O Presidente da República está preocupado com o clima de tensão que se vive no país. A preocupação de Carlos Vila Nova foi ouvida durante o discurso dos 14 anos da institucionalização da guarda costeira.
«Temos de rebelar contra certas coisas quando queremos e temos a vontade de fazer o bem. Senhor comandante, isso leva-me a refletir sobre a confiança na linha de comando, a confiança entre quem comanda e quem é comandado. A confiança entre o operacional e quem planeia e mantém a estrutura de apoio é fundamental na estrutura militar, pois, a linha de comando tem que ser vertical».


O chefe de estado e comandante supremo das forças armadas foi mais longe. «Quem não aceita receber os pormenores ou conhecer os detalhes da sua função, provavelmente quer tudo e nem sempre quando queremos tudo teremos tudo, é preciso cuidado, porque conduz-nos ao desmazelo ou quando agimos para agradar pode nos conduzir a perda do respeito e a perda de respeito faz de nós seres desmazelados».

Carlos Vila Nova manifesta-se preocupado com o clima de tensão que se vive no país.
«Nota-se nos nossos dias muita tensão nos corações humanos, demasiada confusão. Vamos parar, refletir e olhar um pouco para nós próprios, fazer a introspeção e sentir o nosso coração, avaliar o que vamos encontrar lá e agir positivamente para o bem deste país»
Aos militares, Carlos Vila Nova pediu maior dedicação aos valores e princípios mais nobres da formação cívica e militar, para que em todas as circunstâncias honrem a condição de guardiões da soberania de S. Tomé e Príncipe.
José Bouças
Joao Batepa
14 de Outubro de 2024 at 17:26
Noto uma tensão nessa mesa!
Original
14 de Outubro de 2024 at 18:04
Sr.deu muita confiança, agora aguenta.
Joao Batepa
14 de Outubro de 2024 at 19:39
Isso é normal. É saudável para democracia.
Mesmo na mesa existem militares que podem imprimir uma certa democracia ao presidente da república conforme a ordem do PM.
É melhor renunciar, não vale a pena ganhar o mundo e ir parar no inferno.