Sociedade

Acordo para construção de 20 mil casas em STP

São Tomé e Príncipe, testemunhou na manhã de sexta-feira 27 de Novembro, a assinatura do acordo entre o Instituto Nacional de Habitação e uma empresa privada estrangeira. O acordo celebrado nas instalações do Ministério das Infra-estruturas permite a empresa Kwinson Construction GROUP SARL, construir 20 mil casas no território santomense.

A administração da empresa privada, disse na ocasião que o acordo terá importância económica e social para São Tomé e Príncipe. Germain Ekamby, director do grupo privado garantiu que as actividades da sua empresa vão gerar um total de 5 mil empregos directos, e 15 mil outros indirectos.

«90% dos materiais que vão ser utilizados nos trabalhos, serão fabricados localmente. Também a formação dos operários e de outros empregados serão realizados localmente. Talvez apenas 20% dos materiais e serviços necessários para a execução do projecto serão importados», afirmou o Director da Kwison Construction Group SARL.

As assinaturas do acordo que liga o Instituto nacional de Habitação e a empresa privada Kwinson Constrution Group, indicam que as obras iniciam a partir de 26 de Fevereiro de 2021, com o lançamento da primeira pedra para construção de 20 mil apartamentos para um país que conta cerca de 200 mil habitantes.

José Maria Barros(na foto em cima), Director do Instituto Nacional de Habitação, é um homem cheio de confiança no futuro do projecto. «Acreditamos que iremos resolver uma parte muito significativa do problema de habitação no país….», destacou o director.

A empresa que vai realizar a obra, é de origem africana, tem sede no vizinho Camarões. O acordo foi assinado na presença do Ministro das Infra-estruturas Osvaldo Abreu.

Abel Veiga

    18 comentários

18 comentários

  1. Zagaia

    28 de Novembro de 2020 as 0:06

    É bem vindo esse projecto,mas não é tão prioritário, é mais prioritário projectos que acrescentem valor as nossas matérias primas direccionado para o mercado local e exportação e criação de serviços para exportação para gerarem divisas e fortalecer a dobra, de forna quando importamos termos uma moeda forte de forma baixar a inflação e aumentar o nível e qualidade de vida aos Sãotomenses. Um bem haja.

  2. Zagaia

    28 de Novembro de 2020 as 0:14

    Na nossa terra, nada é coordenado, esquecemos que é necessário produzir mais energia eléctrica, onde está estão os megawats de energia para suprtar essa demanda? “É sempre a caroça a frente dos bois” enfim……

  3. Paulo Santos

    28 de Novembro de 2020 as 1:43

    Casas para quem?
    Basta ver o passado recente para perceber que essas casas são para os poderosos que já têm umas quantas.

  4. Sem assunto

    28 de Novembro de 2020 as 6:04

    Expliquem bem isto.
    Empresa estrangeira de capital privado , construção de de 20 mil casas, para quem, aonde, que tipo de casas?
    Quais serão as contrapartidas?
    Criará mesmo está empresa 5 mil postos de de trabalho direito e outros 15 mil indireto?
    Não terá tomado instruções do governo Santomense pará dizer isto?
    Já deram conta, sempre que os camaradas estão no poder há mais sempre projetos de casas sócias para os associados.
    Cuidado com venda de ilusões, pois em 2022 voltaremos para as urnas.
    Sotxi flimà, guadà nancé!

  5. Adjaine Sousa Pontes

    28 de Novembro de 2020 as 8:16

    A iniciativa é boa e de louvar
    Força São Tomé e Príncipe

  6. bom só

    28 de Novembro de 2020 as 9:39

    kkkkkkkkk……só piada esses camarada da NM!!!empresa dos camarões??? hilário…regabofe demais com esses contracto com empresas de amigos com concurso viciado,empresas criadas na hora e sem qualquer caterpilar para tirar 2metro de terra!!!no fim se chegar a concluir as casa são para os do costume: familia e amigos de camaradas…e eles são muitos!!atenção que 20.000 casa não vai chegar: uma casa para homem, outra para a esposa, outra para o filho, outra para o cunhado, outra para boquita….
    ao menos o que fugiu do país era só um e mais meia duzia com ele a comer…sempre sobrava alguma coisa…

  7. Conceicao Perera

    28 de Novembro de 2020 as 9:48

    Parabens uma vez que boas intençoes e acordo nunca faltaram porem a matrialização desses mesm acordos e assinatura durantes 45 anos ficam a quem estando longe de de concluir nem 25%

