Sociedade

Duas crianças de 4 e 1 ano morreram carbonizadas

Fogo engoliu uma casa no bairro da quinta de Santo António, na cidade de São Tomé. O sinistro acontece na madrugada do último domingo. Duas meninas, uma de 4 anos e outra com apenas 1 ano e 6 meses, morreram carbonizadas, enquanto a mãe estava a dançar numa discoteca do Bairro da Quinta de Santo António.

As testemunhas relataram que as duas crianças estavam sozinhas em casa. Segundo ainda os relatos das testemunhas, antes de ir dançar na discoteca Africana, a mãe das duas crianças terá deixado uma vela acesa em casa.

A casa que não tinha energia eléctrica, era habitada por três famílias. As duas meninas que perderam a vida, compunham a família da mãe, que estava a dançar na madrugada do último domingo na discoteca Africana.

Espera-se que o ministério público, detentor da acção penal ajude o país a defender os direitos das duas crianças, cujas vidas foram ceifadas pelo fogo facilitado por uma mãe ausente, e dominada pela noite são-tomense.

Também na ilha do Príncipe, os populares pedem a acção exemplar do Ministério Público e de outros órgãos do sistema de justiça, no sentido de fazer justiça, a um cidadão que na última semana, decidiu esfaquear a mulher, esta por sinal caseira.

Talvez pelo facto do esfaqueamento não ter sido suficiente, o tal marido-cidadão, optou por lançar fogo a casa. A casa comboio, ou melhor, a sanzala da comunidade agrícola de Ponta do Sol no Príncipe, ardeu em série, deixando mais de 10 famílias sem tecto.

Abel Veiga

    5 comentários

5 comentários

  1. Vanplega

    30 de Dezembro de 2019 as 22:21

    Eh sa ca da ca ca

    Uma miseria

  2. Revoltado

    31 de Dezembro de 2019 as 6:52

    Ali nessas redondezas onde houve este incêndio, há muitas crianças em situação de risco, tal como as duas que faleceram ( paradoxalmente perto do edifício que sitia a Violência Doméstica)! Podem falar em direitos humanos para as mães, mas eu defendo a esterilização delas a força. Essas raparigas bebem, fumam, prostituem_se e põem essas crianças no mundo sem nenhuma perspectiva de vida. Quem quiser confirmar é só passar por lá de dia ou de noite até as 21 horas para ver essas crianças de meio palmo a deambular pela rua sozinhas.

  3. Gentino Plama

    31 de Dezembro de 2019 as 12:16

    Eu Argentino Palma, assíduo leitor deste Jorna ” Tela –non” endereço aos fazedores deste jornal um bom ano, e votos de que melhorem a linguagem, pautando pela linguagem jornalística e não a corriqueira com tem sido hábito. Esse é o caso de Português Ex: Fogo engoliu…; O sinistro acontece…
    O jornal para além de ser uma fonte informativa, é ao mesmo tempo uma fonte formativa. O alcance daquilo que é produzido por vós, é incomensurável, não sendo somente o público alvo os Santomense.
    O voto de boas entradas é também extensivo aos articulistas deste jornal que em certos momentos nos deixam algumas preocupações, e que nos levam a refletir e debater.
    Ao Francisco Simão, Adelino Cassandra, Srº Juíz Ilário Garido, e muitos outros.
    Estou certo que, todos desejamos o nosso São-Tomé e Príncipe melhor, daí que a contribuição de todos é fundamental.

  4. Gentino Plama

    31 de Dezembro de 2019 as 16:01

    Após a leitura e apoiando nas declarações das testemunhas apercebe-se que há um ato propositado, de vingança.
    Por outro lado, é recorrente a mãe ausentar-se e deixar as crianças confiante ela nas pessoas que a rodeia. A mãe esteve sim ausente, mas houve aqui quem aproveitasse do memento para se vingar. A investigação deve ser feita e apurar o culpado, sendo a mãe a primeira a facilitar o crime.

  5. Zagaia

    1 de Janeiro de 2020 as 22:04

    Deixenos de complicar as coisas,o senhor doutor juiz, que faça justiça, para que não volte aconteçer o que era possível evitar. Quem é a culpa???

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