Política

Fundo do Turismo dá sinais de vida

Há vários anos que os turistas que visitam São Tomé e Príncipe pagam uma taxa de turismo. O Fundo do Turismo foi criado para ajudar na melhoria das infra-estruturas do sector do turismo, e também para a formação dos recursos humanos.

Só na última semana, o Fundo do Turismo deu sinais de que é capaz de dar vida aos sítios de valor turístico em São Tomé e Príncipe. Garantiu com 16 mil euros, a requalificação do espaço emblemático de turismo em São Tomé, a cascata de São Nicolau.

«Foi um esforço conjunto, que envolveu os serviços prisionais. Tivemos aqui a participação dos reclusos na limpeza. É possível quando estamos unidos, quando temos uma causa em comum. Não foi preciso recorrer aos parceiros em termos de financiamento. Foi financiado totalmente com o Fundo do Turismo», afirmou a ministra do ambiente, juventude e turismo sustentável, Nilda da Mata.

A sustentabilidade da requalificação da cascata, é o grande desafio da ministra Nilda da Mata. «Vamos solicitar a contribuição voluntária das pessoas para garantir a manutenção. Temos uma casa de banho móvel, haverá necessidade de mantê-la limpa», sublinhou.

A criação de uma unidade de prestação de serviço aos turistas, é uma das acções programadas. «Não um restaurante como tal, mas sim um quiosque para venda de água de coco, salgados e doces, e os jovens que têm peças artesanais podem aqui expor também», precisou.

Cascata de São Nicolau representa o pontapé de saída no programa de requalificação dos lugares de valor turístico. A Boca de Inferno no distrito de Cantagalo é o próximo alvo.

«A próxima etapa será a Boca de Inferno. Vamos potencializar aquele activo turístico. Colocar alí serviços que contam a história do local. As pessoas deverão pagar alguma coisa para ajudar na manutenção», garantiu Nilda da Mata.

Com apoio técnico e financeiro do Banco Mundial, o marco do Equador no ilhéu das Rolas está a ser reabilitado. Anan Bó no norte da ilha de São Tomé, também está na agenda da requalificação turística.   

Abel Veiga 

7 Comments

7 Comments

  1. Gégé Doido

    12 de Agosto de 2025 at 10:41

    Há vários anos que os turistas que visitam São Tomé e Príncipe têm feito sexo com crianças Santomenses. O Gégé é nacional mas comporta-se muito mal.

    Gégé doido anda por aí paquerando e paquerando e paquerando as meninas raparigas menores de idade. Fazer sexo com elas, senhor homem velho todo fumado bebado cheira mal—-Isto é crime e um mal social bem grande: estupro violação sexual de crianças. Temos de por fim a isso imediatamente. Punir. Reabilitação
    é quase impossível.
    Cadeia com eles todos!

    O turismo sexual com pequenas menor de idade não pode entrar na moda.

    • Zagaia

      13 de Agosto de 2025 at 5:13

      Esse individuo de que pronúncia já faleceu, já passou á história.

  2. Pedófilos

    12 de Agosto de 2025 at 11:10

    As crianças em São Tomé e Príncipe estão em perigo porque País está muito mal e não tem ordem. Violação sexual de crianças é uma das consequências do clima de anarquia que vivemos aqui nesta terra. Terra sem leis; está de pernas para o ar.

    • Zagaia

      13 de Agosto de 2025 at 5:15

      É uma anaquia.

  3. Ditador Carlos Vila Nova

    12 de Agosto de 2025 at 14:42

    Carlos Vila Nova quer manchar o País e dar uma má imagem sobre o turismo em São Tomé.

    O Ditador Presidente da República de São Tomé e Príncipe Carlos Vila Nova e o seu capanga Procurador-Geral da República Carlos Stock libertem o advogado Miquis João, por favor ao Estado de Direito Democrático! Porque é que voçês mantenhem aquele homem advogado em confinamento sem justa causa?
    Se as organizações internacionais de direitos humanos e as ONGs tomarem conhecimento desta atrocidade do encarceramento ilegal, quais serão as consequências que São Tomé e Príncipe poderá eventualmente sofrer? Pensem irmãos. Tenham juízo!

  4. Zagaia

    13 de Agosto de 2025 at 5:21

    A acção de criação de fundo está corecto.
    Não está corecto é a tutela não apresentar contas aos contribuintes Sãotomenses.

  5. Daniel

    13 de Agosto de 2025 at 16:59

    Para assegurar a manutenção dos mesmo espaços não é necessário a sensibilização apenas mas também a parceria que levou a limpeza da cascata possa também levar mais e melhores serviços em certas regiões,tais como as praias, as ditas roças e certos monumentos históricos.
    Não seria uma mais valia capacitar os prisioneiros que se encontram no fim do cumprimento das suas penas e aqueles que apresentam um comportamento mais aceitável para esses serviços?

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