Política

Programa “Mais Alimento “aposta na produção local para reforçar segurança alimentar

Foi apresentado o programa “Mais Alimento”. A iniciativa pretende reforçar as cadeias produtivas de hortícolas e pecuária, promovendo a resiliência alimentar, dinamizando a economia rural e melhorando a nutrição das famílias são-tomenses.

Estamos a falar de fileiras estratégicas como a da batata inglesa, batata-doce, matabala, mandioca, pimentão, tomate, cebola e cenoura — produtos hortícolas que têm contribuído significativamente para a pressão inflacionária no país. No setor da pecuária, a aposta recai sobre a produção de frangos de carne, suínos e o incentivo à cunicultura, ou seja, à criação de coelhos, com potencial para reforçar a oferta de proteína animal”, avançou Nilton Garrido, Ministro da Agricultura, Pescas e Desenvolvimento Rural.

Coordenado pelo Ministério da Agricultura, Pescas e Desenvolvimento Rural e financiado pela cooperação japonesa, o programa é sustentado pelo fundo de contrapartida criado com a comercialização do arroz doado pelo Governo do Japão. O protocolo foi assinado entre a ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades e o embaixador nipónico.

Esta doação insere-se num contexto internacional particularmente desafiante, marcado por múltiplas crises que têm gerado escassez alimentar e uma escalada nos preços dos bens essenciais”, sublinhou Noguchi Shuji, Embaixador do Japão.

Para a chefe da diplomacia santomense, este programa insere-se nos esforços do Governo para garantir a soberania alimentar e apoiar os pequenos produtores.

Esta iniciativa permitirá reforçar a produção alimentar local, impulsionar o desenvolvimento sustentável do setor agrícola, criar oportunidades de emprego e melhorar a capacidade de oferta de alimentos seguros e de qualidade”, sublinhou Ilza Amado Vaz, Ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades.

Com um orçamento aproximado de 500 mil euros e duração de um ano, o “Mais Alimento” pretende criar bases sólidas para aumentar a produção interna e reduzir a dependência de importações.

José Bouças

2 Comments

2 Comments

  1. Mário Rui

    29 de Julho de 2025 at 0:01

    Abel Bom Jesus, onde é que você está, homenzinho…filho do pápá Patrice Trovoada.
    Quando é que você vai assumir que foi, é e será sempre o serviçal do PT e militante ADI. Assuma de uma vez por todas, senão vamos levá-lo ao ortofonista para lhe ensinar a pronunciar os sons das letras, assim poderá falar melhor, porque a sua linguagem é incompreensível.
    Parece que o seu sócio Pindó tornou-se artista, canta e anima shows…recebe dinheiro da diáspora para defender causas de STP e guarda tudo nas contas dele…saiu um bom safado homem de negócios…sujos.
    Vocês juntos fazem um bom par.

  2. Madiba

    31 de Julho de 2025 at 17:29

    Mas, 500.000 euros parecem-me muito pouco para tanta coisa! Vejamos: se dividirmos este valor por mil beneficiários cada um ficará com 500 euros. Para onde vão levar este valor? Cuidado com a língua!

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