A delegação da Polícia Judiciária na ilha do Príncipe, que é o principal braço do governo regional no combate contra o crime de violação sexual de crianças, acabou por se confrontar com o crime dentro de portas. O coordenador da PJ no Príncipe, é acusado pelo Ministério Público de violação de uma menor de 13 anos de idade.
Num comunicado com data de 23 de janeiro, a Procuradoria-Geral da República diz que 4 indivíduos da ilha do Príncipe foram detidos e mandados para a cadeia em regime de prisão preventiva. Os 4 homens são suspeitos da prática de abuso sexual de menor.
«No âmbito da investigação de um auto de instrução registado na Procuradoria-Geral da República da ilha do Príncipe, o ministério público ordenou a detenção fora de flagrante delito de 4 suspeitos por abuso sexual de duas menores», diz a nota da Procuradoria-Geral da República do Príncipe.

Antes do pronunciamento do Ministério Público, o Presidente do Governo da Região Autónoma do Príncipe, Filipe Nascimento, rejeitou a possibilidade de o fenomeno ter-se alastrado na ilha. «Refuto que haja índice no Príncipe fora daquilo que se pode considerar normal. Eu refuto isso», afirmou o Presidente do governo regional
No entanto, as autoridades judiciais e as ONG garantem que a violação sexual de menor explodiu em São Tomé e Príncipe.
Pelo menos o coordenador da PJ no Príncipe já foi transferido para São Tomé, onde deverá aguardar o julgamento em regime de prisão preventiva.
A cadeia central de São Tomé e Príncipe registou nos últimos dois anos uma grande avalanche de reclusos, uns aguardando o julgamento e outros já condenados pela prática do crime de abuso sexual de crianças.
Abel Veiga
Khd
23 de Janeiro de 2025 at 23:15
Sensacionalismo jornalístico em altas… Diz com exatidão tudo o que ele disse. Tudo isso para chamar atenção e vender jornal? Passa notícia isenta e seja sério.
Cantagalo
23 de Janeiro de 2025 at 23:22
Esse jornalista Abel deve sofrer de algum complexo…
ANCA
24 de Janeiro de 2025 at 10:51
Problema de que o país se confronta, que preciso ter coragem de mudar, se o isolamento devido a insularidade nos condiciona isto nos condicionada duplamente a saber:
A incapacidade de a justiça, a segurança, a protecção funcionar, pelos condicionalismo politico, deve-se ou dever-se-a salvar as instituições destas intromissões.
Temos na nossa sociedade, comunidade, problemas de desvios comportais que levam a crimes, violações, violências, roubos, consumo exagerado de álcool, consumo de estupefacientes, a poligamia, a pedofilia, corrupção, desestruturação familiar etc,…
Enquanto jamais formos capazes de por termos a estas situações, teremos imensas dificuldades em resolver os problemas económicos e financeiros, logo social da nossa sociedade, comunidade, país.
Assim torna-se necessário urgente acabar, com impunidades, no seio da sociedade, comunidade, administração,…
Situações de violações de menores, homens maiores de idades assediar, violar, engravidar, menores,…sem que a sociedade civil, cidadãos, organizações, juizes, médicos, advogados, se movam e repugnem estes comportamentos…
A situação de anarquia, assedios, corrupção dentro dos serviços da administração publica e empresas,…
A ociosidade, o consumo de alcool,drogas, violência sobre idosos, a pobreza, a miséria,…questoes culturais nocivas, comportamentos inadequados,etc etc…
Tudo isto condicionam qualquer esforço governamental para inverter o quadro social, económico e financeiro do pais,…
Uma menor que engravida, e é deixada com o filho na mão, que seja obrigada a de8xar os estudos, tem dificuldade em criar alimentar filho, trabalho,…etc estamos a disseminar a pobreza no país, e a desestruturar a primeira instituição do país, a família, isto tem repercussões nas instituições do estado, torna a sociedade, comunidade, fraca, logo instituições fracas….logo o não desenvolvimento.
