Opinião

A Corvina, a Tainha e o Diálogo Nacional

Os meus serões, lá na roça Úba, na ilha do Príncipe, eram, invariavelmente, preenchidos com histórias. Há uma, entre muitas, contada pela minha avó, (sim, minha avó) cuja moral eu nunca mais me esqueci.

Em jeito de síntese, a história em causa, relata as peripécias de uma Corvina destemida e com um apetite invulgar por peixes como a tainha. Vendo a tainha a exibir-se, nas águas de um grande rio, a Corvina esbugalhou os olhos e ativou todos os seus órgãos de sentido, próprio de uma predador assumido, preparando-se para uma fantástica refeição que se aproximava.

A Tainha, vezes sem conta, avisada da obstinação e argúcia da Corvina, começou a nadar com uma rapidez invulgar para a espécie em causa afastando-se do perigo iminente que se aproximava. A Corvina, não querendo desistir, de forma nenhuma, de uma refeição tão especial como esta, encetou uma estratégia, aparentemente eficaz, de perseguição sem tréguas à Tainha.

Estando quase a conseguir o seu desiderato, a Corvina abriu a sua grande boca para esmagar a pobre Tainha, quando esta, por um instinto de sobrevivência qualquer, deu um grandíssimo salto que acabou por fazê-la aterrar, inadvertidamente, na margem lamacenta do rio em causa.

A Corvina, que também vinha muito embalada, completamente louca com a qualidade da alimentação em causa, não foi capaz de diminuir a sua velocidade natatória e acabou, da mesma forma, na margem do referido rio, com o focinho espetado na lama, agonizando-se de forma penosa e triste. A Tainha, com esforços, também num momento de aflição, virou-se para o lado onde estava a Corvina, vendo-a em agonia, disse:

– Morrerei hoje, mas isto não me interessa. Tenho, contudo, a certeza, que aquele que causou a minha morte também morrerá.

Assistindo, com maior ou menor atenção, os cíclicos episódios políticos rocambolescos em S.T.P, qualquer cidadão fica com a sensação que, entrámos, definitivamente, numa espiral de insanidade total com consequências imprevisíveis para a consolidação da nossa democracia.

Temos uma coligação que suporta o governo atual, que, todos os dias, tal qual a Tainha da nossa história, anda descuidada, atrapalhada, pouco competente e em convulsão interna, por razões diversas, e comete erros, desnecessariamente, que a podem deixar encravada na margem do rio e num estado pré-comatoso.

Por outro lado, temos um partido da oposição, o ADI, que, tal a Corvina da nossa história, tendo-se transformado num predador temível, criando, por exemplo, instrumentos poderosos, como uma televisão e um portal na Internet, persegue sem tréguas, a Tainha, confiante na sua estratégia, apelidada, sem qualquer vergonha, de “bipolarização”. Neste âmbito, com muita fome e sentido de oportunidade, a Corvina não abdica da perseguição à Tainha correndo, ela própria, o risco, de acabar esborrachada na lama da margem do rio.

Este exercício predatório, sem uma estratégia pensada, útil, afinada e programada, com a finalidade única de ganhar dividendos eleitorais, acaba comprometendo tanto o predador como a presa, no longo prazo, sobretudo se o predador não se acautelar das deficiências, decorrentes do seu frágil estatuto no ecossistema, relacionadas com falhas cometidas durante as caçadas anteriores.

Assistimos, por isso, há aproximadamente um ano, a um exercício insólito em S.T.P. de luta titânica entre uma Corvina e uma Tainha. Enquanto aquela persegue com fúria predatória a Tainha, esta luta afincadamente para sobreviver num rio perigoso e em turbulência. Os cidadãos assistem, impávida e descrentemente, a este espetáculo que acabará, provavelmente, com a morte dos dois peixes, num contexto temporal mais longo.

O ADI acusa o governo e a coligação governamental de comportamento ditatorial para, passados alguns dias, o próprio ADI manifestar tiques autoritários para com os cidadãos que ousam criticar o comportamento do referido partido ou dos seus líderes relacionado com a organização e/ou funcionamento do referido partido.

O ADI lança suspeitas, no seu portal na Internet, de pouca transparência, ao atual governo para, de seguida, ficarmos a saber que o ADI, quando foi governo, recentemente, assinou contratos ruinosos para o país, no âmbito da temática petróleo, cujo conteúdo e contornos o país não conhecia, mas foi dizendo, insistentemente, que se tratava de memorandos e não de contratos.

O ADI emite extensos comunicados acusando o atual governo de atos tendencialmente corruptos ou pouco éticos no tratamento da coisa pública, designadamente, na constituição de empresas por parte de membros ou ex-membros do atual governo para, de seguida, ficarmos a saber que, também, recentemente, anteriores membros do governo do ADI tiveram prática idêntica ou pior.

O ADI declara guerra a um membro do atual governo, pelo facto deste ter estabelecido um acordo de reconhecimento mútuo de crédito com um operador de telecomunicações do nosso país para, de seguida, ficarmos a saber que o ADI, mais concretamente o gabinete do primeiro-ministro, Patrice Trovoada, quando este partido estava recentemente no governo, num intervalo de quatro meses, ter contraído uma dívida de setenta e quatro mil Euros, (74 mil Euros) em comunicações telefónicas, num exercício, aparentemente, de esbanjamento vergonhoso dos parcos recursos do país.

