dezembro de 2024 at 20:32
Infelizmente o nosso país é um país adiado. Os nossos dirigentes gosam e abusam connosco. Eles não precisam do hospital, porque uma dor de cabeça pegam no avião e vão para exterior. Sendo assim, essa é mais uma treta do PT. Não é a primeira vez que ele está no poder e sempre com a mesma pinta. Já sabemos desta história. O mal é somos um povo burro e gostamos de ser tratados assim, e assim vamos ser tratados, com migalhas. Está na altura de acabamos com a elite de MLSTP,ADI, PCD, MC-PUN, BASTA,e dar oportunidade aos novos movimentos. Até podem ser piores, mas é preciso damos uma oportunidade aos novos. Os mais antigos já tiveram oportunidade mais do que o suficiente.
Lucas
10 de Dezembro de 2024 at 1:38
Desculpem a pergunta
Já tem agua?
Edson Neves
10 de Dezembro de 2024 at 15:52
Realmente precisamos de pelo menos um Centro de Atendimento Hospitalar devidamente estruturado para atendimentos à população, todavia, é preciso que as coisas sejam feitas com a devida cautela de forma a evitar o superfaturamento da obra, fraudes no processo licitatório e demais vícios que comprometem o curso legal atos públicos. Assim, o país talvez conseguirá reduzir a fila de espera de doentes à tratamento em Portugal, o desvio de recurso público, e evitar mais mortes de pacientes à semelhança do que ocorreu com a inesquecível Diamilla Salvaterra que sofria de fibrose pulmonar em agosto desse ano.
Não entendi o por quê de tanto barulho do Primeiro Ministro, quem quer fazer simplesmente faz!!!
Já tem orçamento? Já houve empenho? Já tem projeto? O processo licitatório já foi concluso para publicação de edital?
Ou é apenas estratégia política para ganhar tempo? Dizer apenas que é favorável a construção de novo hospital sem antes minimizar os danos à saúde da população em termos materiais e profissionais face à essa vergonha chamada Hospital Central Ayres de Menezes não significa nada! É apenas teatro, só cena.
Renato Cardoso
10 de Dezembro de 2024 at 21:50
As gentes das Ilhas merecem ter politiqueiros que vivem à sua custa e humilha os seus filhos!