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Governo explica após reacção do Estado Maior das Forças Armadas

No dia 8 de Junho, o Estado Maior das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe que desde Fevereiro passado não tem uma liderança legítima, reagiu aos acontecimentos da manhã de 5 de Junho, num comunicado lido pelo Tenente Coronel João Pedro Cravid.

O comunicado dá conta que naquele dia, militares do exército em patrulha abordaram uma viatura com 3 indivíduos alegadamente envolvidos na prática da extracção ilegal de areia na Praia da marginal 12 de julho, na capital são-tomense.

O Estado Maior das Forças Armadas, deixa claro que a reacção dos 3 indivíduos punha em causa a integridade dos militares em patrulha. «Os mesmos foram interpelados por uma patrulha militar, no entanto desobedeceram as ordens de parar, reagiram e puseram-se em fuga numa viatura ligeira pondo em causa a integridade dos militares, o que os obrigou a fazerem disparos de intimidação. Durante a fuga ocorreu o despiste da viatura que capotou e caiu no mar. Em consequência deste incidente veio a resultar na morte de um dos ocupantes da viatura», explicou o Estado Maior das Forças Armadas.

No comunicado as forças armadas anunciam a abertura de um inquérito para apurar toda a verdade dos factos.

No dia seguinte 9 de Junho, o Governo voltou as antenas dos órgãos de comunicação social, desta feita com uma nota explicativa, que remete para o Ministério Público e o Estado Maior das Forças Armadas qualquer pronunciamento sobre o caso e o inquérito em curso. «O Governo entende que uma vez entregue o caso às autoridades competentes, só a elas cabe pronunciar, uma vez recolhidos todos os dados necessários à formulação de um juízo final, que não será possível antes de conhecido o resultado da autópsia.    

Assim para o bem da justiça do segredo da instrução da paz e da tranquilidade bem como do respeito pelo morto pela sua família, os juízos tendenciosos, tentando criar factos e circunstâncias que desconhecem em absoluto, emitidos a partir de fontes sem qualquer legitimidade, deveriam aguardar pela conclusão dos inquéritos», pontuou o executivo.

Abel veiga

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    12 comentários

12 comentários

  1. Raposao

    10 de Junho de 2015 as 6:55

    A culpa nao deve morrer solteira! Como e que indivduos em fuga pode por em causa a integridade fisica de Homens armados? O contrario seria mais logico, Como foi o caso. Se isso continuar assim nao sei a onde vamos parar. Tem que punir severamente o militar, pois a lei e pra todos e a Vida Humana e sagrada. As minhas mais sentidas condolencias a familia.

  2. STP

    10 de Junho de 2015 as 8:16

    Essa gente está a faltar respeito a todos os santomenses, tratando-nos de burros. Mais Homem manda com tempo, Deus manda para sempre. A vossa mascara já começou a cair.

  3. 10 toneladas de carne/dia

    10 de Junho de 2015 as 9:29

    É muita cara de pau.Muito infeliz uma declaração desta.
    Querer vir dizer que a causa da morte foi o despiste da viatura!!!!!!!
    Veja até onde já chegamos co o nosso STP.
    O pior está pra vir. ESCREVAM.

  4. Democrático

    10 de Junho de 2015 as 10:33

    Os indivíduos representam as instituições e são tão parvos, pensam que a leitura de um comunicado desse tipo tranquila o povo pobre e humilde. País sempre foi calmo, com gente simpática e acolhedora.
    Ôh Pai Celestial tende piedade do vosso povo, lançai a bênção para este país de nome santo – São Tomé e Príncipe.

  5. Maria Moura

    10 de Junho de 2015 as 10:54

    Às vezes, o melhor que se tem a fazer é ficar calado. Como alguém que se põe em fuga pode colocar em causa a integridade do outro? E como disparos de intimidação podem provocar a morte de alguém? A sorte de muitos por aqui é que grande parte da população ainda não sabe reivindicar os direitos!

  6. Fuba com bicho

    10 de Junho de 2015 as 11:59

    Arroz 13 contos + carne 12 contos= caos

    • joão

      17 de Junho de 2015 as 15:54

      voce é um homem sem sentido burro ,sem noção sem orizonte ,cão voce não como este arroz de 13 contos.

  7. Original

    10 de Junho de 2015 as 12:05

    Acho melhor esclarecer as coisas como elas são porque com esta trapalhada toda há contraditório nas explicações e um bruto a olho nu chega a esta conclusão.Pergunto? O que é que Ministério Público
    resolveu em termos de averiguações neste país nestes últimos tempos? Quantas averiguações estão pendentes? Este é mais um assunto que vai ao arquivo porque nunca o Ministério Público irá
    incriminar os militares.Verdade ou mentira?

  8. jacare

    10 de Junho de 2015 as 15:55

    Tiro de intimidação.
    Mas que hipocresia
    Civil desarmado intimida militar armado.
    Comentario sem nnex

  9. D`Alva Teixeira

    10 de Junho de 2015 as 16:37

    brincadeira… me ajudem, gostaria de postar imagens da viatura baleada com dois disparos que primeiramente atingiu os assentos de traz no seu lado esquerdo, e de seguida atingiu também a vitima que se encontrava a dirigir, e que os ferimentos causaram morte imediata a vitima. (posso ate exibir imagens da autópsia), e assumirei as futuras responsabilidades.

  10. Seabra

    11 de Junho de 2015 as 7:55

    Por favor, por esmola, tenham respeito da familia e do malogrado victima de assassinato cometido pela força da ordem do governo Patrice Trovoada /Varela.
    Mais grave do que isso nao existe, gente…houve MORTE de HOMEM!
    Nenhum governo pode pretender proteger e dar segurança à sua populaçao, quando é ela que vem agredi-la e suprimi-la. Trata-se de violência e ABUSO DE PODER.
    Quem ousa dizer o contràrio?
    O pm, Patrice Trovoada,trabalhou como segurança nas lojas, nas discotecas em França (Paris), ele mais do que ninguém, sabe qual é a responsabilidade de um Segurança a proteger o pùblico…e se o trabalho nao fôr bem feito, ele é demitido do posto ou mesmo tido como responsàvel, se expôr alguém em perigo.Como constatam, PT nao podia ser “vigile” e pm, porque nao tem competência para tal,

  11. Meu Deus

    12 de Junho de 2015 as 9:54

    Será que o povo merece esta explicação?

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