Estamos, assim, num exercício declarado de perseguição predatória e luta pela sobrevivência, entre uma Corvina e uma Tainha, com intuitos eleitoralistas claros, suportado, desde o princípio, por uma estratégia designada anedoticamente de “bipolarização que, cada dia que passa, ridiculariza os seus promotores. A corvina luta para ser diferente e esmagar, sem piedade, a Tainha, esta, por sua vez, defende-se como pode, deixando a nú as fragilidades da Corvina que corre desalmadamente para aterrar com o seu focinho numa margem lamacenta do rio. É o preço que se paga quando acreditamos cegamente numa estratégia que não existe como recurso para um ato predatório tão exigente.

O preço a pagar, pelo país, por esta aventura de acusações e contra-acusações será altíssimo, num contexto instável politicamente como o nosso, com deficiências estruturais e funcionais por parte de um sistema partidário parcialmente moribundo e descredibilizado, com uma taxa de abstenção crescente e disseminação de descrença entre os cidadãos. Não se vê uma prova de vitalidade política, por parte do ADI e/ou dos partidos que suportam o governo, alicerçado num programa coerentemente concebido, com a finalidade de tirar o país da calamidade social e económica que se encontra.

A única coisa que contará, no longo prazo, será esta perseguição predatória desenfreada entre estes dois opositores que culminará, provavelmente, com a morte dos dois tal qual a nossa Corvina e Tainha da história relatada anteriormente. O país caminhará, de forma mais acelerada, para um deserto de ideias e soluções para os diversos problemas que o aflige sob um manto de improviso, aqui e acolá suportado por milhões que virão de Angola e que esgotarão rapidamente neste autêntico festim predatório.

Faltando, sensivelmente, seis ou oito meses para o ato eleitoral, ninguém sabe como é que o ADI e os partidos que suportam a coligação governamental pensam: transformar o sistema público de administração da Justiça em prol da defesa dos interesses de todos os cidadãos; criar mecanismos institucionais e de outra natureza que minimizem a proliferação dos fatores de pobreza e exclusão no nosso país;

sobre a eventual criação de mecanismos e instrumentos que permitam o desenvolvimento e modernização da nossa economia inserida numa visão estratégica regional e global valorizadora dos aspetos mais significativos da nossa pequena importância histórica e cultural no mundo; sobre as bases para a reforma da educação no nosso país priorizando incentivos e atenção ao ensino obrigatório, dotando-o de qualidade superior, valorizando fatores como a qualificação dos professores, programas educativos, equipamentos escolares, etc., e, sobretudo, exigência e avaliação periódica dos resultados e procedimentos não menosprezando propostas educativas valorizadoras do ensino tecnológico e vocacional dirigido para as necessidades regionais e locais específicas; resolver o problema do “banho” que, momentaneamente, constitui o mais eficaz instrumento de perversão da nossa democracia;

sobre a qualificação e modernização do modelo de funcionamento da nossa administração pública para melhor responder as necessidades da comunidade; contribuir para melhorar as condições sanitárias do país, em toda a sua extensão geográfica, apostando na generalização de redes de abastecimento de água potável e de saneamento básico, recolha e tratamento de resíduos domésticos; reduzir as assimetrias no país, principalmente entre as ilhas que constituem o nosso arquipélago e entre as áreas urbanas e rurais em detrimento da aposta num propósito centralista anacrónico de desenvolvimento para o país;

criar incentivos, um quadro legislativo e fiscal adequados, capacidade formativa e infraestruturas de suporte que permitam o aumento da produtividade e do rendimento e atenue, no médio e longo prazos, a nossa incapacidade e dependência orçamental crónica, transformando este último desígnio em objetivos ou metas operacionalizáveis em contextos temporais e/ou políticos pré-estabelecidos, sob compromisso transversal de todos os partidos políticos do arco da governação do país; etc.

Como é possível que um país, dependente da ajuda externa significativa para o seu desenvolvimento, há décadas, possa viver sistematicamente neste ciclo predatório de acusações e contra-acusações, em detrimento da criação de condições para a preparação, execução e revisão das decisões politicas que possam mudar a realidade existente, esbanjando reiteradamente recursos e energia, com parcos ou nulos resultados, sendo que os protagonistas desta receita se preparam para nos brindar com mais um episódio deste espetáculo que, mais cedo ou mais tarde, contribuirá para a morte dos referidos partidos políticos e da própria democracia no nosso país?

Tenho dito sempre que qualquer regime politico tem de dar provas reiteradas da sua eficácia, manifestada, entre outros, na orientação da sociedade e na garantia mínima da sua viabilidade material e social. Não o fazendo, estarão criadas as condições para a sua rejeição ou morte. É isto que já se constata no país, infelizmente, e alguns especialistas e analistas associam-no, erradamente, ao falhanço do sistema semipresidencial, querendo mudá-lo para o presidencialismo, convencidos que a realidade mudaria se, entretanto, todos os nossos vícios ou constrangimentos permanecessem como estão. Do presidencialismo passaríamos, então, para o sistema parlamentar e do parlamentar para um regime ditatorial que acabaria com o infeliz espetáculo.

