Sociedade

“Infância não deve Doer” num país onde aumenta os abusos sexuais de menores

“Infância não deve Doer”, é o lema que o ministério da Educação e Ensino Superior, lançou para celebrar o mês de Abril, considerado como o mês internacional de prevenção contra a violência na infância.

O Ministério da Educação e Ensino Superior escolheu a comunidade piscatória da Praia Gambôa, para lançar a campanha de sensibilização que pretende mudar o comportamento dos adultos, em relação às crianças, e preparar psicologicamente as crianças para que sejam adultos livres de desvios psíquicos, que provocam maus tratos contra as crianças.

Desvios que levam alguns adultos a cometeram no presente, actos violentos e criminosos, contra as crianças. O gabinete do Ministério da Justiça que acompanha as situações de violência em São Tomé e Príncipe, anunciou no acto de lançamento da campanha “ Infância  não deve Doer” que os casos de abusos sexuais contra as crianças está a aumentar no país.

No ano 2017 foram registados 22 casos de abusos sexuais contra as crianças. Já no ano 2018, o número de casos saltou para 66. «A situação tem agravado nos últimos tempos», precisou o Director do Gabinete contra violência do Ministério da Justiça.

Um dos oradores da campanha, explicou que «este comportamento social negativo acontece porque os actuais adultos, que o pratica, não tiveram boa educação na infância».

Por isso a campanha “Infância não deve Doer”, pretende sensibilizar e informar também as crianças, para que não sejam adultos desviados.

Abel Veiga

    7 comentários

7 comentários

  1. Rapaz de reboque

    3 de Abril de 2019 as 12:17

    Capar esses pedófilos, ou obrigá-los a trabalho forçado nas roças, pena é que ia haver muitas surpresas,

  2. ANCA

    3 de Abril de 2019 as 14:55

    Um dos grandes males da nossa sociedade, comunidade, reside na instituição familiar desestruturada, nos cancros da nossa cultura, em consequência de ter sido no passado escravos explorados sem direitos(educação) sujeitos a inferiorizarão social cultural, em consequência da permanência da grande maioria dos seus membros e cidadãos, tal como o País(Território/População/Administração), em si, encontrar-se em situação pobreza extrema, miséria, fome, sem perspectivas de uma verdadeira mudança rumo ao bem estar social, rumo ao tão falado desenvolvimento sustentável.

    Uma das causas de uma sociedade, ou instituições familiar, com realidades de violência domestica, violência contra as mulheres, violência infantil, reside essencialmente na pobreza(falta de emprego, falta de perspectivas anseios de melhoria e estabilidade no emprego, a fome, a miséria, ainda mais a miséria cultural, intelectual).

    Existem pessoas a passar fome, a comer da comida que apanham no lixo, famílias monoparentais, onde a mulher é ou a classe feminina é única a assumir a responsabilidade familiar pelos filhos, isto acontece muitas vezes, quando no período de adolescência, as raparigas por causa da gravidez precoce, tem que abandonar a escola, a procura de um emprego, porque muitas vezes o namorado, ou o adulto que a engravidou jamais assume ou melhor jamais é obrigado por lei a assumir suas responsabilidades, outra da realidade tem haver com a poligamia, já dentro do casamento o homem tem outras mulheres fora do casamento, sem ser penalizado por lei, muitas vezes abandonando o seio familiar, sem nenhum rendimento ou responsabilidade, os número do INEM_STP, fala por si quanto a estas territorialidades, enquanto alguns dormem no parlamento, sem discussão do que é verdadeiramente importante de se organizar no seio da nossa sociedade comunidade.

    O comportamento a sensibilização neste casos muda-se com verdadeira aplicação da lei ou da justiça de modo a mudar efectivamente os comportamentos e melhorar a sociedade.

    Quem diz isso, diz por exemplo a praticas de actos bruxaria. De que precisamos isso na nossa sociedade?

