Ministro da Defesa e Segurança Pública defende uma instituição militar isenta e apartidária

No primeiro encontro com os militares das forças armadas no quartel do Mouro, o ministro Carlos Stock, defendeu que a instituição militar deve pugnar-se pela isenção e apartidarismo. Esperança, trabalho abnegado, rigor e disciplina foi a mensagem do novo governo para as forças armadas.

O jurista Carlos Stock, que desde o último fim-de-semana ocupa as funções de ministro da defesa e segurança pública, visitou esta manhã o Quartel-general das Forças Armadas e o Centro de instrução Militar, onde mais de 300 novos recrutas estão a ser formados para ingressarem nas fileiras do exército.

Uma missão que permitiu ao novo ministro conhecer a vida dos militares. Na parada do quartel-general, o ministro divulgou a mensagem do governo. «Uma mensagem de esperança de trabalho abnegado de rigor e de disciplina. Pressupostos indispensáveis para começarmos juntos esta caminhada», afirmou Carlos Stock..

Uma caminhada que se afigura difícil, e por isso mesmo o ministro da defesa, apelou o concurso de todos para que seja bem sucedida. «O ministro da defesa e da segurança pública enquanto político executa a política de defesa nacional e segurança, no âmbito das competências que lhe são conferidas por lei bem como assegurar e fiscalizar a administração das forças armadas e demais órgãos serviços e organismos nele integrados», explicou.

Carlos Stock, considera o estatuto das forças armadas e o regulamento de disciplina militar como a bíblia que vai utilizar nos próximos 4 anos. «Primando pelo escrupuloso cumprimento das regras das normas claramente fixadas no estatuto e no regulamento de disciplina militar. A disciplina tem que ser a nossa bandeira», avisou.

Seguindo o espírito da lei, o ministro da defesa nacional, defende uma instituição militar republicana, que respeita as regras do estado de direito democrático. «A isenção e o apartidarismo devem caracterizar toda a acção das forças armadas, garantindo deste modo as bases essenciais para que a instituição militar ocupe o lugar que lhe é devido e merecido», concluiu.

A valorização dos homens e mulheres que servem a defesa nacional, é uma das promessas feitas pelo ministro da defesa nacional. Para além do quartel-general Carlos Stock, visitou o centro de instrução militar, nos arredores do aeroporto internacional, onde mais de 300 recrutas incluindo 5 mulheres, estão a ser treinados para ingressar nas fileiras do exército no próximo dia 6 de Setembro.

Abel Veiga

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    FC Responder

    A ver vamos…

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    Boca do Mundo Responder

    O Garoto foi ao centro de instrução militar com vida e regressou a casa sem ela.
    Senhor Ministro, um mancebo faleceu no sabado passado e os familiares desconhecem a causa.
    Que a justiça seja feita.
    Que Deus o tenha.

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      Hugo Lima Responder

      Realmente.
      Num país de direito e democrático como dizem tem que se averiguar par saber o que levou a morte do jovem Militar.
      Em Stomé não é a primeira vez que morre um Militar e tudo fica por isso mesmo.É direito um militar morrer ou defender a pátria?
      Como disse o Ministro e muito bem para os militares e a sociedade civil a disciplina tem que ser a bandeira não só dos militares mas sim toda a sociedade.

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    Zovirax Responder

    Caro Ministro!
    Certamente sua visita ao Quartel-general foi bem acolhida por uns e murmurada por outros. Não importa! O que importa é que o seu trabalho seja feito em prol do desenvolvimento de STP.
    Espero que o senhor saiba lidar bem com os dossiers deixados pela Elsa Pinto, adoptando políticas correctas e no seu devido tempo, de forma a não criar uma nova Guine Bissau no Golfo da Guiné. As forças Armadas têm uma nobre e honrosa missão de conceber, desenvolver, e planear acções que visam a defesa da Pátria STP. Como tal, medidas estratégicas devem ser adoptadas no sentido de tornar legítima essa missão. Consequentemente, essas medidas não visam agradar, nem prejudicar ninguém, mas sim, visam a estabilidade e crescimento de STP no contexto das nações.

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    Kekwa Responder

    Fui militar em STP e confesso. dever-se-ia acabar com o exercito em STP e investir o dinheiro que se gasta com as forças armadas na educação ou na agricultura…

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      Zé_Quim Responder

      Que vergonha!!!!!
      O Sr. diz ter cumprido os serviços militares!!!!

      Enfim, deve ter os seus motivos para fazer tal afirmação.

      De qualquer forma, penso que seria melhor referir-se em investir mas na Guarda Costeira, em detrimento do exército isso talvez faria sentido tendo em conta que somos insulares mas, acabar com as forças, isso nunca.
      FUI….

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    odail santos Responder

    sr kekwa, se acabarem com as forças armada, sr vai defender o país né?
    burrooooooooooooooooooo

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    Deus é Grande e Seja Louvado Responder

    Não meu caro Compatriota:
    Não Concordo Consigo, e acho que estás deveras enganado. Por Favor procure informar sobre o papel das forças armadas em qualquer país do mundo, e dê valor a esta sublime missão que lhes são atribuidas.Fui quadro do exercito de s.tomé e principe,e sou testemunha das alegrias e tristezas dos Oficiais, Sargentos e Soldados da nossa Força Armada.
    Foste mesmo Militar como Dizes?????
    Haja Paciência……………….

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    HOMEM VIVO Responder

    SERIA BOM E ESPERO QUE DESTA VEZ A NOSSA FORÇAS ARMADAS,VOLTE AO SEU PONTO MAIS ALTO DA NAÇÃO,O POVO TEM CONFIANÇA EM VÓS E ESPERO TAMBEM QUE ENTRE VOSSO BOM SENÇÃO POSSA SAIR DAÍ UM BOM COMANDANTE DO FUTURO QUE SEJA AMBISIOSO E QUE GOSTE DE FAZER AQUILO QUE AMA,A PATRIA…HOMEM VIVO SEMPRE ATENTO……

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    HOMEM VIVO Responder

    QUANDO OS COMENTARIOS QUE SÃO POSTO NAS GRELHAS DOS LEITORES AFECTA-VOS PARA VOSSA MELHORIA NA PUBLICAÇÃO VOCES NÃO PUBLICAM,POR AS SUGESTÃO NÃO ESTAVA DO VOSSO FAVOR PUBLICAR TEMAS POLITICOS EM TERMOS INFANTIS…TUDO TEVE COM QUE COMO POSSIVEL VOCES PUBLICAREM UM COMENTARIO DE UM LEITOR A COMENTAR QE O PAÍS DEVERIA ACABAR OU SEJA ABULIR FORÇAS ARMANDAS ISTO É INACEITAVEL,PUBLICA OPINIÕES DESTE SABENDO EM TERMOS QUE FOI PUBLICADO UM COMENTARIO DESTE TIPO FAÇO O MEU REPARO A RELAÇÃO AO PROPRIO COMENTADOR E POR CULPA DO JORNAL…É O CASO DOCOMENTADOR KEKWA PORTANTO PARA PROXIMO FAÇO ESTE REPARO COMENTADO NOUTRO JORNAL INFORMATIVO DO PAÍS ….HOMEM VIVO.

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    David Responder

    Espero que tudo aquilo que o Senhor ministro disse ele possa fazer. E também que não esqueça dos militares que estão nas Academia à estudar, tanto aqui em Portugal como no Brazil

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