Há, por isso mesmo, grupos sociais, cada vez mais numerosos, que não têm adequada representação e expressão partidária, e sentem-se, cada vez mais, afastados deste processo lamacento. Nunca, como agora, estão criadas as condições para a transformação do nosso sistema partidário com a criação de um novo partido ou movimento forte.

Quer seja pela cisão dos partidos existentes ou pela criação de um novo espaço de expressão para dar resposta aos descontentamentos existentes ou, ainda, o mais provável, pelo esgotamento funcional, político (e ideológico?) de partidos existentes que se transformaram em seitas religiosas ou em autênticos centros de negócios privados, parece-me que o nosso sistema partidário está em colapso e que a sua dinâmica continuará a manifestar formas de instabilidade, no longo prazo, independentemente dos próximos resultados eleitorais, enquanto não for preenchida estas lacunas.

Este desiderato, formação de uma nova força partidária ou movimento forte e com um projeto credível para o país, infelizmente, não é apenas uma oportunidade em aberto, decorrente das fragilidades momentâneas do nosso sistema partidário, transformou-se, rapidamente, numa necessidade para a produção de soluções estáveis para a consolidação deste mesmo sistema partidário tendo em conta o espetáculo que o ADI e os partidos que suportam a coligação governamental nos estão a fornecer. Não sei se será possível fazê-lo, momentaneamente, tendo em conta múltiplos constrangimentos existentes e, sobretudo, a nossa especificidade politica sedimentada, desde a independência nacional, em torno de um personalismo muito característico que embora tenha alguns aspetos positivos comporta, todavia, muita negatividade para a consolidação da nossa democracia.

Em torno deste triste espetáculo entre o ADI e as forças políticas que suportam a coligação governamental escapa, todavia, como protagonista politico, o senhor primeiro-ministro, Gabriel Costa, tendo em conta a sua “espessura” de estadista, manifestada, vezes sem conta, nos últimos tempos, para aguentar os incómodos, desorientação, comportamento errático e irresponsável de uma coligação de partidos que, juntamente com o ADI, mais se assemelham a uma comissão liquidatária da nossa democracia.

Reconheço que poucos teriam paciência e inteligência, num contexto político como o atual, para aturar esta gente, mais interessada nos seus umbigos, objetivos pessoais e clientelares do que na resolução dos verdadeiros problemas do país. Os seus esforços, juntamente com o do senhor presidente da república, Pinto da Costa, na garantia de uma linha de crédito de Angola que possa contribuir para minimizar alguns problemas do país, no curto e médio prazos, é louvável.

Enquanto no pluralismo a responsabilidade, a participação, o debate e o consenso são naturais e, até, desejáveis; na ditadura, por outro lado, a responsabilidade é concentrada num grupo restrito de pessoas, a participação é substituída pela obediência e o debate é reduzido à comunicação unilateral sem qualquer consenso. Neste sentido, atendendo aos riscos que o país corre, que só os mais distraídos ainda não notaram, decorrentes do espetáculo cíclico que o ADI e os partidos que suportam a coligação governamental nos têm proporcionado, surpreende-me que alguns vejam na atitude do senhor presidente da república, Pinto da Costa, de realização de um Diálogo Nacional”, um expediente anticonstitucional, extemporâneo ou com objetivos de uniformização da identidade, objetivos estratégicos ou programáticos dos partidos que suportam a nossa democracia.

Se os referidos partidos têm dado ao país, ciclicamente, uma demonstração de irresponsabilidade, cujos registos mais recentes envergonham qualquer cidadão; não têm um programa político para resolver os problemas do país e teimam em não fazê-lo; estão todos organizados segundo uma regra simples de justaposição de algumas personalidades (para não dizer uma) e não como uma forma concreta e organizada de um trabalho coletivo e reduzem a sua ação política aos contornos de uma lista de deputados e governantes, para o assalto ao poder, em função dos resultados eleitorais, sem saberem o que hão-de fazer com este mesmo poder, acho legítimo, desejável, oportuno e até, mesmo, uma sagacidade política invejável e inusual, nas nossas paragens, este propósito do senhor presidente da república, Pinto da Costa, em criar condições para a realização do referido “Diálogo Nacional”.

Aliás, tendo em conta o estado do país, seria uma irresponsabilidade se não o fizesse entregando aos referidos partidos, (ADI ou a coligação que apoia o atual governo) decorrentes dos resultados eleitorais, um cheque de 180 milhões de dólares para cumprirem a sua missão de eternas Corvinas e Tainhas no nosso turbulento rio. Um diálogo nacional, com estas características, deve ser uma espécie de memorando de entendimento ou de confiança, entre os partidos políticos e a sociedade civil, num contexto tão deprimido, momentaneamente, social e politicamente, como o nosso, com a finalidade de criação de uma responsabilidade coletiva mínima em torno de alguns assuntos importantes para a comunidade, tendo em conta, até, o estado atual de inércia e incapacidade dos partidos políticos nacionais. Isto é pedir muito?

