Política

Basta rejeita agendas ocultas e defende estabilidade

Num contexto de tensão política e social em São Tomé e Príncipe, o Movimento Basta considera imperativo assegurar que o funcionamento das instituições e a tranquilidade pública sejam preservados, como pilares essenciais da vida em sociedade e da própria democracia.

São Tomé e Príncipe não pode ser refém de agendas ocultas nem de interesses particulares que coloquem em causa a tranquilidade das populações e o regular funcionamento das instituições democráticas”, afirmou Daniel Ambrósio, secretário-geral do Movimento.

Sobre a onda de barricadas registada na semana passada, o movimento reconhece a legitimidade da reivindicação de direitos populares, mas sublinha que tal não pode ser confundido com a promoção deliberada de caos.

O Movimento Basta não aceita que conflitos internos no seio do ADI sejam instrumentalizados para criar instabilidade e perturbação da ordem pública no país”, destacou.

Com dois deputados na Assembleia Nacional, o Movimento Basta anunciou que, nos próximos dias, se pronunciará sobre as eleições presidenciais agendadas para 19 de julho.

José Bouças

1 Comment

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  1. Bôde

    1 de Abril de 2026 at 21:29

    Necessário dar formação às forças de defesa e segurança, nomeadamente polícia nacional, de modo quando tiverem que actuar, a sua primeira função é e deve ser a proteção e segurança das populações e cidadãos, a salvaguarda dos direitos humanos, mas se de alguma forma as devidas intervenções, resultar de alguma forma em danos físicos, ou morais aos cidadãos devem ser primeiros a prestar socorros e apoio, pois trata-se de cidadãos São Tomenses seus iguais, deferindo da farda e função que têm ou lado ou posicionamento que estejam,…

    Nas detenções vimos uma cidadã, que acabou por ser ferida na detenção, sangrando logo deve ser prestado assistência médica de emidiato, pois trata-se de perda de sangue, que poderia condicionar a vida da cidadã.

    Vimos também a quando da actuação para conter manifestações e protestos, um agente da polícia a apontar arma aos cidadãos, pratica incorrecta de manuseamento de equipamentos militar, falta de formação preparação, para além de as forças de proteção e defesa não estarem devidamente equipados, capacetes, botas, equipamentos de choques, cavalos, cães, nestas situações, pelo que as populações arremessaram pedras e objectos aos agentes, que constituição uma violação grave, a lei , ou a actuação das forças de proteção e segurança, estavam a fazer o seu trabalho

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