Opinião

Contramão da juíza Ludmila ao deslize dos Veteranos do MLSTP

Na sexta-feira, em tertúlia de refinar o bem e mal de 12 de julho, a data que em 1975, há 48 anos, o povo são-tomense assumiu ouro das ilhas, acidentalmente eu levantei mãos à cabeça. Não por calhar dia às bruxas, algo de vigia fronteiriça à sexta-feira 13 que depois de janeiro, neste ano só voltará a sortear mês de outubro.

Não por ser aquela sexta-feira memorável em que na cambalhota para sábado de Nazaré, festa em criança de alegria abastada à vila, numa magnitude inimaginável, derrubou sentido da vida à família. Uma estrondosa notícia, num sopro sem dó, nem piedade havia embarcada com minha primogénita, jovem saudável e finalista universitária londrina de imprevisto à eternidade.

Já em cima de hora e por incrível que pareça, tive de baralhar todas cartas, porque há rebolisse em Riboque da capital. A Liga dos Veteranos do MLSTP entendeu prestar especial serviço ao poder governativo numa altura em que o mínimo esperado dos conselheiros, seria oportuna presença nas homilias ao misericordioso Deus, a livrar o país de caos e ditadura de ADI.

Partidos políticos fortes, são vitais e sustento da democracia, mas em São Tomé e Príncipe diretrizes partidárias, manipulam a militância e em concreto os deputados ao exercício de forças de forma grátis como as exibidas nas secções parlamentares para que defesa do partido e de chefia sobreponha aos nobres interesses nacionais.

Todavia, há uma singularidade no MLSTP. Umbigo pessoal e de grupelho quando estiverem em jogo, interesses individuais marcham sobre militantes convictos que lhes seguem por amor ao partido histórico. Realço de que desde efetivação da democracia com eleições de 1991, o partido quer esteja no poder, quer na oposição, há mentes brilhantes a prestar fretes baratos e ocasionais à concorrência da praça política.

Como é possível antigos responsáveis do partido e claro das instituições do Estado, instituições hoje de pernas escancaradas e sem prestativo administrativo, numa altura de batalha cerrada e em que o inimigo dá sinais de fraqueza, alterando todo conceito constitucional, jurídico e democrático do Estado de Direito, a Liga dos Veteranos vem pedir cabeça do próprio comandante do maior partido da oposição?

Por maior “desentendimento entre algumas figuras históricas do partido com a atual direção que não tem permitido uma união para fazer frente aos próximos desafios” só em 2026, máscara rotineira e de décadas, a realização de um congresso nesta altura, está devassada de conteúdos nacionais e deserdada da realidade política.

Instalada a XII Legislatura e empossado o XVIII Governo, através da rubrica do dia 18 de Novembro, “Maturidade de Patrice à Excelência, intermitente, de Bom Jesus” em cumplicidade às regras democráticas, pessoalmente, monitorizei saída ao partido derrotado. Equipa que perdeu eleições legislativas, autárquicas e regional, rua!

Entretanto, bastou os são-tomenses uma semana de governo de ADI para que a nossa história coletiva ficasse manchada de sangue humano, sem que os quatro inocentes civis pegassem em armas. É exigível assim maior coerência e oportunidade à Liga dos Veteranos e não dança de passos ajustados às cantigas maquiavélicas do poder.

Já posso regressar à sexta-feira. Na última sexta-feira, o meu tio de cabelos de algodão, juízo respeitável e criatura bastante esclarecida por solicitude e estima à língua portuguesa para enjoar meu fim-de-semana, ergueu mãos ao meu rosto. Acusou-me de associar à diáspora, nada patriota que passa vida a maldizer do atual governo bastante dinâmico e atarefado intensamente para dar novo rumo ao país.

Apenas não me vi a amansar minhas mãos na cara com água gelada, tendo em conta que nosso diálogo era telefónico. Os fóruns internacionais em catadupa no solo pátrio, sem nexo, associados às viagens dispendiosas e desprovida de benefícios ao país nos oito meses do 1º Ministro, esclarece filmagem do meu tio.

