Arrancou em São Tomé e Príncipe o Mês da Justiça, subordinado ao tema “março: Justiça ao Serviço da Cidadania”.
A cerimónia de abertura foi presidida pela Ministra da Justiça, que sublinhou que a Justiça não se limita a ser um serviço do Estado, mas constitui um verdadeiro pilar da democracia, da paz social e do desenvolvimento.
“Celebrar o Mês da Justiça é também assumir um compromisso público: o compromisso de servir melhor, de trabalhar com rigor, de modernizar os serviços, de melhorar prazos, de simplificar procedimentos e de garantir que ninguém fique para trás no acesso ao direito e à justiça’, afirmou Vera Cravid, Ministra da Justiça, Assuntos Parlamentares e Direitos da Mulher.
“Março: Justiça ao Serviço da Cidadania” foi o lema escolhido para assinalar esta celebração. Segundo a governante, “este lema traduz uma orientação clara e uma exigência permanente: a Justiça deve estar ao serviço das pessoas, do cidadão comum, das famílias, das comunidades e das empresas, assegurando que os direitos não permanecem apenas escritos nas leis, mas se tornam direitos efetivos, reconhecidos e protegidos na realidade”.
Ao longo de trinta dias, serão desenvolvidas diversas atividades em todo o país, com especial destaque para a prestação de contas dos trabalhos realizados e para a redefinição das prioridades. Entre as iniciativas previstas contam-se campanhas de sensibilização e esclarecimento dirigidas ao público, jornadas técnicas e temáticas, ações em escolas e universidades, bem como momentos de reflexão institucional e de aproximação aos serviços.
O programa inclui ainda espaços de escuta de cidadãos e profissionais, identificação de dificuldades e soluções, promoção da cultura jurídica e da educação para a cidadania, sobretudo junto dos mais jovens, e o fortalecimento da cooperação entre instituições do sistema da justiça e parceiros estratégicos.
José Bouças
Sem assunto
2 de Março de 2026 at 17:03
Vera Cravid, o que é a Cidadania, sabes dizer me?
Ainda continuas no cargo?
Manage
3 de Março de 2026 at 3:27
A senhora é uma sem vergonha, incompetente e safada…a sua hora está chegando.
Mariazinha Trigueiros
3 de Março de 2026 at 3:49
São Tomé e Príncipe, está cheiinho de delinquentes criminosos, de corruptos na aldrabice armados em homens e mulheres de LEIS,como esta ministra que só está aí para beneficiar do poder e do privilégio que lhe dá o título. Outrossim é o Gabriel Costa, outro cambalacheiro,que de homem da lei nada tem, pois que não passa de um impistor mentiroso, desonesto e oportunista interessado no poder e no dinheiro, que agora tomou a cargo o dossiê do conselheiro do pessoal do presidente Carlos Vilanova, homem político que ele sempre detestou,criticando e atribuindo-lhe má reputação, hoje vem em defesa do estrangeiro sueco só porque há dinheiro em jogo.
É tudo assim,detestam-se, odeiam-se uns aos outros, mas para o poder e o lucro financeiro se juntam…e a seguir vão-se matar desde que a ocasião se apresentar. Tanta falsidade,certeza que o presidente Carlos Vilanova sabe que o Gabriel Costa não lhe aprecia, mas porque lhe dá jeito dele defender o seu ex conselheiro, ele fecha os olhos e finge não saber. É só hipocresia!!!