10 anos, após a criação da patente de Brigadeiro e do cargo de Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, João Pedro Cravid, é o sexto oficial do exército a ocupar o cargo. A maioria dos brigadeiros tombou antes de terminar o mandato. Excepção feita aos brigadeiros Horácio Sousa e Idalécio Pachire.
Crises e várias registadas no seio das forças armadas, provocaram as sucessivas quedas dos brigadeiros.
O ex-Coronel João Pedro Cravid, ascendeu à patente de Brigadeiro e assumiu a chefia do Estado Maior das Forças Armadas, em dezembro do ano 2022. O ano fatídico para as Forças Armadas de São Tomé e Príncipe. Pois em novembro aconteceu o caso, mais horrível na história da até então digna e nobre instituição militar santomense. O 25 de novembro de 2022.
Olinto Paquete era o Brigadeiro e Chefe de Estado Maior. Estava no início do mandato. Demitiu-se do cargo e denunciou que foi traído.
O então Coronel, Chefe da Casa Militar do Presidente Carlos Vila Nova, foi nomeado em dezembro de 2022 o novo brigadeiro-general, Chefe de Estado Maior das FASTP. Prometeu espírito de missão. A gestão do caso de 25 de novembro de 2022, acabou por ser um desafio mais forte, que o espírito de missão.
Por causa do desaparecimento nas instalações do Estado Maior das Forças Armadas do processo judicial sobre o 25 de novembro, o brigadeiro Cravid tombou.
O Presidente da República e comandante supremo das forças armadas, não poupou o seu antigo chefe da casa militar.
Virgilio Pontes, coronel do exército, citado no relatório de investigação criminal realizado pelo Ministério Público, em parceria com a PJ de Portugal, como tendo sido o oficial mais sereno e apaziguador do momento de tensão dentro do quartel do exército, tendo ajudado a salvar algumas vidas humanas no dia 25 de Novembro de 2022, foi nomeado cumulativamente com o cargo de comandante do exército que exerce, o Chefe de Estado Maior Interino das FASTP.
Sem a patente de Brigadeiro nos ombros, o coronel Virgílio, antigo ajudante de campo do ex-Presidente Evaristo Carvalho, recebe a batata quente de 25 de novembro de 2022, que já fez tombar dois brigadeiros.
Pelos tombos consecutivos, Brigadeiro-General e chefe de Estado Maior das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe, pode se transformar numa patente e num cargo, em que militares em progressão de carreira comecem a evitar.
Abel Veiga
Moreia
29 de Outubro de 2025 at 21:52
“Pelos tombos consecutivos, Brigadeiro-General e chefe de Estado Maior das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe, pode se transformar numa patente e num cargo, em que militares em progressão de carreira comecem a evitar”
Ou Não, pode vir a tornar apetecível para alguns, o poder, a questão pecuniária, o estatuto numa corporação hieraquizada, com elementos e chefias vom pouca formação superior
Enquanto esta questão de assalto ao quartel, detenção e mortes de cidadãos nas mãos de forças Armadas de STP, jamais deveria haver ou vir haver patenteamento militar, houve militares envolvidos nesta orquestração de 25 de Novembro, conforme investigação, devem falar, devem abrir, ajudar o país, a instituição militar a caminhar e sair do foçu em que se encontra.
É altura de rigor responsabilidade/responsabilização, justica e sentido de estado, espírito patriótico, tal aquele no acto de juramento de bandeira.
Instituição Militar, acima dos políticos e politiqueces.
Quiábo
29 de Outubro de 2025 at 22:12
Temos instituições fracas, uma das primeira a ter em conta a família, …pois que que nela se passar e evoluir teve, tem, e terá sempre refelxos na sociedade, bem como na comunidade e instituições de estado, empresas
Instituições que devem ser urgentemente fortalecidas, quer administrativa, a nível funcionamento/procedimentos bem definidos, formação e financeiro, responsabilidade/responsabilização, sustentabilidade ou seja devem ser bem reguladas, acompanhadas, supervisionada;
A família
A educação/instrução, a educação/formação, a formação tecnico profissional, a formação contínua, a formação superior interna, para cidadania, valores, rigor, trabalho, responsabilidade/responsabilização, sustentabilidade.
A habitação
As infraestruturas
A segurança
A justiça
A saúde
A economia
As finanças
Como é que se fortalece, com pessoas bem formadas e preparadas, com procedimentos bem definidos, regras e rigor, com supervisão, responsabilidade/responsabilização, justiça, fortalecimento económico e financeiro institucional
Pratiquemos o bem