Esbanjo uma vez mais de recursos valiosos à fome e miséria do meu povo com cumplicidade de MLSTP e BASTA, não publicam registo e gastos em desperdícios do 1º Ministro, um a um, dão nota à ansiedade do juiz do passado, descomprometido para com atualidade de lágrimas e sentimento dos familiares que viram brutalidade militar num só golpe lhes roubar vida na “inventona” sanguinária.

Ele deve cuidar-se de razão ao dispor de navegador em contra-censo consigo mesmo. Na temporada recente, ou seja, os quatro anos de Bom Jesus, 2018/2022, nós convergíamos no mesmo itinerário com ele a vociferar de primeiro ao último dia contra ladrões, corruptos e detentores do tesouro público confiado ao XVII Governo, em mais uma rotina destruidora da nossa terra ao invés de pilares de arquitetura de desenvolvimento.

Democracia tem dessas virtudes catalogadas de liberdade do pensamento em que imoralidade, ódio, vingança e acertos de contas, absurdas, por mais intelectualidade, deriva de personalidade, sem ser-se meticuloso, passa por cima de consciências, valores e pessoas humanas.

Com que lata, à beira de autoestrada autoritária, meu tio comungando da doutrina do atual governo, política e criminosamente, responsável pelo assassinato de quatro vidas humanas, se voluntaria ao advogado do diabo, acusando os são-tomenses da diáspora de não serem patriotas?

Apoiar financeiramente famílias vulneráveis e estar ao lado da verdade da história e dos familiares com provas dos factos de acusação à boleia de magistrados portugueses que aconselharam ao Ministério Público são-tomense encurralado no processo 768/2022, a encarcerar chefias militares assassinas, até então soltas e protegidas pelo 1º Ministro, me retira e os ademais cartão de patriotas?

Só pode ser cassete rasurada como a da minha prima em São Tomé e de idade, quem televisão do governo não permitiu acesso às imagens e aos vídeos da monstruosidade do agente sanguinário que na defesa de injustiça militar prendeu, torturou e matou com ato inacreditável e hediondo Arlécio Costa, Armando, Into e Izaque.

Menos mal. Algumas amizades em rotura por eu ter assumido em público nas 48 horas posteriores ao Massacre de Morro de que o 1º Ministro tinha introduzido mãos entre as pernas a cheirar munições e deixado linhas de investigação criteriosa ao seu percalço, pé ante pé, alguns vêm regressando ao convívio.

Um dos regressados tentou confundir-me após torrada da penúria de combustível por mais de duas semanas e bloqueio da economia com o chefe do governo a regressar de mais uma paródia, palavras dele, a mandar calar oposição. Ao contrário do meu tio, meu amigo apanhou-me na cortina de fumo, “homem enganou-me pá com falsa história de assalto ao quartel!” Não lhe questionei quem era o homem capaz de faltar verdade ao académico.

Indignou-me assistir o padre Abnilde Oliveira a abençoar aos cinco juízes, juristas e magistrados escolhidos pelos deputados do PUN de ADI. Não! Com leitura de passagem bíblica na condecoração, o sacerdote cometeu deslize momentâneo. Fez mea-culpa e abençoou como emana lei os quatro novos juízes conselheiros do Tribunal Constitucional, Roberto Raposo (presidente), Kótia de Menezes (vice-presidente), Leopoldo Marques e Lucas Lima.

O reconduzido juiz Patrick Lopes, único sobrevivente e veterano institucional, não obstante ter aceite inclusão nas vindouras assinaturas de ADI nos Acórdãos consubstanciados em ilegalidades constitucionais e anti-democráticas, sem direito ao contraditório, para limpar provas e evidentes mãos de sangue dos assassinos de 25 de Novembro de 2022 e especialmente o mandante da matança, recusou beatificação do vice-parlamentar.

Para ser sincero, não me alinhei às imagens da semana dos familiares de Lucas e pais do Izaque defronte ao tribunal em “Kidalê” contra juíza Ludmila. Pior ainda.

