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Banco Mundial reformula estratégia para STP

Banco Mundial Reformula a sua Estratégia para Encontrar Soluções para as Vulnerabilidades Económicas e de Alterações Climáticas, 
de São Tomé e Príncipe  

WASHINGTON, 17 de Julho, 2014 – O Conselho de Directores Executivos do Banco Mundial anunciou hoje uma nova estratégia para ajudar a República Democrática de São Tomé e Príncipe (STP) a implementar a Segunda Estratégia para a Redução da Pobreza, aceitando contribuir até USD 20 milhões de recursos da AID*, ao longo de um período de quatro anos, para ajudar a reduzir a pobreza (actualmente acima de 60 por cento), promover o crescimento, criar empregos e reduzir a vulnerabilidade aos choques to país.

Ao abrigo da nova Estratégia de Parceria com o País (CPS, na sigla em inglês), o Grupo Banco Mundial irá concentrar-se em dois temas de âmbito alargado: (a) apoiar a estabilidade macroeconómica e a competitividade nacional e (b) reduzir a vulnerabilidade e apoiar as capacidades humanas. Integrados nos objectivos de desenvolvimento acima referidos, estão outros temas transversais, como abordar a desigualdade entre géneros, apoiar parceiras e promover o desenvolvimento de capacidades.

“Estou encantado com este significativo marco no nosso programa em STP”, referiu Gregor Binkert, Director do Banco Mundial  para São Tomé e Príncipe. “STP é uma das mais pequenas economias de África. Esta estratégia visa ajudar o país a encontrar melhores respostas aos efeitos das alterações climáticas e da degradação ambiental.”

São Tomé e Príncipe tem um grande potencial de crescimento no sector do investimento privado e de criação de emprego no turismo, pescas e agro-negócios. Com essas metas estratégicas, as três instituições do Grupo do Banco – a Associação de Internacional de Desenvolvimento (IDA), a Sociedade Financeira Internacional (IFC) e a Agência Multilateral de Garantias ao Investimento (MIGA) – irão trabalhar em conjunto para ajudar a melhorar as finanças públicas e a gestão dos recursos naturais, as capacidades do sector privado (incluindo o turismo e pequenas e médias empresas), o ambiente de negócios e as regulamentações do comércio, emprego, Ensino primário e desenvolvimento de competências, e procurar soluções para as alterações climáticas.

Os recursos da IDA serão complementados por Fundos Fiduciários, bem como pelo apoio do IFCI e da MIGA. A estratégia procurará também intensificar o apoio do Grupo Banco Mundial ao conhecimento, inclusive através de actividades analíticas e de aconselhamento direccionadas e de apoio técnico.

“Dada a dimensão limitada do financiamento da AID, a selectividade e a complementaridade terão a maior importância,” referiuYisgedulish Amde, autor da estratégia. “Assim, o Grupo Banco Mundial, (GBM) estará presente em áreas onde tem vantagens comparativas e onde pode dar apoio, em coordenação com outros parceiros de desenvolvimento.” 

Até ao presente, o Banco Mundial financiou já cerca de 20 projectos para STP. Estes projectos contribuíram para o esforço do país para reduzir a pobreza e promover o desenvolvimento económico. O total dos investimentos do Banco Mundial, até ao presente, monta a USD 100 milhões, a maior parte dos quais da AID.

* A Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA) do Banco Mundial , criada em 1960, presta ajuda aos países mais pobres do mundo, fornecendo empréstimos e concessões a zero-juros, para projectos e programas que ajudam a promover o crescimento económico, reduzir a pobreza e a melhorar a vida das populações pobres.

A IDA é uma das maiores fontes de assistência, para os 82 países mais pobres do mundo, 40 dos quais estão em África. Os recursos da AIDA trazem mudanças positivas para 2,5 mil milhões de pessoas, que vivem com menos de USD2 por dia. Desde 1960, a IDA tem vindo a apoiar iniciativas de desenvolvimento em 108 países.

Os compromissos anuais têm vindo a crescer constantemente e atingiram, em média, cerca de USD 16 mil milhões, ao longo dos últimos três anos, sendo cerca de 50 por cento atribuídos a compromissos em África.

Fonte  : Banco Mundial

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