Sociedade

Famílias carenciadas recebem dinheiro para garantir alimentação durante a quarentena

O Programa de Apoio às famílias carenciadas de São Tomé e Príncipe, é financiado pelo Banco Mundial. Avaliado em 3,5 milhões de dólares, o programa começou a ser implementado no final do ano 2019.

Com a chegada do novo corona vírus em São Tomé e Príncipe, no final do mês de Março último, o Governo decidiu antecipar o pagamento do apoio financeiro às famílias carenciadas.

Segundo a coordenadora da protecção social do distrito de Água Grande, que envolve a cidade de São Tomé, cada família carenciada registada no programa, está a receber 2400 dobras, perto de 100 euros.

«O valor é destinado para compra de alimentos. É uma forma de fazer com que as mães fiquem em casa e tenham algo para comer», assegurou a coordenadora do programa.

O programa envolve 2600 famílias carenciadas do país. Desde a última semana que as famílias carenciadas em todo o arquipélago, estão a receber através das caixas automáticas, dinheiro vivo, para garantir alimentação regular durante a quarentena.

Abel Veiga

    5 comentários

5 comentários

  1. Finanças

    14 de Abril de 2020 as 2:54

    Difícil compreender o governo em São Tomé

    Com esta pandemia, em todos os países os governos estão a procurar dar apoios ás empresas, pois se estas trabalharem elas pagam imposto ao Estado tem os seus trabalhadores que dependem dela e que pagam também imposto ao Estado. Esses governos fazem isso para que as empresas não fechem e possam no futuro se erguer outra vez e dar emprego ás populações e voltar a pagar imposto fazendo a economia voltar a funcionar

    Em São Tome o governo vê as empresas fechar e não quer saber delas, pega no dinheiro do donativo e entrega a quem nunca pagou imposto.

  2. Pedro Costa

    14 de Abril de 2020 as 10:41

    Muito boa acção e uma boa “bofetada” com “luva”, para não se sujar, à aqueles que aparecem por aí no facebook a falar para o povo. Estes pés descalços, malcriados, sem formação nenhuma (política, escolar e cívica) com a cara toda descoberta com tendências intoleráveis. Enfim.
    Indivíduos que mandam palavrões à vontade; fiquei sinceramente abismado com o que se prolifera por aí. Nas redes sociais aparecem de tudo um pouco: podres, mal educados, sem carácter, sem vergonha, sem educação, etc, etc. E tudo isto espelha o tipo de pessoas que temos hoje em dia, não só dentro como fora do país.

  3. Isaias Abraão

    14 de Abril de 2020 as 10:53

    Muito bem Governo do meu país. Apesar da ppobreza, voces têm feito coisas visiveis para diminuir o impacto das medidas adoptadas.
    O Povo esta convosco.
    Mas mesmo assim os inimigos mansos não reconhecem isso.
    Se fosse o governo anterior, com esta pandemia o seu chefe teria fugido do país e estaria certamente em parte incerta.
    Que Deus abençoe S.Tomé e Principe

  4. Manuela. Na diaspora

    14 de Abril de 2020 as 15:08

    Ok. Muito bem pela esta iniciativa do esta em apoiar as familias carenciadas, mas as familias nao podem continuar ppr resto da vida nestas condicoes, a que que se criar empregos, tem muita coisa em stome para ser exploradas que podera impulcionar muitos empregos, gente aqui nao precisamos de milhoes para sobriviver.

  5. Mariana Águas

    14 de Abril de 2020 as 15:30

    O que é isto senhor Primeiro ministro?
    Não podemos compactuar com esta lógica neo-colonial de manipulação da vulnerabilidade social dos grupos empobrecidos. Pois, também assim fizeram os colonos brancos para calar os mais vulneráveis que viviam nas suas roças. Oferendo-lhe peixe podre e fuba com bicho, depois de seguida tiravam umas fotografias para à memória futura, para mostrar ao mundo que afinal não eram opressores mais sim, “assistencialistas”…Tenha vergonha senhor Jorge,ainda por cima, um homem aparentemente culto.

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