Política

Placa Nominal eterniza as vítimas de 53 em Fernão Dias

65 anos depois do massacre perpetrado pelo regime colonial que vitimou centenas de são-tomensses, em 1953, a Praia de Fernão Dias, sítio emblemático do massacre, guarda para eternidade os nomes das vítimas.

A Placa Nominal foi inaugurada no dia 3 de Fevereiro, pelo Presidente da República Evaristo Carvalho. 3 de Fevereiro é o dia dos mártires da liberdade em São Tomé e Príncipe. Em 1953, o povo de São Tomé e Príncipe, principalmente da região centro da ilha de São Tomé, ficou ensanguentado por causa da sua resistência contra a colonização.

Espírito de resistência que o massacre não conseguiu abalar, e que lançou as bases para a conquista da independência nacional.

Téla Nón

 

    4 comentários

4 comentários

  1. MIGBAI

    6 de Fevereiro de 2018 as 10:43

    Que grande treta.
    Até fiquei com vontade de dar uma valente gargalhada, quando vi uns familiares meus ali com o nome.
    Já estão mortos é verdade, mas nada tiveram a ver com o dito massacre do ano de 1953.
    Tinham que colocar lá muitos nomes e foi o que fizeram.
    Mentiras atrás de mentiras.
    Que o tempo se encarregue de destruir e apagar grande parte daqueles nomes.
    Isto até me pareceu e é, mais um ato mentiroso do comunismo e da ditadura que tivemos que engolir com a independência ao jeitinho preciso do MLSTP.

    • Lagoa Azul

      8 de Fevereiro de 2018 as 11:59

      Tem rasão MIGBAI!
      Eu e meu marido também vimos nossos familiares com o nome lá, mas que não morreram do massacre.
      è tudo mentira.
      Mentirosos

  2. Toussaint L'Ouverture

    6 de Fevereiro de 2018 as 20:39

    Uma medida que merece total aplauso.
    Honrar os nossos mártires, gravar o seu sacrifício e não permitir a repetição da bárbarie.
    Não conheço um único SÃO-TOMENSE que esteja contra esta medida.
    Um povo sem memória está condenado à extinção.

  3. Quilixe Furtado

    7 de Fevereiro de 2018 as 8:25

    E quando é que vai Patrice Trovoada tomar consciência que está matando paultimamente o seu “povo pequeno”.

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