O Vice-Chefe de Missão da Embaixada dos Estados Unidos da América em Angola e São Tomé e Príncipe, Noah Zaring, foi recebido esta segunda-feira, 14 de julho, pelo Primeiro-Ministro, Américo Ramos, no quadro das celebrações oficiais dos 50 anos da independência do país. À saída do encontro, o diplomata norte-americano foi claro ao reafirmar que as relações entre os dois países permanecem sólidas e orientadas para o futuro.
“Estamos aqui para celebrar esta data histórica, mas também para reforçar a nossa parceria com São Tomé e Príncipe. A nossa confiança neste país continua intacta”, declarou Zaring, numa altura em que a recente decisão de encerrar as instalações da Voz da América em São Tomé levantou dúvidas na opinião pública.
Segundo o diplomata, a medida faz parte de uma reestruturação interna da emissora internacional e não reflete qualquer quebra nas relações bilaterais. “É uma mudança operacional. Pode ter efeitos logísticos, mas não afeta o essencial: a confiança e a vontade dos Estados Unidos em continuar a apoiar o progresso de São Tomé e Príncipe”, sublinhou.
Zaring destacou ainda que a cooperação continuará nas áreas tradicionais — como saúde, educação e segurança marítima — e poderá ser expandida para setores emergentes, em resposta aos desafios globais e regionais. “Estamos a adaptar a nossa presença à nova realidade internacional. Mas a parceria com São Tomé e Príncipe é para manter e fazer crescer”, garantiu.
A presença do representante dos EUA nas celebrações do cinquentenário foi lida como uma afirmação clara do empenho contínuo de Washington no relacionamento estratégico com São Tomé e Príncipe.
Waley Quaresma
David Deida
17 de Julho de 2025 at 20:45
A parceria com São Tomé e Príncipe é para manter e fazer crescer, e Não, sublinho, Não, para fazer roubos, corrupção, anarquia, má gestão, e crimes que têm estado a ocorrer há cinquenta anos pós “semi” independência intotal. Não temos homens e revolucionários fortes dentro de São Tomé e Príncipe.
A Base Naval da Marinha Portuguesa tem que sair fora do nosso território! É uma das medidas necessárias para o progresso e desenvolvimento sustentável para São Tomé e Príncipe progredir.
A culpa é vossa. Os parvos idiotas Santomenses que estudaram em Portugal acham que é boa idea ter colono a nos controlar de novo com presença militar deles em São Tomé e Príncipe?
O Sem Assunto é um frouxo e fanfarão Betinho. Mepoçóm, Karspov, Caló, Bruno Margarida, Pajó, Gégé, Gabdulo, entre outros burros também não têm energia de luta, são todos fanfarões. Ficaram de braços cruzados a verem São Tomé e Príncipe apodrecer. Só até quando apareceu o Nilson, todos querem o atacar. O revolucionário Nilson é que São Tomé precisa. Combater o mal sem cessar!
Os frouxos e homens fracos acima citados com exceção do Nilson não prestam.
Têm ódio do revolucionário.
O irresoluto Sem Assunto ostenta-se com uma postura de valente sem o ser.
Esse tipo de mentalidade de homens fracos sem coragem de lutar para São Tomé e Príncipe, com cobardia acabaram por deixar o País todo destruido.
Têm de entrar no terreno para lutar na política do País. O País é pobre mas com muita esperteza de fazer corrupção e gerir mal o dinheiro de Estado.