A maioria dos professores em São Tomé e Príncipe enfrenta a ausência de oportunidades de formação contínua, o que representa um desafio significativo para o fortalecimento da qualidade da educação no país.
Conforme destacado por Diovigildo Constantino, técnico de Planeamento e Inovação Educativa, “Podemos afirmar que entre 90% e 99% dos professores necessitam de formação contínua. Essa necessidade é universal, independente de já possuírem ou não uma formação inicial.”
Devido ao impacto da situação na qualidade do ensino no arquipélago, o Ministério da Educação, por meio do projeto ERGUES, financiado pela Cooperação Portuguesa, promoveu uma oficina direcionada aos técnicos pedagógicos. O objetivo é capacitar para melhorar o planeamento e a avaliação da formação contínua dos professores santomenses.
Segundo Susana Colaço, formadora do Instituto Politécnico de Santarém, “Ao longo de sua trajetória profissional, os professores precisam se manter atualizados, conhecer as inovações pedagógicas, adaptar novos instrumentos às suas salas de aula e trabalhar continuamente em diversos aspetos que são cruciais para o seu desenvolvimento.”
A capacitação contínua dos professores é o alicerce essencial para promover melhorias significativas na qualidade do ensino e no processo de aprendizagem, garantindo uma educação mais eficaz e transformadora.
“Edjimilton Fernandes, técnico de Planeamento e Inovação Educativa, destacou: “Se desejamos, de fato, melhorar a qualidade do nosso ensino, precisamos começar a refletir sobre os nossos objetivos, identificar os problemas que enfrentamos e as soluções necessárias. É por isso que é essencial iniciarmos pela formação contínua.”
A formação contínua funciona também como ferramenta estratégica para alinhar as diferentes áreas curriculares ao perfil dos professores, permitindo preencher as lacunas existentes e promover uma educação mais eficiente e de qualidade.
José Bouças
Sem assunto
6 de Março de 2025 at 6:30
Telanon publique por favor o meu comentário sobre este projeto denominado de ERGUES. Sei que é um simples parecer que por vezes não terá nenhum efeito sobre os acontecimentos, todavia é necessário que as pessoas saibam o que está a acontecer.
Na vez passada havia escrito, e não foi publicado, dizendo que este projeto “visa somente a estupidificação dos nossos estudantes/professores e consequentemente toda a população no futuro, visa também dar emprego aos pseudos especialistas portugueses, ora desempregados, ora sem espaço de atuação no seu país e no seu continente”.
Isto é alguma mentira?
O porquê que vocês não publicam Isto?
Qualquer um com olhos na testa vê e percebe de que com a entrada em vigor em 2009, do projeto escola+, que foi a génesis de toda esta empreitada, a educação perdeu qualidade e relevância ao ponto de hoje menino e menina transitarem de classe em classe nem saber o elementar.
Para finalizar: É suicídio e surreal uma nação entregar a sua educação para projetos estrangeiros, muitos dos quais chumbados nos seus países de origem.
Esta gente não sabe o que é a educação?
Ou vendem se ao prato de lentilhas?
Com e Sem Assunto
6 de Março de 2025 at 14:23
O senhor sempre critíca, reclama, e aponta os problemas mas nunca apresenta nenhuma solução aos problemas que reclama.
You are like a little bitch de homem. Admite!
Por que você não se cala?
Zeca Menezes
6 de Março de 2025 at 14:52
Boa tarde.
No meu ponto de vista, já está na hora de acabar com este modelo de ensino no País. Escola + só veio trazer burrice ao país. Qual das áreas actuais existentes no ensino que se deve fazer para ser um arquitecto? Alunos fazem exames somente a 2 disciplinas. Antes a nossa educação era a melhor dos PALOP, mas neste momento somos um dos últimos.
Há que rever realmente que Educação nós queremos e se vale a pena continuar com o sistema educativo de Escola+