Política

Piratas atacam navio mercante nas águas territoriais de STP

A notícia de ataque de piratas contra um navio comercial que circulava nas águas santomenses, está plasmada numa nota de imprensa da embaixada de Portugal em São Tomé e Príncipe. A nota emitida pelo Adido de Defesa da Embaixada de Portugal, cuja cópia foi enviada ao jornal Téla Nón, detalha os acontecimentos de pirataria marítima que tiveram lugar na zona económica exclusiva de São Tomé e Príncipe, no passado dia 13 de novembro.

 

NRP “ZAIRE” PRESTA APOIO A NAVIO ALVO DE ATAQUE DE PIRATARIA NA ZEE
DE SÃO DE TOMÉ E PRÍNCIPE

O navio patrulha Zaire, em missão de capacitação operacional da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, respondeu a um pedido de apoio do navio mercante “Zhen Hua 7”(na foto em cima), alvo de um ataque de pirataria na Zona Económica Exclusiva (ZEE) deste paísno passado dia 13 de novembro de 2020.

O ataque, que ocorreu a cerca de 80 milhas náuticas a Noroeste da ilha de São Tomé, levou ao rapto de 14 dos 27 tripulantes do navio mercante e fez um ferido, resultante do disparo de armas de fogo.

O NRP Zaire foi ativado em resposta a esta situação, que contou ainda com a presença no local da fragata italiana ITS Martinengo e do patrulha oceânico espanhol ESPS Tornado.

O navio português acompanhou a situação junto do navio mercante, enquanto a fragata italiana prestou assistência ao tripulante ferido e procedeu à evacuação do mesmo para o Hospital de São Tomé.

Quando os navios chegaram ao local, os 14 tripulantes raptados, todos de nacionalidade chinesa, já se encontravam em parte incerta. Este novo ataque fez subir para 110, o número de tripulantes raptados este ano no Golfo da Guiné, de acordo com fontes internacionais.

O navio português, atualmente operado por uma guarnição mista, constituída por militares portugueses e santomenses, prossegue a sua missão de Capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, ilustrando a importância da cooperação bilateral entre estes dois países lusófonos, contribuindo, através de um esforço conjunto, para a segurança na região.

Fonte : Adido de Defesa da Embaixada de Portugal em São Tomé e Príncipe. 

    2 comentários

2 comentários

  1. Zagaia

    22 de Novembro de 2020 as 16:20

    Essa missão de capacitação, não vai ser interna?? Os nossos governantes já,estarão arquitectar o futuro, para não sermos dependentes do povo irmão toda a vida??

  2. ancião

    23 de Novembro de 2020 as 8:05

    …..tudo isso é muito suspeito…..!

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