Encabeçou a única lista apresentada à mesa do congresso. Lagchar Barreto torna-se a primeira mulher a liderar a Ordem dos Médicos em São Tomé e Príncipe. Assume as funções, consciente dos desafios que a classe médica enfrenta.
“Precisamos encontrar soluções para melhorar todas as situações que comprometem não só a vida dos pacientes, mas também a dos médicos. Um médico que trabalha em condições sem segurança laboral e sem as condições adequadas para prestar cuidados tem sua própria integridade comprometida. Por isso, uma das atribuições da Ordem dos Médicos é convergir esforços para encontrar soluções e garantir condições mais dignas para os médicos” – prometeu a nova bastonária.

A ministra da Saúde, presente no congresso, felicitou a nova bastonária e reafirmou a sua disponibilidade para colaborar na melhoria da prestação de cuidados de saúde à população.
“Juntos, podemos continuar a fortalecer o nosso sistema de saúde, valorizar os profissionais médicos e promover melhores condições de trabalho e formação para a classe, sempre com o objetivo maior de servir o nosso povo” -sublinhou Ângela Costa, Ministra da Saúde e dos Direitos da Mulher.
Lagchar Barreto sucede ao médico ortopedista Celso Matos como bastonária. O mandato de três anos inicia-se num momento crítico, com o sindicato dos médicos a ameaçar retomar a greve em janeiro, caso o governo não resolva a crise de medicamentos nos centros de saúde e a falta de meios de diagnóstico.
José Bouças
ANCA
15 de Dezembro de 2024 at 11:03
A questão da formação interna, e dos laboratórios investigação e desenvolvimento em medicina, nas areas de saúde, como a enfermagem, formação, os tecnicos de saúde, os auxiliares de saúde, o pessoal administrativo, área da farmácia, área da veterinária, a biotecnologia, a questões dos equipamentos e infraestruturas, a organização dos serviços, a saúde pública, a deontologia profissional médica, a questões de domicílio médico, cuidados de saúde, prevenção, saúde mental, a segurança, a sustentabilidade, o financiamento do sector saúde, a saude, clinicas, hospitais privados, seu enquadramento, seguros de saúde, as endemias, e pandemias, etc…
A multidisciplinaridade destas questões, exige a interlocução constante com a tutela, órgãos e instituições, corpo científico, investigadores, as universidades, o corpo docente, os utentes, etc…
Pratiquemos o bem
Pois o bem
Fica-nos bem
Se és de São Tomé e do Príncipe ajuda a desenvolver o teu País, as tuas gentes, o teu território.
Jorge Semeado
16 de Dezembro de 2024 at 9:06
E vai melhorar o quê? 49 anos sempre a diplomarem, a mestrarem e a doutora tem e o país continua na md@. Isto só vai aumentar mais recursos do grupo para mais postiços, mais unhas compridas, mais sapatos saltos altos, guarda fatos mais recheados, quiçá mais dublados oficiais e privadas para um pequeno grupo. A marginal continuará esburacada, as faixadas das casas encardidas, caos na de mototaxis, o pt continuará a trabalhar em STP e a dormir nas estranhas. Nada mudará em vem de toda a nação. Dirigentes cabeça “água-água”