Sociedade

ENCO repôs o stock de combustíveis, bichas diminuíram e luz regressou

O fornecimento de energia eléctrica a população regista melhoria desde o último fim de semana. Aos poucos os sãotomenses estão a ver luz, após uma semana de apagões quase geral.

O navio petroleiro oriundo de Angola, que descarregou combustíveis no centro de stocagem da empresa ENCO na cidade de Neves, reactivou a actividade económica e social no país.

O Ministro das Finanças Osvaldo Vaz, que acompanhou o processo de reabastecimentos de combustíveis ao país, disse na rádio nacional, que é uma prova da amizade profunda que Angola tem com São Tomé e Príncipe.

Pois, apesar das suas dificuldades internas, no domínio de abastecimento das suas populações com combustíveis, Angola conseguiu despachar no último fim de semana o navio que veio repor energia em São Tomé e Príncipe.

Desde o último domingo que as bombas de combustíveis registavam bichas sobretudo de cidadãos comuns em busca de petróleo de cozinha.

Já nesta segunda feira as bichas diminuíram. A maioria dos são-tomenses sobretudo nas zonas urbanas, usam petróleo como combustível para cozinhar.

Abel Veiga

    18 comentários

18 comentários

  1. Manuel do Rosario

    15 de Julho de 2019 as 13:53

    Os opositores perseguidores aproveitam destas situações para acusarem o governo, criticando como quem tenha o milagre de transformar água em derivados de petróleo. Há muitas probalidades do país conhecer novos horizontes caso haja uma maior credibilidade entre o governo e os seus membros, bem como a nossa população. É preciso muita paciência e nunca perder a esperança.

    • J. Fernandes

      15 de Julho de 2019 as 22:00

      Paciência de ferro

    • Smash

      16 de Julho de 2019 as 0:07

      “Opositores perseguidores”? mentalidade obtusa dos alieanados. Continuem a comer camiões de gelados com a testa. É só rir

    • José Cangôlo

      16 de Julho de 2019 as 8:53

      Querem que um Governo de seis meses com todas a condicionantes conhecidas, faça o que o “Poder TOTAL” de 4 anos não fez.
      Pelo menos agora há planos para se mudar as fontes de energia, e não é em seis meses ainda a arrumar a casa=Caos que encontraram que faz esse tipo de mudança.
      Daqui a 4 anos far-se-á o balanço, e se não tiverem sido capazes ai sim, muda-se para outros que se apresentarem com boas propostas.
      Sem dar tempo nada será possivel fazer.
      Ainda a pouco o Slogam era “4 anos não chega”, e seis meses depois os mesmos dizem “faz sai porque ainda não fez nada” . . .

      Sejamos realistas, coerentes e honestos.

  2. Madiba

    15 de Julho de 2019 as 17:06

    E é para quanto tempo?

  3. Antonio Lima

    15 de Julho de 2019 as 17:55

    Caro Senhor Osvaldo
    Recordo quando o senhor esteve aqui em Lobata no meu bairro a fazer a campanha para as eleições. O Senhor tinha nos dito, que os problemas de S.Tomé eram fáceis de resolver e que se votássemos no senhor iriamos conhecer dias melhores e muito bons.
    O senhor nos prometeu mundos e fundos. Desde ajuda aos empresas nacionais, emprego para os jovens aqui em Lobata, e um desenvolvimento geral para o país e o Distrito.
    Hoje o senhor vem me dizer que o barco que trouxe o combustível é a prova de amizade de Angola? Então o senhor prometeu-nos tudo isto a contar com a amizade com Angola? O senhor disse-nos aqui que o país é rico e o que faltava era a consciência. Onde está esta consciência. Será que vai busca-la também em Angola?
    Tudo isto mostra uma grande falta de capacidade, honestidade e de consciência. O que o senhor queria era ir para o Ministro não é?
    Vamos ajustar a conta nas próximas eleições.
    A ver vamos

    • Madiba

      16 de Julho de 2019 as 8:50

      Senhor António Lima, não tenho por hábito comentar os outros. Mas o senhor fala num ponto que à mim tocou grandemente.«amizade». É justamente isto que leva o nosso país à situação que todos nós conhecemos e que nos envergonha. Há 44 anos que ficamos sossegadinhos a espera da amizade dos outros. E o resultado está à vista. E por culpa de amizade, dentro de dias vai o petróleo acabar, outra vez, enquanto se espera pela amizade resolver a situação!

  4. Vedé

    16 de Julho de 2019 as 8:47

    Só com Cristo. Espero que Deus ilumine o caminho desse governo de modo que nada falte esse povo porque mínima falha ou rotura de combustível ou qualquer produto os opositores pegam nessa falha e transformem-na eleitoralistas.