Aliás, atendendo ao estado pré-comatoso da generalidade dos partidos políticos nacionais, este gesto do senhor presidente da república tem a vantagem de, eventualmente, minimizar as condições de hostilidade aos referidos partidos políticos, que se adivinhava, decorrente do processo eleitoral, manifestado, entre outras formas, através de aumento da abstenção, indiferença ou passividade perante a mensagem politica ou mesmo alguma agressividade pontual ou boicote eleitoral. O ADI tem todo o direito de não participar neste “Diálogo Nacional” mas também tem a obrigação de nos explicar, atempadamente, como irá resolver os diversos problemas que o país enfrenta e, entre eles, o problema do “banho”.

Sendo óbvio o papel e importância dos partidos políticos em democracia; não pode ser menos óbvio o reconhecimento das suas responsabilidades. Não deve haver partidos pessoais em democracia, ainda por cima, que se autoexcluem, de forma deliberada, por questões organizativas internas ou por tentativas forjadas pelo consenso, do legítimo processo de preparação de candidatura à função geral de direção e gestão do sistema político nacional, com a finalidade de fazer do Estado um instrumento de poder ao serviço uma personalidade, prejudicando, consciente ou inconscientemente, o interesse geral.

Espero, sinceramente, que após as eleições os partidos da coligação não olhem para o ADI, ou vice-versa, e digam assim:

– Perdemos hoje as eleições, mas isto não nos interessa. Temos, contudo, a certeza, que aquele que causou a nossa derrota também perderá daqui por alguns dias ou meses.

Isto seria sinónimo de que a nossa democracia entrou, definitivamente, em contexto acelerado de autodestruição.

Adelino Cardoso Cassandra

    59 comentários

59 comentários

  1. Kanimambo

    28 de Janeiro de 2014 as 9:19

    Esse homem é obcecado pelo ADI. Sempre com a mesma lenga-lenga pah! Isso já cansa pah

    • Riboqueano

      28 de Janeiro de 2014 as 10:31

      deixem de tretas e mal criação. você devia ler o artigo. É das coisas mais bem pensadas que eu li nos últimos tempos sobre a nossa caótica situação política, económica e social. não conhecendo este rapaz só posso dizer que sou fã dos textos dele. Pelo menos ele sabe dizer as coisas como elas são. Eu percebo que alguns políticos não gostem o que ele diz. meus parabéns pelo sábio artigo. pelo menos tem gente que põe voces na ordem.

      • Ano Velho

        31 de Janeiro de 2014 as 13:15

        Meu caro Riboqueno!
        Estou de acordo consigo. Há pessoas que ficam obcecadas com a mediocridade ao ponto de não serem capazes distinguir o bom e o mau. Eu tenho que reconhecer que este artigo faz uma análise muito correta da situação política em São Tomé e Príncipe. Há muitos políticos São-Tomenses que andam a enganar as pessoas para chegarem ao poder com objetivo de resolverem o seu problema pessoal ou do seu grupo. É pena que esses indivíduos ainda conseguem ter seguidores. Mas eu garanto-lhe que esses indivíduos tem os dias contados, porque vão aparecer mais artigos desses. Esses individuo ficou nervoso com o artigo porque provavelmente deve fazer parte desse políticos malfeitores.

    • tem-se dito

      29 de Janeiro de 2014 as 9:08

      Realmente, alguém sabe dizer qual é o projecto do ADI para esse país?

    • Justo Ajustado

      29 de Janeiro de 2014 as 16:06

      cá pra mim o nome dos peixes foram trocados. A historia da corvina assemelha-se à do MLSTP (ou seja a coligação) e a Tainha ao ADI, pois pelo que me lembro foi está a primeira a ser perseguida e hoje tenta vingar-se.

      • Candji mama cê

        30 de Janeiro de 2014 as 23:59

        Pois é…pois é, no meio dessa eterna batalha fica o zé povinho presumo ser o (Pápe) que ñ é referenciado na história, fica entalado na merda da margem do tal rio “leve leve” ao ser arrastado pelo tornado procovado pelo desespero da fuga e a perseguição… isso ñ é bom

  2. Camarada

    28 de Janeiro de 2014 as 9:31

    Fala de presente e arranja solucoes para sairmos desse impasse constante.As indiretas nao ajudam em nada.Vem ca ajudar a mudar a ordem das coisas,com opinioes validas

    • Rubin

      28 de Janeiro de 2014 as 10:23

      Grande texto reflexivo. Leiam por favor. Grande contributo para reflexão tendo em conta o momento que se vive no país. Só peço aos senhores politicos deste país para lerem com toda a atenção este texto.
      Bem haja senhor (peço desculpas tratá-lo assim) Adelino Cassandra. Não sei se é jovem ou já mais velho mas o senhor tem dado um forte contributo para a reflexão sobre os diversos problemas que o nosso país enfrenta. Os meus sinceros agradecimentos.

      • Emilio Pontes

        28 de Janeiro de 2014 as 12:16

        Didi,o exclu tem mais que meio século. parabéns pelo texto.

      • Giba

        28 de Janeiro de 2014 as 14:20

        Isto chama-se pontapé na ferida. Oportuna chamada de atenção para os nossos decisores políticos. Em vez de andarem a espumar pela boca lêem com atenção e tirem as vossas conclusões. Está na altura de cada um assumir as suas responsabilidades. O país não pode ficar nesta coisa só de brincadeiras, eleições, brincadeiras, eleições outra vez. Onde vamos parar com estas coisas?

