Sociedade

“Fundação Joãozinho” apoia crianças de STP em junta de saúde

O embaixador de São Tomé e Príncipe em Portugal, António Quintas, é o arquitecto da parceria encetada com a Fundação portuguesa designada “Joãozinho”, para garantir assistência médica às crianças de São Tomé e Príncipe, que são enviadas para tratamento em Portugal.

O embaixador António Quintas que em representação de São Tomé e Príncipe, assinou na quarta feira o protocolo de cooperação com a Fundação portuguesa, considerou que a “Joãozinho” «disponibilizou-se para prestar um serviço de relevância à São Tomé e Príncipe».

O acordo assinado na cidade do Porto, traz inovação em matéria de acolhimento e tratamento das crianças de São Tomé e Príncipe.

Nesta primeira fase, com apoio da Fundação Joãozinho, as crianças de São Tomé e Príncipe serão atendidas tanto nos hospitais públicos como nos hospitais privados da região norte de Portugal.

Oftalmologia, traumatismo, ortopedia, urologia, cirurgia estética e otorrinolaringologia, são as especialidades médicas já seleccionadas para atender as crianças.

«A criança virá com o seu acompanhante e a custa da fundação. Terá todo apoio hospitalar no quadro do internamento, e no fim do prazo de tratamento a criança regressará ao país junto com o acompanhante. É um acordo muito proveitoso», declarou o embaixador António Quintas.

Na cerimónia de assinatura do acordo, o embaixador de São Tomé e Príncipe, anunciou que já foi enviada uma lista de crianças a serem atendidas no quadro da nova parceria.

«A selecção dos doentes é feita pelo Comité de Junta Médica que funciona no Ministério da Saúde. Este comité já nos enviou uma lista de cerca de 7 crianças, e duas delas terão tratamento imediato dentro de 30 dias, segundo nos informou o senhor Presidente da Fundação Joãozinho», explicou António Quintas.

Tratar de crianças carenciadas é uma das principais missões da Fundação Joãozinho. As crianças de São Tomé e Príncipe, são agora um dos alvos da fundação, em matéria de assistência médica e cuidados de saúde.

O acordo firmado com a embaixada de São Tomé e Príncipe em Portugal complementa segundo Pedro Arroja, o Presidente da Fundação, os acordos que já existem entre os Governos de São Tomé e Príncipe e de Portugal no domínio da saúde.

Dezenas de doentes santomenses são enviados anualmente para tratamento em Portugal. As crianças são uma das vítimas das dificuldades do país em fornecer atendimento médico especializado.

«É um gesto que fazemos ao abrigo das relações de séculos existentes entre os dois povos irmãos de São Tomé e Príncipe e de Portugal», pontuou Pedro Arroja, Presidente da Fundação Joãozinho.

Assistência aos cerca de 700 doentes actualmente registados na embaixada domina a maior parte das actividades da representação diplomática de São Tomé e Príncipe em Portugal.

Abel Veiga

    3 comentários

3 comentários

  1. Lima

    10 de Janeiro de 2021 as 9:30

    Muito obrigado senhor embaixador.A experiencia profecional é importante.Quando se tem expetiencias ela ajuda-nos a exercer a nossa profeccao com mais exito.Esse acordo entre esses dois paises é fruto de alguem que pensa que estuda como um dos responsaveis do desenvolvimento do pais.Um pais nao é so comes e bebes,mais sim e sobretudo a saude das criancas,dos jovens e dos mais velhos. Espero que nao seje so para as criancas daqueles que ja teem mais ou menos meios para o envio dos seus no ambito de serem tratados mas sim como disse o senhor, a assinatura desse accordo diz verdadeiramente respeito aos filhos dos necessitados ,carenciados economicamente.Nao quero eu, com isso dizer que, as outras criancas nao merecem ser tratadas.Todas as criancas sejam elas filhos de rico ou pobre merecem uma alta atencao do Estado do pais onde residem.O direito das criancas deve ser aplicado em todos os dominios.
    Fico por ai, lhe agradecendo mais uma vez e penso que o senhor reconhece com esse gesto donde veio.Qual é a origem da sua vida ate ter chegado onde se encontra hoje no seu estatuto.Muitos esqueceram infelizmente.

  2. SEABRA

    11 de Janeiro de 2021 as 8:56

    Apenas porque choca-me ler e ver tais êrros (deformarçao professional). Segue a correçao:
    – experiência, professional, profissao, êxito, que nao seja, têm, âmbito.Estes êrros ortogràficos, ada tem a ver com a tecla “ESTRANGEIRA”, mas sim de verdadeiro êrro mesmo PROFISSAO (sem til é de facto devido a tecla).
    Bem haja!

    • Lima

      12 de Janeiro de 2021 as 23:01

      Pois é os erros supostos sao mesmos devido o tecla ou teclado.Uma outra razao é o facto de nao ter sido feito uma revisao antes de mandar para que seje publicado.Ainda pode haver talvez uma terceira razao:a pessoa que escreveu o texto usa com mais frequencia uma outra lingua latina e entao quase que fez uma traducao.Pos vais verificar que ainda mais uma vez os mesmos erros sao cometidos. No fundo nao sao erros de acentos mas o aparelho nao os permite.Repare tambem que mesmo tu cometeste essa falta de atencao escrevendo “ada” o que se pode pensar que querias escrever ainda.Estamos de accordo?Continue sendo professor de portugues mais sobretudo aquele que critica no interesse pelo bom foncionamento do seu pais.Mostrando a sua capacidade e interesse para que o mesmo ande para frente.Essa resposta nao significa que quem escreveu o artigo é ignorante ou nao aceita as criticas.Pelo contrario é alguem que sabe e gosta de trocas de pontos de vista.Se o Seabra é um homem ou uma mulher nao sei.Talvez possamos vir a ser amigos ou amigas.Fique bem.

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