Resignado na contínua ausência de Direitos Humanos da Ministra do pelouro e da Justiça e mãe, Ilza Amado, não me surpreendeu teatro de Associação de Juízes com munições perdidas ao alvo e coniventes com atrocidades, homens de direito colarem-se ao reboque cadastrado do governo nas infelizes “kóbóyadas” da justiça.

Quem sou eu santo-pecador para contrair familiares que viram Estado matar-lhes filhos e manter outro no corredor de morte, há mais de 7 meses sem saúde e assistência médica? Apreciei concentração pública em si e os cartazes. Deve ser esse modelo de batalha reclamado por mim há meses.

Amanhã, dia 12 de Julho, mobilizem e inundem cartazes e fazem-se imperativamente, acompanhar de miúdos e adolescentes, filhos de Lucas e outros ao centro das atividades comemorativas da independência nacional com batuque e cantigas identitárias, estas devidamente organizadas clamando coro ao povo.

Não abram boca de revolta para mais e ignorem promoção de Afonso Varela da Jota, menino bonito de ADI, quem enquanto deputado esmagou vítimas da hostilidade de 25 de Novembro para ascender ao cargo de administrador do BISTP. O estado da alma a jorrar dor e sangue de filhos, inocentes e presos sem justiça, pode extraviar razão de mãe de Lucas, Benvinda Lima e irmã Paulina e chocar com balizas da jurisprudência.

Façam uso de canções e exibição de cartazes lá no alto aos olhos da hipocrisia internacional que brilha luva aos criminosos e à respetiva fantasma, mandante do Massacre de Morro.

Controlem passos públicos, viagens do Presidente da República, entregas das cartas credenciais, agenda do 1º Ministro e manifestem-se com cartazes (papel fala muito) denunciando injustiça, dilatação de prazo da prisão sem audiência de julgamento e ilegalidade do despacho de pronúncia da juíza Ludmila e manchas de sangue no governo.

Há que apanhar ar lá fora. Na vadiagem pelo mundo, assisti no início do mês, de sul ao norte de França um país incendiado pela cólera adolescente-juvenil, maioritariamente na faixa de 14 aos 18 anos de idade.

Os reivindicadores atacaram centros urbanos, incluindo Paris e outras metrópoles, pegaram fogo, destruíram e vandalizaram tudo mais algo que simbolizasse Estado e, não só. Centenas de propriedades privadas, bancos, lojas, restaurantes, grandes superfícies e centros comerciais, viaturas destruídas e bens pilhados, simbolizaram tempestade de cinco noites de trovão francês.

Por mais que dou peito às balas e dureza policial aquando de discriminação e sentir dor dos familiares que perdem vida de jeito similar ao de adolescente Nael, de 17 anos, morto a tiro policial em Nanterre, subúrbio de Paris, na terça-feira, 27 de Junho, reconheço alguma insuficiência pessoal.

Não consigo associar-me aos protestos da extrema direita francesa no desrespeito ao bem mais precioso colorido de aplausos contra árabes e estrangeiros. Nem tão pouco me apoio nos justificativos da esquerda culpabilizando fraturas sociais como fim de dar crença à rebolisse adolescente-juvenil.

Como justificar queima e destruição de escolas, jardins de infância e ambulância-hospital, esta que tem tratado milhares de vidas das mulheres dos bairros sem acesso fácil aos médicos, salvando-lhes de câncer e, não só?

Feitas as contas dos estragos, números ultrapassam milhar de milhões de euros, valor que se França aplicasse num só remate no meu país, daria importante impulso a tão desejada infrestruturação de São Tomé e Príncipe.

Ninguém na diáspora reclamaria convite de governo para ajudar na tarefa, nem tão pouco a Jornada Mundial da Juventude a realizar-se no próximo mês de Agosto em Lisboa para lá de fé religiosa e encontro com Papa Francisco, serviria de balão de oxigénio para 670 são-tomenses, recorde nos PALOP, dentre peregrinos, escuteiros e voluntários respirarem esperança de vida digna. Vejam mais números.