    • T.R.F

      28 de Janeiro de 2014 as 10:35

      Simplesmente fantástico, meu caro. Li e reli com toda a atenção.
      Só te posso dizer, Deus te abençoe!!!
      Um dia deste te ligo.
      Abraços.
      T.R.F

      • Nova Moca

        28 de Janeiro de 2014 as 14:06

        Só com Cristo.
        Fui

    • Flor

      28 de Janeiro de 2014 as 11:30

      Não faço qualquer juízo de valor sobre a qualidade do texto para não ferir suscetibilidades. Limito-me a dizer, leiam e leiam muito bem.
      Um bem haja ao autor.
      Fui

      • Cidadão Nacional

        28 de Janeiro de 2014 as 13:54

        Fantástico.

      • Súm Bebezaúa

        28 de Janeiro de 2014 as 14:04

        Isto é uma República das Bananas.
        Prova provada de que o ADI só fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala e não tem qualquer projecto credível para o país. O mesmo se passa com os outros partidos políticos. E assim vamos nós nesta república onde todos ralham e ninguém tem razão.
        Os meus parabêns para o autor da crónica.

      • Bela Rodrigues

        28 de Janeiro de 2014 as 14:11

        Subscrevo a mesma coisa. Leiam com muita atenção.

  3. elsa

    28 de Janeiro de 2014 as 11:57

    Isto cansa, sempre o mesmo, o que é que queres???? que o ADI desapareça? STP precisa de todos estes partidos, deixa o ADI em paz, credo, quando estiveres e sem nada para fazer liga para o teu conterrâneo Gabriel pergunte para ele quando ele vai começar a fazer o que prometeu ao povo, pois só faltam 5 meses para as eleições. parece obcecado em falar mal do ADI.

    • Almeida

      28 de Janeiro de 2014 as 22:11

      ADI é sarna, desgraça, sonho de malucos, tempo perdido, cocaína, fraude, corrupção e maior derrota é o Arlindo Ramos Burro. Pergunto onde estudou e o que estudou esta besta.

      • tem-se dito

        29 de Janeiro de 2014 as 8:51

        ADI também é um INIMIGO DO POVO que vive lutando somente pelo poder e negociatas escuras para encher o bolso do patrão e dos seus feitores.

  4. Almeida

    28 de Janeiro de 2014 as 12:20

    Bom artigo.
    Em relação ao ADI e Arlindo Ramos eu tomei carro de Fapla entreguei eles. O mar é grande podemos pescar que o peixe nunca acabará.

    • elias

      29 de Janeiro de 2014 as 5:00

      Já não há camão de FAPLA. deseja ao homem muita saúde para continuar a mostrar todo o podre deste governo e de outros que virão.

  5. Trindadense

    28 de Janeiro de 2014 as 13:29

    Está tudo dito! Meus parabéns.

    • Mata-Mata

      28 de Janeiro de 2014 as 16:42

      Valeu a pena ler, sim senhor.
      Com princípio, meio e fim.
      Bem haja.

  6. Chateado com Tudo Isto

    28 de Janeiro de 2014 as 13:47

    Senhor Adelino. Esta passagem do seu artigo de opinião deveria ser lida por estes malvados que cá estão a desgraçar a vida do povo:

    “…Aliás, atendendo ao estado pré-comatoso da generalidade dos partidos políticos nacionais, este gesto do senhor presidente da república tem a vantagem de, eventualmente, minimizar as condições de hostilidade aos referidos partidos políticos, que se adivinhava, decorrente do processo eleitoral, manifestado, entre outras formas, através de aumento da abstenção, indiferença ou passividade perante a mensagem politica ou mesmo alguma agressividade pontual ou boicote eleitoral. O ADI tem todo o direito de não participar neste “Diálogo Nacional” mas também tem a obrigação de nos explicar, atempadamente, como irá resolver os diversos problemas que o país enfrenta e, entre eles, o problema do “banho”.

    Muito feliz esta passagem do seu artigo. Estaremos mais uma vez a entrar numa guerra eleitoral em que os partidos só irão se interessar em colocar os seus amigos no poder e desgraçar este humilde vpovo de S.Tomé. Seja feita vontade de Deus.
    Em vez de trabalharem para o bem do povo só estão interessados em encher os seus bolsos.
    Eu sei que isto um dia vai mudar. Tem que mudar.

