Numa publicação no Tela Non com o título “Diálogo sério e Governo de unidade nacional ” lê-se o seguinte:” Na opinião do primeiro Chefe de Estado do arquipélago santomense, as eleições no próximo ano não deviam constituir a principal preocupação das forças políticas nacionais. Neste momento há muito mais coisas por resolver, relacionadas com as causas das crises permanentes em que São Tomé e Príncipe está mergulhado, do que estar preocupado com as eleições em 2026.
” Idêntica preocupação foi expressa pelo ex-Presidente da República de Portugal Ramalho Eanes. Interrogado por um jornalista sobre as eleições presidenciais em Portugal em 2026 o ex-Presidente respondeu:” Embora eu achasse mais importante que as apresentações dos candidatos fossem mais tarde, para que os portugueses olhassem para os seus problemas, para os problemas grandes que têm que resolver e não olhassem para a eleição presidencial, que é muito importante mas que só vai acontecer em 2026….Não se percebe que em relação a esses aspetos fundamentais que são indispensáveis para que tenha futuro não haja entendimento partidário, social, cultural etc”.
Neste momento São Tomé e Príncipe navega boiado nas vagas tempestuosas do Golfo da Guiné, sem rumo. Encontra-se neste momento numa encruzilhada favorável a mudanças, a redescobrimento de um São Tomé e Príncipe capaz de garantir um desenvolvimento sustentável, integral e inclusivo para todos os seus filhos.
Manuel Pinto da Costa
MADIBA
14 de Fevereiro de 2025 at 8:41
Enfim, senhor Dr. Manuel Pinto da Costa. Já que o senhor sabe tanta coisa sobre S. Tomé e Príncipe, conhece o caminho certo para o progresso deste país, ficou como Presidente dessa República durante 20 anos e governou o país tão bem e estávamos todos num país desenvolvido. Então, porquê que o senhor Presidente Manuel Pinto da Costa, não escreve um livro a fim deixar o seu excelente legado como servidor da coisa pública para os futuros políticos ou aspirantes a estes cargos? Faça, isto meu senhor, como político e economista. E desta forma até escusava-se de usar referencias estrangeiras para o benefício da sua própria. «Governo de unidade nacional?». O senhor está sendo intelectualmente razoável?
Mepoçom
14 de Fevereiro de 2025 at 18:20
A minha pergunta é: quem é o mentor não é você? Quer agora aparecer como Salvador da pátria? Desculpe lá, passa mensagem às novas gerações que não conhecem o passado.
Jorge Semeado
14 de Fevereiro de 2025 at 19:23
O Pinto está a viver a vida dele em Portugal e a mandar boca dele em Portugal, abandonou São Tomé e Príncipe e p seu povo que diz defender com miseria deles, igualzinho PT. Está a viver dos seus dividendos, criados com negócios que ele andou a entregar de bandeja aos amigos Mangoloides essencialmente. Ele não deixa passar nenhuma oportunidade sem debitar opiniões. Nunca quer ficar calado. Ir atrás dos investidores para alavancar a economia, nunca. É só mandar bocas, como se continuasse parado no século passado. É só vida mulata em Portugal. “A sabóla”!!!