  8. Osvaldo Pereira

    28 de Novembro de 2020 as 12:59

    20 mil casas 20 mil casas 20 mil tostões

  9. Mendonça

    28 de Novembro de 2020 as 14:12

    Muito boa notícia. Estamos de parabéns. Parece que vamos resolver de una ves por todas o problema de habitação no nosso país. Mas tenho algumas dúvidas como:
    -Na notícia temos a previsão do início, falta a previsão do término.
    – Qual e o valor da empreitada.
    – São Tomé tem 200 mil habitantes, em média 50 mil famílias. Quantas habitações já temos actualmente e quantas serão demolidas?
    – Quem serão beneficiados com as casa e em que critérios?

    Obrigado

  10. Mauro Jorge Domingos

    28 de Novembro de 2020 as 17:41

    No dia 26/11/2019 STP e China deram inicio ao projeto de CONSTRUÇÃO de 200 apartamentos.

    UM ANO DEPOIS

    No dia 27/11/2020 o governo assina um acordo de construção de 200 mil casas.
    ESPERO QUE NO PROXIMO ANO QUANTAS CASAS SERÃO CONSTRUIDAS.
    SÓ SABEM GOZAR DO POVO.

  11. Nelson Celestino Andrade

    28 de Novembro de 2020 as 21:42

    Muito bom
    Esperemos q não venha estar apenas no papel Como é o caso de porto de águas profundas Bem Como todo o dossier de petróleo.
    Ao concretizar, não haja usurpação e q se verifique justiça na Hora própria.

  12. Olivio

    29 de Novembro de 2020 as 9:43

    Tudo bem boa iniciativa mas,o País e bastante pequeno para ocuparem estes espaços, 20 mil casas vai ocupar muito terreno porquê que não constroem prédios de 4 a 5 ou mais ocupariam menos terra.tudo bem bom princípio.

  13. Paulino Fernandes

    29 de Novembro de 2020 as 13:15

    1, 2, 3, 4, 5, 6…..10, 20, 30, ….. 100, 200, 300, 400, 500, 600….. 1000, 2000, 3000….. 10.000, ….15.000,…. 20.000 casas 🤣😂🤣😂. Batimbora mentira… Vocês não sabem nem mentir 🤣😂🤣😂 . Sou com São Tomé. Ver para crer.😎😎😎

  14. Lucas

    30 de Novembro de 2020 as 18:20

    A seguir prometam comprar a Lua

  15. Santo

    1 de Dezembro de 2020 as 10:01

    A intenção é boa, só que os beneficiários não sejam os mesmos que já beneficiaram com habitações do estado, roças do estado e viaturas do estado. Todos nós somos satomenses e gozamos dos mesmos direitos e deveres constitucionais, por isso vamos esperar para vermos, porque o povinho lesado estará atento e cuidado com a reacção dos sem terras e sem tectos.

  16. Mepoçon

    1 de Dezembro de 2020 as 16:54

    Considero esta notícia mais uma “propaganda barata e ludribriante”. Por outro lado é mais uma para compra de consciência. Para uma sociedade que debate com grande problema de abastecimento de água e energia de pouco
    ja existente, sem falar de saneamento,onde iria arranjar cobertura para um gigantesco investimento? Já imaginaram o custo financeiro e toda logística deste projecto para saotomezinho? Será que a empresa construtora irá fazer obras de caridade?

  17. Antonio Fernandes

    2 de Dezembro de 2020 as 7:40

    Para se acreditar nesta propaganda o Governo deveria por a seguinte condição:
    Se não construirmos as 20 mil casas prometidas, nenhum partido que está neste governo concorrerá às próximas eleições legislativas. Pelo menos isto daria uma garantia de que o assunto é sério e que o Governo está a trabalhar de boa fé.
    Se não houver esta garantia, então o povo tomará esta promessa como uma propaganda barata, igual a aquela que Jorge Jesus disse que iria baixar o preço de passaporte e que única coisa que estou a ver baixar nele são as calças porque a barriga esticou tanto que as calças já não estão a chegar a cintura do mesmo.

  18. Epifanio Costa

    2 de Dezembro de 2020 as 11:39

    Autêntica utopia!
    Num país de 200 mil habitantes, em que o número médio de membros de uma família é de aproximadamente 6 pessoas (pai, mãe e 4 filhos), 20 mil casas significa que mais de 100 mil pessoas vão ter casa nova. Não é preciso ser muito inteligente para saber que se trata de uma propaganda de baixo nível.

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