  7. zeme Almeida

    28 de Janeiro de 2014 as 13:59

    Este senhor já vem com suas resevas e maguas que já vem na sua alma a muito tempo para com partido ADI!Deve estar a passar alguma coisa com este Cassadra ou este partido prometeu algo que nao cumpriu!Todos artigos deste senhor a utilizar este espaco de comentários com ataque direccionado a este partido.Nao estou a por causa a qualidade do texto,mas sim o preposito do texto.Escreve tanto e nao diz praticamente nada a nao o ataque?É preciso muita paciencia para se ler coisa destas?Com este artigo,o senhor está mostrar claramente a cor da sua inclicanacao partidaria?Com estes nao se aprende nada.O jornal tela nao deveria aceitar estes tipos de textos tao longo nestes espacos.Obrigado

    • Simão Tebús

      30 de Janeiro de 2014 as 13:03

      ha muitos que se cansam de ler artigos como este mas, não se cansam aliás, não se sentem roubados por esses gatunos que estão no poder, porque será? talvez porque sentem-se privilegiados! gostei do texto, parabéns Adelino Cassandra

  8. STP-AQUI

    28 de Janeiro de 2014 as 15:43

    Muito bom Cassandra. A única coisa que faltou eram encionares cada partido individualmente, pra sentir-se na leitura e no teu texto, maior imparcialidade.

    Porque lá no fundo, tudo que disseste está bem e concordo, admirando a sua escrita totalmente. mas sente-se aquele rastilho de fanatismo pela pessoa do pinto da costa, que é algo crónico que nao entendo porque existe em muitas cabecas pensantes do nosso país.

    abracos!

    • Pão com Chouriço

      28 de Janeiro de 2014 as 16:09

      Simplesmente fantástico. Não digo mais nada. Continua assim. Há quem não gosta mas também há quem gosta. O país agradece.
      Meus cumprimentos.
      Carlos

    • S.T.P - LÁ

      28 de Janeiro de 2014 as 16:28

      Viva a democracia.
      Parabéns!

    • Liceu Nacional

      28 de Janeiro de 2014 as 18:12

      O senhor presidente deveria pegar estes políticos nacionais, fechá-los numa sala, a páo e água, durante dias ou meses e obrigá-los a entenderem-se para o bem do povo. Eles só sairiam de lá depois de se enetenderem e terem um plano para o país. Todos os ministros só deveriam tomar decisões, de natureza financeira, após a mesma passar por um crivo de pessoas habilitadas para o efeito. Todos os actos de dúvidas de corrupção deveriam ser automaticamente julgados no máximo de dlois meses. No final de cada ano cada ministro tinha que justificar perante um juízo próprio as suas decisões e o impacto que as mesmas tiveram para as pessoas.
      Isto já está um abuso. É sempre a mesma coisa. Há eleições e depois volta tudo na mesma.

  9. eu mesmo

    28 de Janeiro de 2014 as 17:22

    Quem não conhece e não vive os problemas políticos de STP, e ao ler o Artigo do Sr. Cassandra, pode pensar que a perseguição de um Partido pelo outro começou a partir de 2013. Será que a Corvina e a Tainha nasceram neste ano? As perseguições e o afã pelo poder não teria iniciado antes? A parcialidade politica do Sr. Cassandra não lhe deixa ir mais além.
    Para mim, este artigo peca por ser muito parcial e porque transmite a ideia de que o ADI não deve criticar o actual governo só porque também cometeu erros no passado. Parece ser um artigo contraproducente.

    • tem-se dito

      29 de Janeiro de 2014 as 9:06

      O ADI pode e deve criticar o actual governo sim mas criar obstáculos como tem feito isso é coisa do inimigo do povo.
      Os de ADI não sabem que essas poucas vergonhas têm maior prejuízo para o povo que sofre?
      Mesmo sabendo, que importa? Só querem pegar a Tainha e alcançar o poder de modo a voltarem aos negócios escuros.

      • elias

        29 de Janeiro de 2014 as 13:26

        Diga qual o obstáculo que o ADI esta a criar, eles são memoria, por favor vá lançar o seu veneno noutro lado, o povo esta a vossa espera, por favor marquem as eleições, para o povo poder decidir, deixem de ataques baixos, o MLSTP na oposição é muito pior.

        • tem-se dito

          29 de Janeiro de 2014 as 18:37

          Pois é, só pensam nas eleições e no poder. Em construção do país nada! Dar ideias para melhorias nada!

          Quem alguma vez viu um projecto desse partido que só pensa no poder?
          Alguém sabe explicar, sem complicar, porque o líder desse partido fugiu assim que saiu do poder?
          Porque não fazem uma oposição construtiva para o país?
          Porque votaram contra um orçamento, que visa maior apoio social, quando não conseguem demonstrar que seja um orçamento daninho?
          Porque abandonaram o parlamento, onde deviam estar para fazer uma oposição construtiva e defender os interesses do povo?
          Porque recusam a participar no diálogo nacional dizendo que o mesmo seja anticonstitucional num país democrático?
          Pode ser democrático e transparente, um partido que esconde os documentos do estado ao sair do governo? Para que não haja continuidade dos seus bons projectos ou para esconder as negociatas?
          Porque se demarcam de todas as forças e se silenciam quando a matéria meter mão e erguer vozes para tentativa de crescimento e logo gritam por todo os cantos do mundo quando seja para criticar e derrubar as iniciativas ainda que sejam boas?
          Porquê que vosso correspondente, representantes do ADI, na RDP África nunca falam de algo positivo ou de um incentivo para o desenvolvimento do país?
          Porque usam meios de comunicação em massa, rádio e TV, no estrangeiro somente para denegrir a imagem do país no estrangeiro mesmo sabendo que isso seja péssimo para a nossa economia?
          Para quê querem ansiosamente o poder se não têm um projecto para o desenvolvimento do país?
          Todos sabemos a resposta.