    Quem diz isso diz-se da qualidade ada educação e saúde que é ministrada na sociedade? Já se reflectiu, ou reflectimos todos enquanto cidadãos sobre tais meandros?

    E mudanças de tais realidades nem sequer necessita de investimentos ou ajuda externa.Falta somente sua aplicabilidade pratica, concreta hoje e agora.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

    Ou seja que sociedade queremos?

    • Rapaz de reboque

      4 de Abril de 2019 as 9:41

      Vê se tu também com esse Deus abençoe são Tomé se tambem es suspeito

  3. ANCA

    3 de Abril de 2019 as 15:13

    Enquanto jamais resolvemos isto, jamais conseguimos resolver o ciclo da pobreza, fome, miséria no País(Território/População Administração).

    Pois que enquanto permanecer no seio da sociedade, no seio das instituição familiar, as causas e consequência da pobreza, teremos sempre, estaremos condenados sempre a ter, violência social, o como, violência domestica, violência infantil, violações, violência contra mulheres, gravidez precoce na adolescência, prostituição, aumento das DST´s, comportamentos de riscos, aumento da criminalidade, roubos, problemas de saúde, falta de uma verdadeira paz social, subdesenvolvimento, pobreza miséria.

    Este é o ciclo da pobreza, da fome, da miséria.

    Pois que cada vez que uma criança ou crianças forem maltratadas no seio familiar, na sociedade, na comunidade, nas escola, enquanto adulto ela vai repercutir os mesmos, comportamentos de uma forma inconsciente, ou ciente do que vivência enquanto criança, na adolescência, isso é valido tanto para a classe da população masculina e feminina.

    É um ciclo social cultural psicológico, que somente acaba, com a implementação da responsabilização perante a justiça, e a medida, que a sociedade vai evoluindo e se desenvolvendo de preferência sustentável mente no nosso caso Ilhas, pequenas, com poucos recursos, sujeitas a condicionalismo de alterações climáticas, isolamento, insularidade, micro economia, etc, etc…o que acresce uma grande responsabilidade para instituições ou quem as dirige, dá a importância de termos instituições fortes e credíveis, Homens e Cidadãos com sentido de Estado e Responsabilidade a dirigir o País, ou na Assembleia da República, nas instituições, Jornalistas que investigam sobre estas matérias, e publicitam, e dados estatísticos para sua monitorização avaliação.

    Temos que estar a altura dos desafios e nossas territorialidades

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  4. Vanplega

    3 de Abril de 2019 as 18:20

    Muitos tiveram boa educação sim. Apreenderam a maldade com o tempo, gozando da liberdade sem o aperto da justiça inoperante nesta paragem.

    Onde o poder têm voz, transforam o território na mais absoluta miséria, povo carentes a todos nível

    Resoltado da nisto, 40 e tal anos da independência e a justiça é, para os pobres, os pequenos, o Ze ninguém

    Chegou a uma certa altura, os pais, perderam voz com os seus filhos. Não consegue dá-los uma cuecas e calcinhas,
    Então estava lá seus aproveitadores.

    Os que levaram-nos a perder voz

  5. Rapaz de reboque

    5 de Abril de 2019 as 10:47

    Como este artigo nao interssa a 95% dos senhores desta terra a poucos comentários neste artigo, se fossem a investigar os pedófilos nesta terra tinham que despovoar o ilheu das rolas para fazerem uma cadei para eles porque não havia cadeia ca para eles e muitos senhores da chamada alta sociedade também embarcavam no mesmo barco pena isso nao acontecer para a mascara cair

  6. Vedé

    8 de Abril de 2019 as 12:24

    Abuso sexual de menores deve merecer castigo sivero além da punição.
    Mas devia haver lei para condenar adolescentes que seduzem os mais velhos a financiá-las. Há muitas que o facto de os pais não terem possibilidades para susterem seus vícios procuram pelos mais velhos que têm alguma condição social para satisfazerem seus pedidos e caiem na ratoeira.

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