  5. Armeiro Lopes

    16 de Julho de 2019 as 9:04

    Finalmente, entretanto não se compreende como o petróleo continua escasso. De facto, há gasolina e o gasóleo, mas o petróleo não está à venda. Só ontem nalgumas bombas da capital havia filas enormes e na Trindade, pura e simplesmente, a venda foi suspensa. O Governo deve tomar medidas urgentes e severas para que o petróleo seja vendido às populações. Basta deslocar aos postos de abastecimento para se constatar que não se está a vender o petróleo. Resolvam isso o mais rápido possível, o povo está ansioso e começa a haver muita insatisfação e frustração.

  6. antonio dias guadalupe

    16 de Julho de 2019 as 9:26

    Esta falta de combustível é prova de que o governo anda de tanga… prometem coisas mas afinal são piores que os outros…sinceramente no dia da independência faltar luz e não haver combustível é falta de planeamento e burrice…..De facto acho que os políticos nunca vão mudar este País….concordo com muitos que devemos entregar isto a um outro País para gerir… não merecemos a independência…. andam a enganar o povo isso sim….vejam a historia…os estados que tornaram protectorados nunca se arrependeram…..

  7. Descamizado

    16 de Julho de 2019 as 10:20

    As vezes eu fico triste ao ver cada tipo de comentário feito por alguns elementos na sua maioria com conhecimentos académicos a sabotarem o trabalho do Governo ou deste e daquele Ministro. Toda a gente sabe que a República Democrática de S.Tomé e Príncipe não possui um navio Petroleiro para transporte dos combustíveis. Além do mais a República de Angola foi reestruturar toda a Gestão da Sonangol e também tem os seus problemas interno. Mesmo assim arranjou-se um tempinho para abastecer as populações Santomenses em combustivel. Fazer critica a um Ministro como se combustível fosse as águas banhadas à volta da República Democrática de S.Tomé e Príncipe é tanto quanto ridículo ou falta de conhecimento. Para abastecer este País, já não é como no antigamente. A Enco tem de pagar a Sonangol e garantir o seu real pagamento. Para um País endividado que não produz quase nada para a exportação no sentido de garantir a sua Balança comercial, que mesmo assim parte dos funcionários não querem trabalhar, não querem
    aumentar a produtividade de trabalho e não no trabalho. Seja que Governo fôr não iria deixar o País as escuras havendo a necessidade de manter todas as Instituições em funcionamento. Não havendo energia não há produção.

  8. Alligator

    16 de Julho de 2019 as 10:37

    As quantidades de combustiveis chegados ao pais são muito poucas, ou seja, dentro de semanas estaremos outra vez na mesma situação das semanas anteriores.(Fonte fidedigna)

  9. Armindo Assuncao

    17 de Julho de 2019 as 1:03

    Triste!
    Pós 44 anos da Independência ainda estamos a volta do petróleo como produto fundamental para cozinhar a nossa alimentação e para a nossa iluminação.até quando?

  10. Rapaz de reboque

    17 de Julho de 2019 as 11:43

    São Tomé nunca vai desenvolver e cada vez mais cair no abismo sabem porquê? São Tomé era branco correram com os brancos, ainda hoje existem pessoas que não querem os brancos ca por isso são Tomé rogou uma praga que nunca mais vamos andar para frente e cada vez vamos sofrer mais

  11. Libreville

    17 de Julho de 2019 as 16:57

    Todos políticos deste Pais são fracos…
    Falta brio, no modo de assumir o poder…
    Campanhas com promessas falsas, esquecem que são incompetentes…
    Assim vai o nosso Pais… enfim.

  12. Manuel do Rosario

    18 de Julho de 2019 as 4:00

    Há um segredo que não se pode divulgar. Desde que se assinou a parceria financeira com organizações que dão dinheiro emprestado para alavancar a economia do país, praticamente estes é que começaram a ditar as regras que nada contribuiram para o desenvolvimento desta terra. Mesmo que qualquer governo queira aumentar o salário aos funcionários é deparado com grandes barreiras. Não é normal um funcionario do quadro seperior receber o salario que nem atinge 4000 dobras. Este deveria ser o salário minimo aplicado no país. Não é normal um país com rios em volta continue a depender de centrais termoelétricas para obtenção de grande parte de energia que alimenta as nossas casas. As microcentrais hidrolectricas resolveriam cerca 70/80% deste problema e a dependência de combustível fóssil seria ínfima. Não é normal que face as dificuldades que o povo atravessa, haja quem estimule que elas serão ainda maiores ao longo dos proximos tempos, impondo regras que a priore já se sabe que irão catalisar muito mais o empobrecimento da população e ficar sempre revoltada com este ou aquele governo. Mas o que fazer?

  13. Reis

    22 de Julho de 2019 as 18:56

    Precisa-se urgentemente de estratégias que visam mitigar essa situação energética e não só com a dependência total do exterior. Num país onde há sol por cerca de 12h/dia, tem que ver o seu futuro ligado às tecnologias renováveis, mesmo que numa primeira fase o estado subsidie parte dos custos. Não há como fugir. O que se está a fazer é adiar o problema.

  14. João Gomes

    23 de Julho de 2019 as 16:10

    (…) bichas ou filas!!!

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