  10. STP é nosso

    28 de Janeiro de 2014 as 17:33

    Bom texto.
    Mas o senhor Adelino Cassandra, deveria citar todos os outros partidos, pois nota-se claramente que escreveu de forma a que a culpa estivesse toda no ADI, isso tira o brilantismo do texto.

    • Gorda e Feia

      28 de Janeiro de 2014 as 23:02

      Ele quer prejudicar o ADI. Mas o ADI também é culpado desta brincadeira. E não digo mais nada. Andam a dormir na forma.
      Fui

  11. armando

    28 de Janeiro de 2014 as 18:17

    Sim meu caro… tinha de ser mesmo pela sua avo… pois se nao, ja estavas a ser perseguido..basta a avaliar pelos comentarios que vai sendo feito no Tela Non por alguns… palavras pra que??? Etc., e Etc……vai em frente!

    • Juven

      28 de Janeiro de 2014 as 22:32

      Concordo consigo. Maneira que as coisas estão cá em S.Tomé por causa de eleições ainda são capazes de matar pessoa por causa disto. Maneira que vejo algumas pessoas a comentar este artigo parece que estão cegas e não vêm mais nada. Este senhor não disse nada que toda as pessoas já não sabem. Só que por causa de eleições as pessoas não querem ouvir estas coisas. Ficam cegas, surdas e mudas. Está muita coisa em jogo. Que democracia é esta que as pessoas não podem escrever nem criticar os partidos? Como é que o país vai mudar assim? Em vez das pessoas lerem o artigo e contrariarem com argumentos passam a vida a criticar a pessoa que fez o artigo. Nós estamos muito atrasado neste aspecto. Nem sei se podemos dizer que vivemos numa democracia.

    • Pão com Chouriço

      28 de Janeiro de 2014 as 22:50

      Senhor Cassandra chega. Deixa o ADI com vida dele. kidalêo…..kidalêo…. kidalêo…

      • Ponha Boca Não Tira

        29 de Janeiro de 2014 as 8:31

        O ADI está muito voado, voado. Deve concentrar-se mais, trabalhar mais, apresentar soluções para o país em vez deste espectáculo que eles andam a fazer todos os dias. Criar uma televisão lá em Portugal para o senhor Patrice estar a falar. Porquê que ele não vem para cá falar para o povo? É isso que o povo precisa e não esta vida que ele leva lá em Portugal, no bem bom, enquanto as pessoas passam mal aqui.

  12. Santomenses

    29 de Janeiro de 2014 as 8:24

    Excelente artigo. Os meus parabéns ao autor do texto. Realmente o povo não vê uma luz neste infindável túnel. Infelizmente as pessoas não gostam de serem criticadas e por isso vamos indo nessa caminhada sem destino. Esses partidos não servem a democracia, só promovem desordem rumo a anarquia e ditadura. Acredito em Sãotomé Poderoso!

  13. Original

    29 de Janeiro de 2014 as 8:31

    Digam o que quiserem,no nosso País há défice de disponibilidade para escrever e pior ainda está na leitura e compreensão.
    A escrita é uma arma poderosa ou
    defama-nos ou alerta-nos, por favor leiam este txto e compare-o com a nossa realidade actual e com aquela que há-de vir.

  14. Voador Salgado

    29 de Janeiro de 2014 as 8:58

    Sr Liceu Nacional, o sr, ou anda distraído, ou está por outras motivações. O arquiteto da instabilidade que começou nos finais de 2012 é o PR! Se não sabia fica a saber. Tanto é que ele depois de aliar aos seus amigos do MLSTP,PCD e MDFM (Unidos antes para falar a uma só voz), com vista a derrubar o governo da ADI, ele agora traiu o partido o MLSTP/PSD, que com este entrou na rota de colisão! O Jorge Amado já reclama a injustiça que tem sido alvo, dizendo que foi contactado para deixar Taiwan e assumir a liderança do MLSTP com o único objectivo de derrubar o governo da ADI. E hoje o Pinto e alguns aliados não reconhecem esta missão, pondo em causa o seu lugar de liderança no MLSTP! Mas o Jorge não vai morrer sem antes o povo saber de muito que se passou em Dezembro de 2012!

  15. Morcego

    29 de Janeiro de 2014 as 9:19

    Retórica paranoica. Francamente!

  16. Diogo Vaz

    29 de Janeiro de 2014 as 11:35

    Mas eu não percebo. Alguém que tem consciência acha que este país está bem? Alguém que tem consciência acha que o ADI não tem imensas responsabilidades naquilo que está a acontecer no país? alguém que tem consciência não acha que os partidos da coligação têm responsabilidade naquilo que está a acontecer no país? Eu sinceramente não acho que este senhor tenha dito nada que nós não sabemos. É pura realidade só que bem dita por que sabe escrever. É isto que nós estamos nele. Enfim.

