Cultura

Fátima Vila Nova subiu ao palco no fecho da Bienal

Primeira Dama de São Tomé e Príncipe, Fátima Vila Nova(nafoto), subiu ao palco da IX Bienal de Arte e Cultura de São Tomé, como passerelle.

No seu primeiro desfile, o público constatou que o vestino assentou perfeitamente no corpo da Primeira Dama. Aplaudida como uma das passerelles, Fátima Vila Nova, foi uma das estrelas no encerramento da IX Bienal de Arte e Cultura.

Foram 30 dias (25 de junho – 25 de julho) de encontro de culturas, e de redescoberta do património cultural de São Tomé e Príncipe. João Carlos Silva, Presidente da Bienal, já começou a projectar a X Bienal em 2024.

Desfile de moda no encerramento da Bienal

«Combinamos que o espírito da bienal continue até 2024, o ano da X bienal. Estamos já a preparar a X bienal», prometeu João Carlos Silva.

Várias individualidades são-tomenses que se destacaram na promoção dos valores culturais do país, foram homenageados no encerramento da Bienal.

«Conseguimos através desta bienal juntar são-tomenses de todas as idades, de todas as cores políticas. Um exercício para tentarmos encontrar caminhos para construirmos um futuro juntos», reforçou o Presidente da IX Bienal.

Novamente de casaco branco, com o estilo dos figurantes do Tchiloli João Carlos Silva, acrescentou 2023 será um ano de várias acções culturais, que vão lançar as bases para a próxima bienal.

Passerelles

Jorge, o Primeiro Ministro e Chefe do Governo de São Tomé e Príncipe, participou no encerramento da bienal. Para além de ser bom em prosa, Bom Jesus, tem formação em linguas e cultura.

«Apesar do território ser exíguo, São Tomé e Príncipe é muito rico. Há um leque muito grande de manifestações culturais. E tudo isso é fruto da miscigenação, do encontro de culturas, de África e da Europa. São Tomé e Príncipe tem uma mina cultural e é preciso preservar», declarou Jorge Bom Jesus.

Eduardo Malé, o artista plástico que celebrou 30 anos de carreira nas vésperas da abertrura da IX Bienal, foi uma das personalidades homenageadas.

«Ainda há muito caminho a percorrer. É uma homenagem que traduz todo um trabalho feito ao longo de muitos anos. Confere mais coragem, mais vontade de prosseguir para o engrandecimento da nossa cultura dentro e fora do país», concluiu o artista Malé.

O espectáculo de música inclusiva e o monólogo de Amilcar Cabral, foram duas exibições que marcaram a recta final da IX Bienal. O Téla Nón promete nos próximos dias partilhar com os leitores esses dois acontecimentos culturais da bienal.

Abel Veiga

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