São Tomé e Príncipe enfrenta uma elevada taxa de consumo de álcool, com impactos significativos na saúde da população.
“Atuamos principalmente na área da nutrição, mas ao longo do tempo percebemos um problema crescente. Muitas das crianças que chegam às nossas consultas com dificuldades no desenvolvimento são filhos de mães que enfrentam problemas com o álcool“, afirmou Bruna Jarimba, da Helpo.
Preocupada com essa realidade, esta ONG portuguesa está a implementar o projeto nacional “Sem Riscos de Género”, voltado para a prevenção, reabilitação e reinserção de mulheres com problemas relacionados com o álcool. Como parte da iniciativa, especialistas da Sociedade Portuguesa de Alcoologia estão no arquipélago para capacitar profissionais que lidam com essa problemática.
“Para fazerem um trabalho possível, porque têm que intervir para salvar pessoas. Podem modificar, podem chamar a atenção às autoridades, podem fazer estruturas efetivas de tratamento em todo São Tomé e Príncipe”, destacou João Cabral Fernandes, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Alcoologia.
A psicóloga clínica Helga Bragança, do Centro Hospitalar de São Tomé, foi selecionada para participar nesta formação: “Lidar com o álcool não é fácil. Seus efeitos não impactam apenas o indivíduo, mas também toda a família. Trabalhar nessa área é essencial para adquirir conhecimento e conscientizar o mundo sobre os desafios que o álcool representa dentro da nossa sociedade.”
Os estudantes de enfermagem do Instituto Vítor Sá Machado também irão beneficiar desta ação de capacitação.
O projeto “Sem riscos de género é financiado pela cooperação portuguesa e UNICEF.
José Bouças
Bombaim
10 de Maio de 2025 at 0:03
Sendo São Tomé e Príncipe um estado de direito democrático, tem e deve ter como princípios transversais a todas as suas instituições, nomeadamente/principalmente a instituição familia, instituição da Justiça, a observância a observância dos direitos, deveres, garantias dos cidadãos, nomeadamente no que toca ao direito a vida, a segurança, a protecção, bem como a sustentabilidade.
Porque hoje constatámos no país, no seio da nossa sociedade comunidade, a violação dos direitos das crianças emanados da carta das noções unidas, nas normas vijentes na nossa Constituição da República, nas leis nacionais, sobre acompanhamento e protecção de menores, crianças, jovens, de acompanhamento das pessoas idosas, a saber;
a violência doméstica, violência e violação infantil, o trabalho infantil, maus tratos infantis, abandono infantil, consumo de alcool, abandono escolar, a falta de alimentação, de cuidados parentais, a gravidez precoce na adolescência, a pedofilia, a prostituição infantil, trafico de menores, ausência ou falta de comparência vacinação, para consultas, para verificação dos cuidados de saude, e cuidados de enfermagem, de medicos, mau aproveitamento escolar, ausência de pagamento das pensões,
actualização de pensões responsabilidade/ responsabilização parental,…assim como no acompanhamento a idosos, violência doméstica, abanadono de idosos, maus tratos a idosos, fenómeno premonição por obscurantismos, obscurantismo, azambarcamento roubo de bens, falta de responsabilidade/ responsabilização doa filhos e parentes,etc…
Assim;
Incumbência premência de se criar comissões de acompanhamento segurança/protecção de menores, crianças, jovens e idosos, em todo o país, a nivel nacional, distrital e na região Autónoma do Príncipe, por ser área transversal, multidisciplinar, interdisciplinar, multisectorial urge haver sinergias e trocas de informação entre varias instituições do estado, bem como da sociedade comunidade civil organizada no acompanhamento destes casos, medidas de ajustes, medidas de adequação para a protecção, determinação de medidas legais e judicias, sua observância, por exemplo retidada dos filhos institucionalização, lares para idosos.
Criação das comissões de acompanhamento e protecção de menores, crianças, jovens, bem como para os idosos
Trabalho em rede de informação, monitorização, acompanhamento, aplicação de medidas de protecção e salvaguarda
A nivel da saúde( hospitais, centros de saúde, postos de saude, clínicas, pelos profissionais de saúde, medicos, enfermeiros, auxiliares, tecnicos, etc…), da educação( jardins, escolas, estabelecimentos de ensino, centros de formação profissional, pelos professores, auxiliares de educação, etc..), proteção ( instituto da segurança social, pelos tecnicos e Assistente Sociais, funcionários da segurança social), segurança, ( policia nacional, policia de investigação criminal, os agentes de policia), da defesa( quartel, a quarda costeira, os militares), a família( pais encarregados de educação os parentes), a sociedade civil organizada ( os cidadãos), da justiça( tribunais, os juízes, magistrados, a ordem dos advogados, os advogados, os agentes e funcionários da justiça).
Sempre que se verificar maus tratos infantis, violência, violações, abandono, falta de cuidados, falta de pagamento de pensão de alimentos, pela separação, sonegaçao de futuro, de vida, cuidados dos jovens deve-se acionar a Comissão de Proteção de menores, jovens e idosos, idem para a classe dos idosos, que devera comunicar ao tribunais, trinunais de menor, convocar pais encarregados de educação, parentes, filhos e parentes no caso dos idosos, para acompanhamento aplicação de medidas de adequação.
A vida começa coma concepção de gravidez, assim se exige do estado de que somos todos ,por fazermos parte integrante, da administração, melhores cuidados e acompanhamento, nos direitos, deveres e garantias dos cidadãos, na observância dos direitos humanos pelas instituições
As condições como se nasce em São Tomé e no Príncipe, deixa muito a desejar, quanto aos equipamentos infraestruturas de maternidades, bem como profissionais de saude, bem como no acompanhamento familiar, das famílias, das crianças, dos jovens, dos adultos, dos idosos pelas instituições de saude, pelos médicos de família, pela ausência dos mesmos, logo instituições fracas