O Américo falou mas não disse nada substancial de concreto para execução. Foi um retrato (não retito) de boa vida, passar tempo sem medidas. Ele diz programa, governo, projeto, assembleia, etc., etc. Parece assim um tchiloli de uma pessoa bêbada. Vamos levar o assunto a sério para resolver o problema dos emigrantes são-tomenses que vivem sem moradia em Portugal.
18.03.2025: As Barracas em Lisboa: Vivem alguns São-tomenses debaixo da ponte em Portugal sem habitação ou residência permanente?
Boa semana minha gente,
Precisamos positivamente fazer o nosso melhor para ajudar a humanidade a progredir, desenvolver e melhorar a nossa sociedade. Não há outra opção.
O recente artigo publicado em Lisboa destaca a situação dos imigrantes de São Tomé e Príncipe em Lisboa, Portugal. Enfrentando uma crise de moradia, eles construíram casas improvisadas, sem água canalizada e sem eletricidade, agora equipadas com despejo. O prazo prorrogado das autarquias locais não oferece um intervalo temporário à nossa população são-tomense mal tratada pelo Governo Português. A questão subjacente da falta de moradia acessível permanece.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades de São Tomé e Príncipe, a Ministra Ilza Maria dos Santos Amado Vaz, o Presidente da República Democrática de São Tomé e Príncipe, o Sr. Carlos Vila Nova, e o chefe de governo de São Tomé e Príncipe Américo D`Oliveira dos Ramos não fazem quase nada para mudar as condições de vida do nosso povo. O povo vive num estado infinitamente desumano de pobreza e sofrimento. Entretanto, deixaram o ladrão corrupto criminoso Patrice Emery Trovoada roubar dinheiro do Estado, fazer viagens em aviões privados.
Repito, o povo está a passar muito mal, muito sofrimento, muita pobreza.
Se vocês não conseguiram ou não sabem como governar, criar riqueza e economia, e melhorar as condições de vida do povo, então saiam todos do poder e deixem os mais novos tentarem outras alternativas de governança e ordenamento do território nacional,em São Tomé e Príncipe.
Reference-se à organização e gestão do espaço, com o objetivo de garantir um desenvolvimento sustentável e equilibrado ao nosso povo unido, através de instrumentos de planejamento e regulamentação, sobretudo
encontrar diferentes escalas de opções e sacrificar para recuperar a nossa nação dos danos causados durante 50 anos depois da independência do colonialismo de Portugal. Temos de pensar como encontrar soluções e reorganizar as medidas para transformar o futuro do nosso povo e País.
Precisamos ser produtivos e ter um propósito maior na nossa vida. A notícia enfatiza o desespero e a incerteza sobre o futuro dos são-tomenses que vivem precariamente nas barracas em Portugal.
É uma pouca vergonha para a nossa gente viver debaixo da ponte, sem habitação e sem condições mínimas de segurança.
Tem haver com os São Tomenses, sairem daqui, emigrar chegar a terra dos outros, neste caso Portugal, invadirem a propriedade alheia, viver em casas sem pagar renda, ou porque salário é pouco nada chega para aguentar o mês, viver de afabalismo, quando são desejados, desalojados, acharem que o governo em São Tomé e Príncipe, é que tem culpa, esta a trabalhar mal, ou acharem o governo tem que intervir, junto ao governo de Portugal, ou o governo deve pagar casas as pessoas em Portugal, dar alimentação, pagar renda, água,luz, gaz….granda lata.
ADI na Quinta da Beloura
19 de Março de 2025 at 19:02
Olha o capanga do Patrice a falar, vai pra Quinta da Beloura cortar a relva da casa do Patrice, engraxador de uma uma figa.
António Nilson
18 de Março de 2025 at 23:35
Tema: Brincadeira Tem Hora
O Américo falou mas não disse nada substancial de concreto para execução. Foi um retrato (não retito) de boa vida, passar tempo sem medidas. Ele diz programa, governo, projeto, assembleia, etc., etc. Parece assim um tchiloli de uma pessoa bêbada. Vamos levar o assunto a sério para resolver o problema dos emigrantes são-tomenses que vivem sem moradia em Portugal.
18.03.2025: As Barracas em Lisboa: Vivem alguns São-tomenses debaixo da ponte em Portugal sem habitação ou residência permanente?
Boa semana minha gente,
Precisamos positivamente fazer o nosso melhor para ajudar a humanidade a progredir, desenvolver e melhorar a nossa sociedade. Não há outra opção.
O recente artigo publicado em Lisboa destaca a situação dos imigrantes de São Tomé e Príncipe em Lisboa, Portugal. Enfrentando uma crise de moradia, eles construíram casas improvisadas, sem água canalizada e sem eletricidade, agora equipadas com despejo. O prazo prorrogado das autarquias locais não oferece um intervalo temporário à nossa população são-tomense mal tratada pelo Governo Português. A questão subjacente da falta de moradia acessível permanece.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades de São Tomé e Príncipe, a Ministra Ilza Maria dos Santos Amado Vaz, o Presidente da República Democrática de São Tomé e Príncipe, o Sr. Carlos Vila Nova, e o chefe de governo de São Tomé e Príncipe Américo D`Oliveira dos Ramos não fazem quase nada para mudar as condições de vida do nosso povo. O povo vive num estado infinitamente desumano de pobreza e sofrimento. Entretanto, deixaram o ladrão corrupto criminoso Patrice Emery Trovoada roubar dinheiro do Estado, fazer viagens em aviões privados.
Repito, o povo está a passar muito mal, muito sofrimento, muita pobreza.
Se vocês não conseguiram ou não sabem como governar, criar riqueza e economia, e melhorar as condições de vida do povo, então saiam todos do poder e deixem os mais novos tentarem outras alternativas de governança e ordenamento do território nacional,em São Tomé e Príncipe.
Reference-se à organização e gestão do espaço, com o objetivo de garantir um desenvolvimento sustentável e equilibrado ao nosso povo unido, através de instrumentos de planejamento e regulamentação, sobretudo
encontrar diferentes escalas de opções e sacrificar para recuperar a nossa nação dos danos causados durante 50 anos depois da independência do colonialismo de Portugal. Temos de pensar como encontrar soluções e reorganizar as medidas para transformar o futuro do nosso povo e País.
Precisamos ser produtivos e ter um propósito maior na nossa vida. A notícia enfatiza o desespero e a incerteza sobre o futuro dos são-tomenses que vivem precariamente nas barracas em Portugal.
É uma pouca vergonha para a nossa gente viver debaixo da ponte, sem habitação e sem condições mínimas de segurança.
LAMA
19 de Março de 2025 at 14:56
Brincadeira tem hora
Tem haver com os São Tomenses, sairem daqui, emigrar chegar a terra dos outros, neste caso Portugal, invadirem a propriedade alheia, viver em casas sem pagar renda, ou porque salário é pouco nada chega para aguentar o mês, viver de afabalismo, quando são desejados, desalojados, acharem que o governo em São Tomé e Príncipe, é que tem culpa, esta a trabalhar mal, ou acharem o governo tem que intervir, junto ao governo de Portugal, ou o governo deve pagar casas as pessoas em Portugal, dar alimentação, pagar renda, água,luz, gaz….granda lata.
ADI na Quinta da Beloura
19 de Março de 2025 at 19:02
Olha o capanga do Patrice a falar, vai pra Quinta da Beloura cortar a relva da casa do Patrice, engraxador de uma uma figa.