Sociedade

Governo solidário com as vítimas de Moçambique e de Angola

Numa nota de pesar o Governo de São Tomé e Príncipe, manifestou solidariedade as vítimas do ciclone Idai, que devastou várias regiões de Moçambique. Na mesma nota de pesar, o governo liderado por Jorge Bom Jesus, estende a solidariedade de São Tomé e Príncipe, para com as vítimas do temporal que sacudiu a província de Benguela em Angola.

    2 comentários

2 comentários

  1. ANCA

    22 de Março de 2019 as 8:26

    Antes de mais sentimentos de pêsames aos familiares que perderam seus irmãos, amigos e familiares.

    De ano para ano, tem acontecido em moçambique fenómeno desta natureza sem que as mentes humanas pudessem despertar, para a necessidade de prevenção, organização, controlo, pesquisas, estudos, viabilidades, etc. etc…quem diz moçambique diz a toda África, como vimos nos países adjacentes, de uma maneira geral, e São Tomé e Príncipe não foge a regra…pois que os gestores, os políticos a sociedade civil organizada estão mais preocupados com seus umbigos, o salva-se quem puder…contudo que o Continente na sofreu, ao longo dos séculos.

    Pós que o ditado é antigo…

    Nas costas dos outros vemos a nossa

    E nesta matéria internamente, tendo em conta as alterações climáticas, enquanto Ilhas com dupla insularidade, com recursos escassos e frágeis, com dupla insularidade, deve-nos servir de antemão, tais realidades de mudanças climáticas, para qual nenhum País(Território/População/administração), sai ileso.

    Assim, um bom ordenamento do território, com um bom plano nacional, com planos directores municipais, planos de pormenor, medidas de protecção costeira, de protecção ambiental(ecossistemas, a biodiversidade, o ambiente, o ar, a água, os rios, a floresta, o solo), protecção dos corais que envolvem a nossa costa marítima, protecção e segurança marítima, protecção da flora e faunas, quer terrestres quer marítimas, dos rios, melhor controlo das actividades humanas, com atenção para a sensibilização para os riscos dos resíduos urbanos(lixos), o saneamento do meio, a questão das doenças associadas, a cólera a diarreia, a anemia associada ao paludismo, aumento dos números do caso de paludismo, infecção da pele, doenças gastro-intestinais, as causas da surdez etc, etc…constituem sinais e factores de riscos, que devem-nos fazer reflectir, enquanto povo, comunidade, estado, território, administração.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  2. modesto

    22 de Março de 2019 as 8:47

    Muito bom da parte do governo.
    Contudo creio ser necessário e urgente que o governo organize e encabece uma grande campanha de solidariedade a nível nacional, de modo a angariar materiais e meios para ajudar aos nossos irmãos.
    Apesar das dificuldades que nós os santomenses enfrentamos, não podemos deixar de estender as mãos a eles, pois estão numa situação de catástrofe e desgraça.
    O apoio moral anunciado é bom, mas o material também lhes faz muita falta neste momento.
    JBJ, favor mobilize todos os meios de comunicação disponíveis, numa campanha sem igual. Se cada santomense doar uma calsa ou camisa, 50, 100, 1000 dobras ou mais consoante as suas possibilidades, arroz, feijão, etc conseguiremos muito para oferecer aos nossos irmãos, que neste momento estão passando por grande aflição.

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