Assim a situação dos roubos( ex, um agricultor,cooperativa, que com esforço tenta produzir uma cultura, outros vêm e roubam antes de o mesmo/os poderem colher, os animais, os gados, os sinais de trânsito, as janelas de casas, até sanitas, lavatórios já roubam, etc etc) entre outras prejudiciais a sociedade, se se combate somente com políticas judiciais, leis, educação/ formação e formação para as famílias e cidadania é essencial.
Se és de São Tomé e do Príncipe, se nasceste aqui, cresceste aqui, estudaste aqui, ajuda a desenvolver e mudar o teu país, a tua comunidade.
Pratiquemos o bem
Pois o bem
Fica-nos bem
Deus abençoe São Tomé e Príncipe
ANCA
24 de Janeiro de 2025 at 11:13
A Região Autonoma do Príncipe, é tambem parte do território, a população que lá habita, os cidadãos que lá residem, são São-tomenses, por isso estão sujeitos a leis nacionais.
O actual estado em que chegamos, em que nos encontramos, a nivel social, exige, rigor, reposição da autoridade de estado em todos níveis e organismos do estado, sem medo, é tempo de verdade, é tambem tempo de organização, responsabilidade e responsabilização, a reforma da nossa sociedade, comunidade, instituições, famílias, exige este desígnio, para inverter o objectivo, de bem estar económico e financeiro a curto prazo.
A justiça é chamada a agir, aos responsáveis, gestores, administradores, aos cidadãos, a sociedade no geral, outra cultura, outra postura,…
A segurança é determinada a agir, no compromisso e garantias do estado democrático, jamais de anarquia, ou seja país e sociedade comunidade, cidadãos, sem regras, comportamentos desadequados,…
A protecção e solidariedade é chamada a agir, num difícil clima de pobreza, miséria mental, miseria material, falta de emprego jovem, iliteracia, crimes,…
Se se quer inverter a realidade, este é o memonto de olhar e compreender a sociedades, a comunidade entender os propósito e desafios de um país, pequeno, insular, de dupla insularidade, que tens desvantagens e vantagens…
Questão como a violência sobre idosos, violência doméstica, violência infantil, trabalho infantil, violações, crimes, roubos,….
Abandono infantil, abandono de idosos, meninos de rua, idosos de rua…prostituição infantil, etc
O obscurantismo, a feitiçaria, o curanderismo, praticas culturais nocivas ao desenvolvimento sociedade/comunidade, assim como violação de menores, assédio de menores, assedios na rua, no local de trabalho, devem ter um enquadramento executivo, legislativo, …
Temos de mudar, moderniza a nossa sociedade, comunidade, instituições, família.
É na verdade momento de encruzilhada, mais também momento de oportunidades de inverter a realidade, os desafios são enormes
Mas iremos conseguir
Se és de São Tomé e do Príncipe ajuda a desenvolver o teu país, a tuas gentes, o teu território, mar, rios, população administração.
Pratiquemos o bem
Pois o bem
Fica-nos bem
Deus abençoe São Tomé e Príncipe
É tempo de transparência e de falar a verdade, de responsabilidade e de responsabilização.
Sobre pena de que jamais o fizermos afundarmos como país, como sociedade, como comunidade
ANCA
24 de Janeiro de 2025 at 12:16
As vítimas, dos crimes, de violações, violência, roubo,…
Necessário ter uma abordagem multidisciplinar, no acompanhamento apoio e protecção.
