Américo Ramos, o actual primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe foi o último governador do Banco Central de São Tomé e Príncipe.
Na quarta- feira, o Chefe do Governo respondeu a pergunta feita pelo Téla Nón que reflecte a preocupação da sociedade civil santomense sobre a nomeação do seu sucessor para governar o Banco Central.
«Temos na Assembleia Nacional, uma nova lei orgânica do Banco Central prestes a ser aprovada, que prevê a reorganização da governação do Banco Central, e a nomeação de um novo governador», afirmou Américo Ramos.
No fundo o XIX governo constitucional liderado por Américo Ramos pretende que o próximo governador do Banco Central seja legitimado pela nova lei orgânica.
«A lei orgânica em vigor actualmente define que a vice-governadora ocupa as funções enquanto houver vagatura. Por isso, não faz sentido nomear agora um novo governador na base de uma lei orgânica antiga e daqui a 5 ou 10 dias, fazer-se a nomeação de um novo governador». Frisou.
O primeiro-ministro considera que o governo está a gerir de forma coerente a situação de nomeação do novo governador do Banco Central.
Abel Veiga