Sociedade

Desmantelada a primeira rede de falsificação de testes da Covid-19

Após a detenção no último sábado de 3 passageiros que pretendiam viajar para Portugal, com testes à covid-19 falsificados, a investigação da Justiça santomense, identificou mais dois cidadãos envolvidos na rede de falsificação de testes da Covid-19. Trata-se de dois técnicos de análises clínicas do hospital Ayres de Menezes.

Os 5 cidadãos foram constituídos arguidos, e acusados de crime de falsificação de documentos. Por decisão do Tribunal de Instrução, todos aguardam pelo julgamento em liberdade, no entanto sob termo de identidade e de residência, o (TIR).

O Téla Nón sabe que a polícia aeroportuária de São Tomé e Príncipe, e outros serviços de fiscalização, estão a reforçar as medidas com vista a evitar que passageiros oriundos sobretudo da Europa, entrem em São Tomé, com testes falsos.

Informações que chegaram a redacção do Téla Nón, dão conta que no período das festas de natal e de passagem do ano, alguns passageiros oriundos de países europeus, actualmente focos da nova vaga da Covid-19, conseguiram entrar no país com testes alegadamente falsos.

Abel Veiga

    13 comentários

13 comentários

  1. Lódoma

    28 de Janeiro de 2021 as 5:54

    Esses técnicos deslocam a casa das pessoas fazer testes e apoderar do valor cobrado,são grupos de corrupto criminosos,merecem prisão e exoneração da função brincar com VIDA humana, justiça tem que ter mão duras e pensadas contra esses assassinos.

  2. Crisotemos Café

    28 de Janeiro de 2021 as 8:08

    Estes técnicos do laboratório deviam para além da responsabilidade criminal, terem outra administrativa. RUA!

  3. arroz podre

    28 de Janeiro de 2021 as 9:36

    Nossos dirigentes não sabem prevenir as coisas, houve negligencia por parte do Governo.

  4. Santo

    28 de Janeiro de 2021 as 9:44

    Quais são esses técnicos?

  5. Matabala

    28 de Janeiro de 2021 as 10:41

    Parabéns ao bom trabalho de Investigação e da rapida actuação da Justiça se fizessem o mesmo para desmantelar as redes de graúdos como fazem para os pequenos nosso país era um paraíso….pena que justiça só actua neste caso no Ministério da Saude para os técnicos corruptos, outras corrupção e trapalhadas dos que mandam nesse pelouro fica assim so a ver.
    Se há provas que vem estrangeiro com teste falso para entrar em São Tomé divulguem os factos e divulguem com provas pois caso contrário é uma difamação. ..na Europa não brinca com essas coisas, não foi identificado nenhuma rede de emissão de testes falsos em nenhum país europeu…vem agora Tela Non e agentes de aeroporto em São Tomé dizer tal coisa?querem fazer passar ideia no povo que isso não acontece só aqui também acontece lá? Sejam sérios, lá a vigilância e profissionalmente não é essa brincadeira aqui de São Tomé. Lá tem laboratórios independentes muitos deles privados das clinicas e hospitais para onde mandam as amostras para analisar-teste passa por tantas mãos que é quase impossível a falcatrua …logo deixem de falar mal dos outros para esconder os problemas da nossa própria casa.

    • Clara Bandeira

      29 de Janeiro de 2021 as 20:17

      Caríssimo
      Infelizmente, a falsificação é uma realidade tanto nos países europeus como em São Tomé e Príncipe.
      Já houve várias apreensões de cidadãos europeus que apresentaram testes falsos nos aeroportos em França, Alemanha, Portugal…
      É isto acontece desde 2020, os noticiário internacionais têm reportado sobre redes internacionais de testes falsos do COVID-19 nos países ocidentais e emergentes… Infelizmente.

  6. Nanana

    28 de Janeiro de 2021 as 14:49

    Acusados só de falcificacao de documentos????
    E o crime de atentado contra a saúde publica ficará para ser apontado quando????

  7. Andorinha

    28 de Janeiro de 2021 as 19:07

    Pouca vergonha fazem tudo por dinheiro até brincam com vida das pessoas merecem prisão país de brincadeira e este tipo de corrupção esta em todos sectores do estado.
    Não estão presos porque são camaradas os atuais juízes não prendem camaradas.

  8. Manuel do Rosario

    29 de Janeiro de 2021 as 4:12

    É mais preocupante sair de São Tomé com Covid para Portugal, do que viceversa. E o porquê, deixo para vossa reflexão

  9. Manuel Queirós dos Anjos

    29 de Janeiro de 2021 as 9:17

    É preciso de igual modo, o Governo de Bom Jesus, se precaver? De forma em que as coisas vão em Portugal, devia-se sim suspender as ligações aéreas. Sei que isto é difícil, mas já o fizemos uma vez e devíamos voltar a fazer, pelo menos por uns 15 dias.
    É sim preciso, avisar com antecedência por forma a que cada um organize a sua deslocação e tome as medidas necessárias. Quem se negligenciar e não regressar assume as consequências;

    Por outro lado, julgo que deve-se , por forma a evitar as aglomerações, alterar os dias/semanas e/ou períodos de trabalho nas instituições. Caso não, com esta onda de propagação de Covid 19 e outras , que temos vindo a receber da Europa, sobretudo Portugal e Reino Unido, vamos complicar mais ainda a nossa situação.

  10. SEMPRE AMIGO

    29 de Janeiro de 2021 as 10:02

    Estamos perante um assunto muito sério, um grave atentado contra a saúde pública.Os traficantes desta rede vêm estando, com esta prática,a por em perigo VIDAS HUMANAS.A justiça tem de ser feita com a severidade exemplar.Pagar uma multa?A quem’? O ESTADO não se abastece com receitas conspurcadas.

  11. Chicão da Mina

    29 de Janeiro de 2021 as 14:33

    ” Informações que chegaram a redacção do Téla Nón, dão conta que no período das festas de natal e de passagem do ano, alguns passageiros oriundos de países europeus, actualmente focos da nova vaga da Covid-19, conseguiram entrar no país com testes alegadamente falsos”

    A pergunta é:como é que o Téla sabe que conseguiram entrar? E se eram falsos porque não foram detidos pela polícia no aeroporto? Ou a notícia é só para disfarçar o que aconteceu em STP?

  12. Heliday Cardoso

    29 de Janeiro de 2021 as 18:16

    Queremos nomes deles,

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