As medidas de prevenção contra a Covid-19, condicionaram a tradicional lavagem do ano, nas praias do país. O governo proibiu a actuação de agrupamentos musicais e de discotecas nas praias.
Assim o impacto da covid-19, deixou as praias de São Tomé, pela primeira vez quase desertas na entrada do novo ano.
A tradicional grande afluência das populações às praias para lavagem do ano velho, foi travada por medidas de segurança sanitárias impostas pelo Governo.
Medidas que proibiram músicas nas praias, assim como o tradicional banquete de diversos pratos que acompanhava o banho de lavagem do ano.

Agentes da polícia nacional fiscalizaram as praias para garantir o cumprimento das medidas sanitárias. Os bombeiros, estiveram a postos para qualquer eventualidade de socorro aos banhistas. Uma equipa médica também foi destacada nas praias para apoiar e sensibilizar os banhistas.

Apesar das medidas restritivas para evitar a propagação do vírus SARS – COV – 2, alguns santomenses não desistiram de lavar o ano velho, o 2020, marcado pela pandemia da Covid-19.
«Com certeza. É uma tradição que vem de geração em geração. Não podia deixar de ser. Normalmente quando as pessoas vêm a praia trazem de comer, e com estas medidas houve retracção. Mas creio que mais tarde, mais gente virá a praia…», manifestou-se confiante Elionela Cardoso, uma das banhistas que lavou no ano velho.
Por causa da Covid-19, pela primeira vez, baixou o número de santomenses, que foram a praia lavar as mazelas do ano 2020.
Abel Veiga
WXYZ
2 de Janeiro de 2021 at 7:53
Seja louvada essa medida. Isto porque mesmo antes da COVID, o que tenho constatado ao longo de varios anos, ee que havia sempre um qualquer tipo de virose gripal que tomava conta da populacao Santomense desde quadra festiva e se prolongava ate finais de Mes de Marco, meado de Abril.
Sem assunto
3 de Janeiro de 2021 at 6:59
E tinha que ser mesma, afinal estamos ou não a conviver com uma pandemia? Qual a razão do descontentamento dos populares?
Abel Viegas excusa se a trazer estas informações para o seu jornal, sob a pena de o mesmo perder toda a credibilidade construída.