A iniciativa da extrema direita francesa conseguiu em tempo recorde recolher para cima de 1.500.000€00 (um milhão e quinhentos mil euros) para apoio aos familiares do detido agente policial. A mãe do vitimado Nael havia arrecadado pouco mais de 300.000€00 (trezentos mil euros).

Compreendam-me mais um minuto. Da semana também fiz estreia ao vídeo da declaração de Lucas Lima, o Bruno Afonso, entrevistado pelo tio, professor Vicente Lima com provas aos factos que desmontam todo teatro criminoso de chefias militares arroladas na investigação acusatória.

Fez-lhe companhia até minha solidariedade Carta de Denúncia datada de 19 de Dezembro de 2022, dias imediatos ao Massacre de Morro e rubricada pelo advogado Miques Bonfim exemplarmente dirigida em 61 articulados à Amnistia Internacional.

Expõe ponto por ponto, agenda e encomendas do terrorismo de Estado encoberto no partido ADI agora em comunhão do MCI-PUN, denunciado por mim desde 1ª hora. São-tomenses devem retirar chapéu ao advogado, sim patriota Miques Bonfim. Qual o juiz a lhe copiar “rumba” moral, ética, jurídica e corajosa?

No caso de receio, por favor, senhoras e senhores juízes e magistrados em prol de verdade e dignidade jurídica, façam telefonema ao juiz espanhol Baltasar Garzón, quem há anos escreve nome e feitos brilhantes à consciência da humanidade jurídica.

Também foi-me partilhado “on line” para assinatura, carta do advogado Carlos Semedo, em resposta ao meu último clamor ao artigo 181, submetida na sexta-feira ao Presidente do Supremo para em consonância ao Código do Processo Penal, juízes decidirem, em oito dias, pela liberdade dos prisioneiros do Massacre de 25 de Novembro de 2022.

Pena foi tarde nossa conversa de sexta-feira! Por respeito e estima que guardo, não foi ao tempo de aconselhar ao meu tio, patriota, em assinar expetante prenda de 12 de Julho, Habeas Corpus para libertação dos inocentes da “inventona” golpista, este ato cobarde, cruel e sanguinário assinado de forma subserviente pelo presidente da república.

José Maria Cardoso

11.07.2023

3 Comments

3 Comments

  1. Gato das Botas

    11 de Julho de 2023 at 12:55

    Lá vem novamente este que acha que escreve bem e naaaaaa!!!! Um vergonha que este jornal online disponobilize esta prosa. NÃO SE CONSEGUE ler porque é pretensiosa, mal escrita e incoerente. Achava que tinha tomado consciência e tinha desistido mas não. Tenha noção, caro pseudo escritor: escreve mal e não vale o tempo que se perde a lê-lo. Lamento mas quem lhe disser o contrário, ou está a mentir ou é como você: nada percebe da língua portuguesa. Se não voltarmos a ver um artigo seu, todo o mundo ganhará.

  2. Anjo do Céu

    12 de Julho de 2023 at 14:02

    Sr Gato das Botas se estás ferido com este comentário tens que ir ao Hospital Ayres de Menezes ter com médico especializado em cabeça para se tratar que é única solução que pode clarificar os imbecis deste País.
    Sempre estão a defender os assissinos do 25 Novembro.Tenham a paciencia e come vosso dinheiro devagarinho em baixo da mesa e não introduz dentro do nosso belo País actos de terrorismo e barbaridade a olho de todos nós e do mundo. Santa paciencia e queremos justiça e ponto final

