A decisão do Tribunal da Primeira Instância, em emitir um novo registo para um prédio colonial na cidade de São Tomé, que no entanto, é propriedade de um cidadão português desde 1933, motivou a denúncia pública.
Hamilton Vaz, acusa o juiz Leonel Pinheiro de ser o chefe de uma máfia que para além de criar um novo registo para o imóvel, decidiu vender o mesmo rapidamente para a empresa Superbock.
Acompanhe a denúncia pública em registo áudio :
Jaca
15 de Dezembro de 2025 at 14:22
Denunciar qualquer situação anómala, anormal ou de ilegalidade é sempre um acto de cidadania, de compromisso com a responsabilidade/responsabilização, justiça,…
Agora depende a forma como o fazemos, se é com insultos, ou por acto de denigrir imagem e bom nome dos outros, ou sem provas,.. acrescentar aintar os meios pelo ma, que se faz…
Mas mas grave parece-me as instituições de direito, as pessoas com responsabilidade política jamais serem pro ativas ou pronunciar sobre factos,…como o caso da procuradoria da república, na pessoas do procurador geral da república ministério da Justiça, na pessoa ministra da justiça….a polícia judiciária, a instituições de segurança,…,a assembleia da ttepor isso e muito mais temos instituições fracas
Vejamos
Há denúncia, sobre este caso, sobre furtos, roubos agrícolas, sobre violência doméstica , violação infantil, corrupção, crimes ou suspeitas de crimes etc.. ninguém se pronúncia ou se responsabiliza, para que haja acção das instituições competentes, da segurança ou da justiça,…
Isto é grave
Sempre que houver ou haja suspeita, denuncias deve-se/deveria-se mandar investigar
Teríamos uma sociedade, comunidade, mais fortalecidas, mas assertivas e evoluídas, bem como instituições mais fortes, respeito e comprometimento, pelas liberdades, direitos, deveres, garantia de cidadãos, estado de direito, democracia madura evoluída.