Sociedade

“Saúde para Todos” prolongado por mais um ano

O projecto “Saúde para Todos”, financiado pela cooperação portuguesa em parceria com o Instituto Marquês de Vale Flor, vai ser prolongado por mais um ano.

Ahmed Zacki, membro da administração do Instituto Marquês de Valle Flor, anunciou a extensão do projecto, após reunião com o ministro da saúde Edgar Neves.

«Como o programa estratégico de cooperação entre Portugal e São Tomé e Príncipe, não foi assinado, e pela importância que os dois países atribuem ao projecto saúde para todos houve uma extensão desde projecto para mais um ano», afirmou Ahmed Zacki.

Desde o ano 1988 que o Instituto Marquês de Valle Flor, intervém no sistema de saúde de São Tomé e Príncipe. A parceria com a cooperação portuguesa, gerou o projecto Saúde para Todos.

Cuidados preventivos e primários de saúde, promoção de missões médicas de especialidades atendimento da população santomense, e a formação de quadros do sector da saúde em várias especialidades, são algumas das acções desenvolvidas pelo Projecto Saúde para Todos, que em Dezembro de 2020, concluiu uma das suas fases de intervenção no país.

Para evitar a interrupção das acções de apoio ao sistema nacional de saúde, o projecto é prolongado por mais um ano. Período em que segundo Ahmed Zacky serão reforçados os serviços de imagiologia e dos meios complementares de diagnóstico. O serviço de telemedicina e a formação dos quadros de saúde serão tidos em conta, assim como «equacionar os cuidados intensivos e a hemodiálise para São Tomé», concluiu.

Em parceria com Portugal e a União Europeia, o Instituto Marquês de Valle Flor, participa também no esforço nacional e da comunidade internacional, na luta contra a Covid-19 em São Tomé e Príncipe.

Abel Veiga

    4 comentários

4 comentários

  1. Anjo do Céu

    23 de Fevereiro de 2021 as 10:29

    Tudo isso para fazer bói dormir.Ha quantos anos estamos a ouvir e ver esses acordos MVF que até agora nao fazem nada para dignificar aos profissionais principalmente aos médicos Santomenses a especializar.Só jogo de trampolim e fazer alguns a viverem e engordar em nome do povo Santomense.Um embrólio que ninguem diz a verdade.De levar especialistas portugueses fraseadamente só isto nao basta?Até quando os nossos quadros conseguem dar destino devido a nosso Páis.Basta de hipocrisia.Só Patrice Trovoada que queria por mando nesta desgovernação do IMVF.Atualizar quadros santomenses em toda especialidades e que eles sejam autonomos.
    Porquê nao fazem isto com Angola?Devido a posição do Governo Angolano.de estar inserido quadros Angolanos.Abrem os olhos Governo.Nao deixam de se enganar com palavras bonitas e migalhas.Viva Povo de S.Tomé e Principe

  2. Fuba cu bixo

    23 de Fevereiro de 2021 as 14:29

    Cadê saúde para todos? Em uma altura que o hospital não tem medicamentos materiais oxigênio nem água tem é tudo brincadeira
    A cooperação com este intituto Vale flor só esta a servir para enriquecer alguns com contratos milionários duvidosos os políticos em S.tomé são gananciosos e disonestos roubão tudo.

  3. Terra Boa

    23 de Fevereiro de 2021 as 14:37

    IMVF é um grupo de bandidos, repito bandidos que estão a viver a custo do povo são santomense.
    Todos bandidos, Edgar Neves, Dr. Lima, Dr. Pascoal, Ahmed Zacky e outros são todos farinha do mesmo tacho.

    Pra ano que esse projeto esta em São Tomé se tivessem a especializar os nossos médicos como dizem, quantos médicos especialistas santomenses teríamos?

    Vão enganar JBJ que esta desorienta, a mim vocês não enganam. bandidos…

  4. Pedro Costa

    23 de Fevereiro de 2021 as 16:09

    Mas existe saúde para todos realmente neste país!
    Percebo a intensão da cooperação estrangeira neste país, eles não têm culpa que as coisas não estejam perfeitos, no entanto os dirigentes deste país devem colocar a mão na consciência e fazerem uma retrospetiva de tudo que este projeto foi possível transmitir ao país.
    Não será que este esforço dado pela cooperação esteja a cair num saco roto!? Para mim se a intenção é dar saúde à todos, não me parece e de certeza que é um esforço inglório, porque neste país não vejo nada andar neste sentido.

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