  3. Margarida Lopes

    13 de Julho de 2023 at 15:57

    Esta DATA do 25 de novembro de 2022 do TROVOADA-MASSACRE ficará na HISTÓRIA de STP, pois que é a 1a vez que num país o próprio governo dirigido por um 1° ministro,ele próprio Patrice TROVOADA, orquestra uma MATANÇA de 4 cidadãos são-tomenses, únicamente porque uma das víctimas, ARLÉCIO COSTA, tinha PROVAS em documentos e segredos na sua posse que incriminavam o Patrice TROVOADA sobre os seus numerosos delitos e ATOS CRIMINOSOS ASSASSINOS que ele tem vindo a cometer.
    Por mais que o Patrice TROVOADA e os seus comparsas pensam que tudo será esquecido e que nenhuma JUSTIÇA será feita, queremos lembrá-los ( como já li em alguns comentários publicados),que nem FEITIÇARIA, nem LOBBIES, nem DINHEIRO,nada absolutamente nada vai impedir que se faça justiça…esta esperada JUSTIÇA terá lugar, embora possa levar DEMORA até ao desespêro.
    Ninguém vive IMPUNE após ter arrebatado violentamente vidas de mais de 7 pessoas( antes do massacre do 25/11/2022) Patrice TROVOADA já tinha cometido alguns outros ASSASSINATOS, sempre baseados com o mesmo modo operandi ” espancadear, torturar etc” até a morte e a seguir ele planeia e faz FUGAR ( é da sua prática muito conhecida, inclusive pra ele mesmo depois dos seus vários mandatos FOGE) os seus executores…foi exatamente o que fez após ter comanditado a EXECUÇÃO do economista mestiço são-tomense JORGE PEREIRA DOS SANTOS – BARBOY.
    É também de DENUNCIAR aqueles que são
    colaboradores destes ATOS CRIMINOSOS ATROZES, fazendo SILÊNCIO terrivelmente SURDO, ora que tendo ocupado ALTOS CARGOS e funções políticas, e como PERSONALIDADES NACIONAIS e PATRIOTAS, deviam vir PÚBLICAMENTE CONDENAR estes ATOS que prejudicam a NAÇÃO…mas estes malandros, que desempenharam os altos cargos nunca foram patriotas, nunca dirigiram com a intenção do BEM ESTAR e o DESENVOLVIMENTO comum para o país, ocuparam estas altas funções com e por OBJETIVO PESSOAL, por instante não houve nenhum destes corruptos dirigentes, que fizeram algo de bom e de útil para STP, desde o Manuel Pinto da Costa, Miguel TROVOADA, Fradique de Menezes,Evaristo Carvalho, Carlos Vila Nova…é ôbvio, que foi se piorando, do menos bom ao PIOR, que aliás desencadeou-se com o regresso para STP do MAIS CATASTRÓFICO projeto da DECLINAÇÃO da NAÇÃO com o já conhecido vigarista e desgraçado Miguel ARDEMÔNIO TROVOADA, seguido do REBENTO Patrice TROVOADA,que são o PESADÊLO da RDSTP. Esta família TROVOADA é cambalacheira,MENTIROSOS/ MITÓMANOS & MEGALÓMENOS, VAGABUNDOS…todos o sabem, sem EXCEPÇÃO.
    Gostaria de lembrar ao REBENTO PATRICE TROVOADA, que ninguém quer o desaparecimento dele físico, pois que será uma ENORMÍSSIMA PERDA para a justiça seja ela nacional como internacional…nós queremos ter num banco de réu este marmanjo corrupto ,foragido, ditador e criminoso para lhe interrogar sobre as FAÇANHAS e atrocidades que ele cometeu ( são numerosos) para nos permitir de compreender quais foram as MORIVAÇÕES DELE.
    Muitos camaradas dele ( magrebinos,malianos, congoleses, franceses),que o conheceram no departamento da Seine Saint Denis (93)PANTIN, estão anciosos para testemunharem sobre o Patrice TROVOADA, quem ele é desde que o conheceram nas idades dos 20 e poucos anos…como alguns deles dizem” ce gars là a toujours était MAGOUILLEUR, MYTHO, MAFIEUX pas net du tout et très prétentieux…”. Só isto já nos permite ter a noção do personagem PATRICE TROVOADA. Ele que se desengane, está longe de GANHAR o TROFÉU.
    Quanto aos seus camaradas PUXA-SACO como o Afonso da Graça Varela, ele também estã na lista n° 1 daqueles que terão o mesmo tratamento que o seu mestre PT quando chegar aquela hora derradeira.

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