  17. zeme Almeida

    29 de Janeiro de 2014 as 13:24

    O titulo do texto fala de corvinas e tainhas este quer com isto dizer que a corvina sao os da troika e a tainha sao os de ADI?Ainda nao estamos na epoca de campanha este senhor Adelino Cassandra já deve estar em servico de algum partido?Ninguem está a por em causa a qualidade do seu artigo,mas sim,da forma ele tem usado este espaco fazer ataques desnecessarios contra uma forca politica como culpado da degraca do seu País.Cresca e apareca contribua com ideias validas para o desenvolvimento nosso STP em vez de estar ali tirar predradas atoa, armado em menino bonito.Aprenda com o seu primo José Cassandra como uma pessoa que sabe fazer as diferencas.Ajude o seu primo a resolver os problemas gritante do seu Principe.Peco desculpas ao nossos irmaos da ilha do Principe ao qual devo o grande respeito.

  18. zeme Almeida

    29 de Janeiro de 2014 as 13:26

    Erro;atirar pedras atoa

    • Carlinhos

      29 de Janeiro de 2014 as 15:24

      Como alguém já disse lá em cima a escrita é uma arma. Tantos ataques só por causa de um artigo que o senhor fez dando a sua opinião? Xiê. Sinceramente minha gente. Nós não vivemos em democracia? Ça kê kuá!? Na minha humilde opinião acho que vivemos em democracia e devemos respeitar as opiniões de toda a gente, ou não?
      Olhá, eu já não sei o que digo.
      Passem bem meus caros.

  19. charoco

    29 de Janeiro de 2014 as 16:31

    Se o país está como está tudo isto é por culpa das tempestades e TROVOADAS.
    Sempre,desde a CLSTP foram muito Avarento Egoístas e Hipócritas.Por isso o pai foi expulso de ser Padre.
    Esta família TROVOADA é toda rancorosa.

    • Filipe

      29 de Janeiro de 2014 as 19:31

      Oh meu caro senhor, eu pela minha idade já perdi esperança nisto tudo. É triste constaramos o que nos tem acontecido desde 75. Se ouvesse um pingo de consciência não estarariamos na situação em que estamos. Mas enfim. Já nem na juventude acredito.

    • Diasporana Desiludida

      29 de Janeiro de 2014 as 21:08

      Já cansei de esperar e de alimentar alguma esperança neste nosso país. Todos os dias surgem desilusões e mais desilusões. Os meus filhos também estão aos poucos a perder a esperança. Portanto não sei o que será da geração futura. Só espero que estes políticos metam a mão na consciência e vejam o que estão a fazer.
      Tenho dito.

  20. Diáspora Angola

    30 de Janeiro de 2014 as 5:59

    Falou-se da Corvina e Tainha, mais esqueceu de Tubarão,pois ele esta ai no poder com estratejas bem montada, devemos sempre fazer criticas, construtiva para melhor gestão do Pais,valeu o artigo.

    • Aledunha

      30 de Janeiro de 2014 as 12:37

      Quem se lixa é o povo pequeno nesta história toda. A terra é dos senhores grandes. Eles podem fazer o que quiserem. S.Tomé Poderoso e S.António é que nos pode salvar desta gente.

  21. Joe

    30 de Janeiro de 2014 as 11:54

    A minha vénia.

  22. Santomense

    30 de Janeiro de 2014 as 16:38

    Palmassss, meus parabéns pelo artigo. Você merece um premio. Mais uma vez, meus parabéns.

  23. Democract

    30 de Janeiro de 2014 as 17:12

    Bravo! O artigo vem nos brindar da realidade que se vive no país e do cenário politico pouco espectável para consolidação da democracia. Parabéns ao Autor.

    • Aurélio

      31 de Janeiro de 2014 as 10:37

      Análise perfeita da realidade preocupante que vivemos cá neste país. Eu não sei onde tudo isto nos vai levar. Há uma preocupação dos nossos políticos só com os seus problemas pessoais. Passam a vida a enganar este sofrido povo.
      Tanto o MLSTP, O PCD, O MDFM como o ADI são a mesmíssima coisa. Em quem que o povo pode acreditar?
      Ainda agora soubemos que o novo ministro que veio substituir o Osvaldo Abreu também está metido em grande confusão e tem uma empresa de petróleo. Isto é possível de acreditar?
      Daqui por mais algumas horas vai-se ouvir mais coisas. Quem trata da vida do povo?

  24. azimut

    1 de Fevereiro de 2014 as 16:21

    Que bem que falam os cassandras…

    • S.Tomé Poderoso

      3 de Fevereiro de 2014 as 8:34

      São todos iguais estes partidos cá de S.Tomé. O Patrice desviou dinheiro mandou para banco no Gabão. Ninguém fez nada. Ele fugiu e está no estrangeiro. Tem cá meia dúzia de seguidores como o Levy, Agostinho, Varela e outros lá fora como o Abílio Neto, Carlos Menezes e Jety Moniz que estão dispostos a morrer por ele.
      O MLSTP está uma calamidade. Agora têm uma fundação que vai explorar petróleo. Isto parece uma brincadeira. Têm o Gaudêncio Costa, o Américo, O Jorge Amado que são arruaceiros e vão dar cabo deste partido.
      O PCD está uma lástima. Sem Rei nem roque. Não sabem o que hão-de fazer nem como fazer.
      O MDFM está como o seu dono.
      O que é que querem? é esta a nossa sina, infelizmente.
      O que é que o Presidente da República poderia fazer?

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