Necessário ter um trabalho com as vítimas, bem como a família, das vítimas,( existem relatos também de comportamentos desviantes das dos adolescentes, situação que impõe necessidade de formação, formação para cidadania, responsabilidade/responsabilização, parentais), apesar de nada justificar este comportamento de assédio, violação infantil, pedofilia, violência doméstica, violência infantil, trabalho infantil, abandono infantil, violência sobre idosos, abandono de idosos, roubos,…
Se por um lado é preciso, continuar agir, ações por cobro a estas situações, há também necessidade, de acompanhamento, apoio, às vítimas … assim como hávera necessidade de melhorar, as condições de aprisionamento dos reclusos, assim como a construção de mais estabelecimentos prisionais, para que jamais venhamos a situações de sobrelotação do estabelecimento prisional actual, será também necessário, programas de formação dentro do estacionamento prisional rumo a integração social, pós cumprimentos de penas, assim como deve haver penas acessório de trabalho comunitário( construção do país, limpezas das ruas, dos campos, fas roças etc…)
Se és de São Tomé e do Príncipe ajuda a desenvolver o teu país
Trabalha, estuda, empreende, investiga, cria, produz
Pratiquemos o bem
Pois o bem
Fica-nos bem
Deus abençoe São Tomé e Príncipe
ANCA
25 de Janeiro de 2025 at 12:57
Situação como;
Vendas de bebidas alcoólicas aos menores de idade, de estupefacientes
Frequência de espaço de diversão nocturno por menores de idade.
Menores a vender nos mercados na rua, ou a dormirem na rua, abandono infantil.
Assédio ao professores para passar de ano, ou ter boa nota, ou pagar uma quantia monetário aos professores e funcionários administrativos para passar ano, ter boas notas, compra de diploma e certificados
Assedio sexual na rua, no trabalho, bem como assédio de menores por professores, directores, ministros, funcionários publicos, bem como homens maiores de idade, muitas vezes com promessas de bolsas de estudos, uma viagem e estadia na europa,…
Pedofilia, poligamias, trabalho infantil, prostituição infantil, abandono de idosos
Dentre muitas outras, exigem respostas, acções e abordagens multidisciplinares, multisectorias
É tempo de responsabilidade/responsabilização
Pedagogia profissional
É modernização da sociedade, neste sentido exige-se respostas a estas e outras situações
Se nasceste aqui, cresceste aqui, estudaste aqui, ajuda a desenvolver o teu país
Protege os teus filhos, a tua família
Respeita a tua mulher, respeita o teu marido, cuida da tua família
Estuda, trabalha, produz, inventa, investiga, cria empresa
Somos de São Tomé e do Príncipe
Ama a tua cultura, queira ver os teus conterrâneos bem, a tua sociedade, comunidade evoluir, modernizar, desenvolver de forma sustentável
Pratiquemos o bem
Pois o bem
Fica-nos bem
Deus abençoe São Tomé e Príncipe
wilson fudeu sua mãe
14 de Março de 2025 at 17:04
Isto não é novidade, é apenas mais um episódio nauseante de um ciclo de impunidade que já dura há demasiado tempo. Quando se tem deputados, polícias e figuras de autoridade a destruir infâncias e a perpetuar uma cultura de abuso, o que se pode esperar da justiça?
Não é só um problema de um coordenador da PJ ou de quatro detidos – isto é um problema sistémico, um problema de uma sociedade que normalizou a violência sexual contra crianças e que se indigna hoje para esquecer amanhã. Os políticos fazem declarações vazias, a justiça atua a conta-gotas e a sociedade finge que isto é um caso isolado, quando toda a gente sabe que não é.
Quando um presidente regional tem o desplante de dizer que “refuta” que o problema tenha alastrado, fica claro que o objetivo não é proteger as crianças, mas sim proteger a imagem política. Como se alguma violação fosse “normal” ou aceitável dentro de uma estatística qualquer! O facto de este caso ter chegado à comunicação social é apenas a ponta do iceberg – quantas crianças vivem este inferno sem que ninguém saiba? Quantos agressores continuam livres porque têm “padrinhos” bem posicionados?
Enquanto continuarmos a permitir que os criminosos estejam confortáveis no poder e que a justiça seja seletiva, a tragédia vai repetir-se. Porque quem deveria proteger é quem abusa. E quem deveria julgar, fecha os olhos.