Opinião

Saúde sem comunicação é saúde doente

Esta sua política, senhora ministra, enfadonha de gestão de doença, e sem cuidado com estratégias de comunicação em saúde, vão potenciar um colapso no sistema de saúde. Por isso, como compreender uma saúde sem comunicação?

Clique para ler o artigo de Isabel de Santiago publicado no Jornal Português Público :

https://www.publico.pt/2019/07/22/sociedade/opiniao/saude-comunicacao-saude-doente-1880755?fbclid=IwAR1W1gkglHvfVRxXgp_bX0UmLWUeWhvLcH5H_JOKElIORyPzGMKxcWZo41A

    4 comentários

4 comentários

  1. Adriano Lamartine

    25 de Julho de 2019 as 8:50

    Muito esforço para aparecer e conteúdo pouco ou nada interessante, isto é fora do contexto esperado

  2. Luisa Santos

    25 de Julho de 2019 as 9:12

    BO bilá bi? Bó ça uê liso mina. Vai trabalhar e gozar do dinheiro dos irmãos Monteiro. Deixa STP em paz. Credo perseguição.

  3. Seabra

    25 de Julho de 2019 as 10:39

    Senhora dona Isabel Santiago, você tem propostas para solucionar o problema de saúde em STP ?
    Qual é o objectivo das suas numerosas críticas sobre o funcionamento da sociedade sãotomense e da sua política ?
    E vossemecê , Isabel Santiago, em quê pode você ser útil à nossa terra ?
    Quer obter um cargo de destaque ? Qual é a sua intenção, porque razão está em STP ?
    Hoje, interrogámo -nos sobre quem é você no fundo, e o que quer sinceramente…você nunca responde as questões que lhe pomos sobre diversos outros assuntos sobre a situação política , social…de STP.
    ???????

  4. Nanana

    12 de Agosto de 2019 as 18:44

    Excelentíssimos concidadãos, não li em nenhuma linha acima, que foi a concidadã Isabel de Santiago a solicitar a publicação desse artigo cá no téla nón.

    O jornal téla nón, provavelmente quis dar visibilidade ao trabalho de uma conterrânea nossa no estrangeiro.
    Porque é que nós não conseguimos pura e simplesmente felicitar uma pessoa da nossa terra, pelo seu trabalho de análise à uma situação crítica na saúde portuguesa, que seguramente atingirá também muitos Santomenses residentes em Portugal e outros que cá estão de junta médica?

    Que espécie de criaturas em que nós nos transformamos, que o assunto só é importante quando tem a ver diretamente com os nossos interesses pessoais?

    Será que o Santomense ainda pertence a classe dos homo sapiens?

    Será que ainda preservamos algum valor, para além da cerveja Rosema, dos bonés, carapaus, arroz dos banhos das campanhas eleitorais?

    São Tomé e Príncipe, quem te viu e quem te vê!

    Vamos parar um pouco para nos analisar, auto-criticarmos, e ver se de facto estamos tão bem como pensamos.

    Bem haja à todos!

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